Lugar público

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🔞
Pra escrever esse capítulo eu tive que sair completamente da minha zona de conforto, justamente por nunca ter escrito algo assim. Eu não sei se ficou bom e por ser minha primeira vez, talvez não tenha ficado legal.

O capítulo é +18, então se não gosta, não leia.
Como algumas das histórias que eu leio avisam sobre, acho importante falar também.
Obrigada🙆🏼‍♀️

Yok abriu um pouco a porta para ver quem batia desesperadamente do lado de fora e Aye a empurrou, entrando dentro do cômodo e passando a chave na mesma ao passar.

— Ei!

— Shi...

O menor pôs Yok contra a parede gelada do banheiro o deixando sem saída e com um biquinho nos lábios ele o pediu silêncio. Seu olhar estava carregado de desejo e seu jeito travesso e cheio de maldade faziam Yok querê-lo ainda mais.

— Se não quiser que descubram a gente aqui, faça silêncio...

— O que você quer?!

— Quer mesmo saber?! — perguntou olhando para a área baixa do moreno — Tá com problemas...?

— Você tá tentando mexer comigo?

— Não vê que eu já consegui...? Me deixa te ajudar com isso. Alívio do estresse...

Yok sabia que só a pessoa a sua frente poderia livra-lo daquilo, por isso não relutou. As mãos de Aye foram de encontro com a toalha e a puxaram devagar, tirando-a da cintura do moreno. Ele não tinha reação alguma a não ser olhar e sentir o baixinho tão próximo de si. Sua respiração estava caótica e que sorte ele tinha por estar encostado na parede. Aye o deixava quente sem ao menos toca-lo.

— O que vai fazer...?

— Não pergunta nada, só sente e tenta não gemer alto...

O toque das mãos de Ayan em Yok era quente e isso o causava arrepios pelo corpo inteiro. Isso o deixava cada vez mais necessitado. Ele precisava de mais ou iria enlouquecer. O moreno recostou sua cabeça na parede e sentiu as mãos de Aye tocarem seu corpo devagar; explorando mais uma vez como na noite anterior, porém com calma agora.

A área de Yok ainda estava ereta e com os toques de Aye, ela nunca iria obedecer os comandos de seu corpo.

— Só um toque é capaz de fazer isso com você... Você é tão meu, Yok... Inteiramente meu... Milhões de coisas sujas passam em minha mente agora, mas são vulgares de mais pra serem ditas assim...

Ayan que estava de pé na frente do outro agachou em sua frente enquanto desenhava as entrelinhas de seu abdômen com a ponta de seus dedos e os desceu até o cós da sunga.

— A gente tá num lugar público, Ayan...

— Shi...

Aye passou a mão na coxa de Yok e a beijou deliciosamente, também chupou o local e deixou uma marca vermelha. Sempre que isso acontecia arrancava um gemido de prazer do maior. A língua do menor era quente e percorreu caminho até a área coberta pela sunga.

— Vamos voltar pro apartamento, por favor... — choramingou numa súplica ainda que sua vontade fosse oposta àquela.

— Eu não vou resistir... Eu quero aqui, Yok... — Ayan falava de forma manhosa como se aquilo fosse uma necessidade extrema, e era.

— A-aye... Tudo bem... — se entregou.

Yok segurou o rosto de Ayan e o fez voltar para si novamente. Uma de suas mãos adentraram os cabelos castanho-escuro do menor, enquanto a outra estava em seu rosto e passou o polegar nos lábios de Aye, que os entreabriu e passou a língua no dedo do maior como provocação. A mão que estava nos cabelos de Ayan os apertou um pouco mais, fazendo a cabeça do garoto voltar um pouco para trás.

— Faça bem feito...

Os olhos de Ayan mostravam puro prazer e brilhavam de admiração e desejo. Tê-lo ali daquele jeito e tão entregue para si, o fascinou. Ele agachou novamente e puxou para baixo a única peça de roupa que havia no corpo do moreno, isso sem desviar seus olhos do outro.

Yok podia sentir o respirar quente do garoto perto de seu membro. Era delirante e ele estava completamente louco para senti-lo. Ansiava por aquilo... O menor deu alguns beijos no comprimento do mais alto, até chegar na ponta, onde lambeu o pré-gozo. Yok gemia baixo e puxava os cabelos de Ayan cada vez mais. Porém suas mãos desceram para a nuca do menor.

— Você é incrivelmente bom... Perfeito pra mim em todos os sentidos... — sussurrou umedecendo os lábios e olhou para o rapaz com um sorriso malicioso nos lábios.

Os olhos do mais baixo penetravam os de Yok, mas ele logo desceu seu olhar para oque estava a sua frente, então se aproximou e o segurou, pondo apenas a ponta em sua boca e fazendo movimentos circulares com a língua.

— Aye... — gemeu jogando a cabeça para trás. Ele era bom.

— Amor... Por favor... não faça barulho... Eu tô aqui...

Ayan passou a chupar lentamente o membro de Yok, mas passou a acelerar os movimentos indo e voltando, cada vez mais fundo e, mesmo que o menor o pedisse silêncio, ele continuou gemendo. Era impossível controlar como ele se sentia perante aquilo. Era bom... Era muito bom.

O vai e vem da boca de Ayan contra Yok fazia suas bochechas se esvaziarem. Vez ou outra Aye o provocava com movimentos lentos e delirantes, era quando Yok mordia forte seu lábio e puxava os cabelos do outro. O moreno segurou a nuca do menor e pressionou contra seu membro, seguindo sempre os movimentos de vai e vem, e fazendo o garoto engasgar em alguns momentos.

Ayan tinha sorte por não ter um reflexo enquanto sentia o moreno ir mais fundo em sua garganta. Os movimentos eram rápidos, fortes e iam mais e mais fundo.

Aye não precisou mais do impulso do moreno e acelerou os movimentos por sua conta e enquanto sentia o membro pulsar em sua boca, sentia também os fortes puxões em seus cabelos, mas isso era excitante para ele. As mãos do menor seguravam os quadris do rapaz e o apertavam contra si. Seus gemidos não podiam mais ser controlados aquela altura, mas não queria ser descoberto, então as vezes lembrava de morder seu lábio inferior para evitar um gemido alto.

Nesses movimentos rápidos Aye sentiu Yok explodir em sua boca, então ele o engoliu por inteiro e tirou o moreno de sua boca, limpando o canto da mesma e sorrindo em seguida ao ver como o maior estava.

Aye levantou-se do chão com a toalha em mãos e tocou a cintura de Yok, que tremeu com isso, então o menor aproximou-se de seu ouvido e deixou sua respiração ofegante soprar ali.

— Você gostou...? — sussurrou quase num gemido.

Yok não conseguiu responder nada e Ayan o olhou excitado. O beijo foi feroz; avassalador e cheio de prazer. O corpo do moreno reagiu involuntariamente ao toque de Ayan e seus lábios se abriram um pouco, dando espaço para o menor invadi-los com sua língua. Aqueles lábios estavam bem hidratados e deslizavam sutilmente nos de Yok, que sentia seu próprio gosto na língua do menor.
Enquanto suas línguas passeavam na boca um do outro, Aye envolvia a toalha de volta na cintura do maior.

— Você é bom... Muito bom, grandão... — sorriu com sua própria piada de duplo sentido e beijou rapidamente o pescoço de Yok, saindo em seguida.

— Não estão demorando muito?

— Talvez os dois tenham se matado dentro do banheiro

— Não duvido nada...

— Devemos checar?

— Do que estão falando...? — perguntou Ayan voltando a se sentar.

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