Capítulo 32

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A luz do dia e o som do despertador me acordaram. Peter se virou e disparou a mão para desliga-lo. Era muito cedo, apenas 6:30hrs.

- É muito cedo. Porque você tem que ir agora? – pergunto a Peter quase bocejando.

Ele rola para o lado novamente e me abraça muito apertado.

- Bom dia minha linda. – ele me beija na testa. – Tenho uma reunião muito cedo hoje. Mas eu volto para cá ainda hoje, já que amanhã cedo você vai embarcar. E pretendo ficar até o último segundo com você.

Sorrio em satisfação.

- Você vai me acompanhar até o aeroporto?

- Claro! – ele dispara e sorri também.

Enquanto ele me aperta no abraço, sinto sua ereção no meu quadril. Me mexo em direção a ele e escuto um gemido baixinho em resposta, isso me excita.

- Você não se sacia nunca? – pergunto com um sorriso torto na boca. – Não bastou para você o nosso showzinho de ontem a noite?

Ele gruda a boca no meu pescoço e sinto meu corpo todo se arrepiar com seu toque. Eu também não posso resistir estar na mesma cama que ele.

- Eu nunca vou me saciar de você Heloisa. – ele responde em um murmúrio. Sua boca passeava entre meu pescoço e meu ombro. Chegou até meu ouvido e em um sussurro me deixou mole. – Eu quero você. Agora!

Abro os olhos e encaro aqueles olhos cheios de desejos.

- E você está esperando o que? – eu o desafio.

Em um impulso só, ele estava em cima de mim, me prendendo na cama. Solto uma risadinha e ele ataca minha boca, mesmo sem antes nós fazermos nossa higiene matinal. Ah! Que se dane!

Peter é ágil. Sobe o tecido da minha camisola pelas minhas pernas nua e encaixa dois dedos entre o pano da calcinha e a pele do meu sexo. Com os dedos ele me instiga. Eu me abro para ele, seu toque é como uma corrente de eletricidade em cima de mim.

- Você já está toda pronta para mim. – ele suspira em satisfação.

Ele se ajeita entre minhas pernas e meu corpo todo convulsiona apenas com a expectativa de tê-lo dentro de mim.

Ainda precisamos daquela maldita borracha, mas logo não precisaremos mais. Isso me deixa satisfeita.

Peter envolve seu pênis rapidamente e em um solavanco esta dentro de mim. A urgência e a sensação de ser preenchida por ele me faz gemer. Ele joga a cabeça para trás e fecha os olhos em êxtase.

- Você é tão perfeita Heloisa. – ele grunhi em um som quase inaudível.

Seus movimentos são rápidos e ritmados e eu tento acompanhar seus balanços com meus quadris. Em poucos minutos nós dois entramos em no nosso clímax juntos.

Nossos movimentos cessam e ele ainda dentro de mim, passa a mão sobre meu rosto e me beija.

- Você é minha, não é? – ele me pergunta quase que impondo a condição.

- Sim. – respondo ofegante.

- Quero que você se lembre disso quando estiver longe de mim. – ele esclarece.

Confirmo com a cabeça enquanto ele sai de dentro de mim. E de repente eu sinto um vazio, uma sensação estranha de abandono, um aperto no peito e não quero me desgrudar dele. Sem pensar muito eu o agarro em meus braços e aperto. Não quero uma separação.

- Ei! Assim você vai me matar sufocado. – Peter diz sorrindo. – O que foi?

- Nada. – nego com a cabeça. – Só estou me certificando de que você também se lembre de que você é meu enquanto eu estiver fora.

Preço de um recomeço #Wattys2016Histórias para pegar e não largar. Descubra agora