Seus beijos começaram a trilhar um caminho até o abdômen de Yok e o mais baixo já podia sentir como ele estava excitado por sua causa, então ele o beijou por cima da calça e estava rígido; seus lábios se curvaram num sorriso aberto após senti-lo desse jeito. Aye desabotoou os botões da calça jeans de Yok e ficou de joelhos em sua frente, então ele a tirou depressa com a ajuda de seu dono.
— Você é tão bom... Parece feito sob medida pra mim. — disse olhando completamente o corpo do moreno a sua frente e começou a deslizar a ponta de seus dedos sobre sua pele — Seu corpo é como uma joia, Yok... Ele é sensível, mesmo o dono dele não sendo, — sorriu — e só eu tenho delicadeza para toca-lo. Gostaria de ser o único... Parece tão pronto só pra mim...
Yok empurrou Aye gentilmente pelo peito e o fez deitar, nisso ele subiu em seu colo e de imediato sentiu como ele estava duro abaixo de si.
— Você precisa de mim, Aye... — sussurrou ao se aproximar do ouvido do menor e o beijou no pescoço para provocá-lo — Eu sinto que precisa... E eu tô pronto pra você...
Ayan levou suas mãos a bunda de Yok e a apertou forte, subindo um pouco para sua cintura. Ele queria sentir o gosto do moreno, explora-lo com as mãos e os lábios. Mas, porra, ele já era tão bom...
Yok sentia como se as mãos de Aye causassem queimaduras em sua pele. Ele era quente como ferro em brasa e o moreno parecia uma criatura magnífica, que só as mãos de Ayan podiam feri-lo. Ele despertava os pensamentos mais sujos daquela mente rebelde. Causava efeitos devastadores em seu corpo... O permitia sentir coisas delirantes...
Ele se movimentava para frente e para trás em cima do menor e isso o deixava louco, por isso ele o virou novamente e inverteu a posição.
— Quero tentar algo, posso...?
— O que...?
— Suas mãos... — respondeu ofegante — Eu as quero presas...
Yok sorriu e olhou para o armário de Todd e quando Aye o abriu ele encontrou alguns materiais um tanto... "ousados".
"Sua mente também é suja, Todd... Você é oque? Christian Gray tailandês?"
— Por que tem que fazer isso...? Não acha que é mais divertido se eu tocar você...?
— Acho, mas isso vem depois... Mas eu só vou fazer isso se tiver seu consentimento...
— Você tem...
Yok juntou seus punhos e os estendeu para Aye, que os segurou delicadamente e os amarrou sem pôr muita força, então ele os colocou acima da cabeça do maior.
— Deixe-os aí se não quiser que eu os prenda na cama...
Um sorriso presunçoso se formou nos lábios do moreno e ele apenas assentiu. Depois disso Aye voltou para cima de si e o deu um beijo muito bom, incrivelmente bom, enquanto suas mãos tocavam sutilmente aquela pele bronzeada. Sua boca devorara a de Yok e ele sentia seu corpo ferver. Era intenso, quente... bom... A vontade do moreno era também poder tocar Aye, pelo menos durante o beijo, mas quando pensou em baixar seus braços e os envolver no pescoço de Ayan, ele os segurou e os fez voltar ainda mais para trás, isso fez Yok desgrudar um pouco suas costas do colchão.
— Deixe-os aí...
Eles já estavam entregues ao outro e estavam sentindo cada segundo e toque. Os toques de Ayan faziam Yok morder frequentemente o lábio, tentando controlar a excitação que estava sentindo e o deixando cada vez mais vermelho. Ele olhou para Yok e nesse olhar foi possível ver quanto desejo ele sentia pelo outro.
— Eu quero você por completo...
Seu corpo foi explorado por inteiro pelas mãos e pelos lábios do menor. Suas tatuagens foram tocadas e beijadas por Ayan. Ele também deixou chupões por todo lugar.
— Eu não quero só isso, Ayan... Eu quero mais...
— O que você quer...?
— Eu quero você...
Ayan beijou ferozmente Yok e se desfez da cueca boxer que ele vestia e pôs sua mão no membro que ansiava por atenção e isso fez seu dono cruzar os pés. Isso era meio que uma tentava inútil de controlar seu prazer. Ele estava excitado demais e só conseguia sentir as mãos do menor o tocando tão deliciosamente e fazendo movimentos de sobe e desce em sua área, o estimulando e o deixando com mais tesão. Yok gemeu e jogou a cabeça para trás. Tudo que ele queria era poder fazer algo com as mãos que estavam atadas.
Aye chupou o mamilo exposto do maior e quando o mesmo sentiu que não iria conseguir controlar seus gemidos ele mordeu seu lábio, impedindo que qualquer barulho alto saísse de sua boca. Não era nem o começo do que Aye pretendia fazer consigo, porém ele já estava inteiramente entregue e não pretendia parar até finalmente chegar no seu verdadeiro limite.
— Ei... Eu quero te ouvir... — pediu mordendo e puxando o mamilo do rapaz que respirou com dificuldade — Eu quero te ouvir...
Ayan levou seus dedos aos lábios de Yok e os deslizou sobre eles, fazendo-o abri-los.
— Ayan, não...
— Se não fizer oque eu digo, eu vou parar... Eu gosto de te ouvir... É bom pra mim...
— Eu posso ser seu...
— Você já é meu... Pode ficar de costas...? — perguntou e teve seu pedido atendido. Yok ainda estava deitado, até Aye tocar seu quadril e o erguer para si, deixando-o de quatro em sua frente — Você não parece envergonhado...
— Porque eu realmente não tô... — sorriu malicioso e sentiu os lábios de Ayan tocarem suas costas até seu pescoço — Ayan...
Ele sussurrou fraco e fechou seus olhos, então o baixinho chupou o lóbulo de sua orelha enquanto seu membro, que ainda era coberto por sua cueca roçava em Yok e o mesmo rebolava devagar contra ele, que tentava controlar sua respiração caótica. Aye se afastou um pouco e passou seu dedo na boca, o umedecendo e logo deslizando sobre a entrada do moreno, mas não o tocou.
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Bed Friend
Fiksi Penggemar"E agora, te odiando ou não, mesmo que eu tente, eu não consigo ficar longe de você..."
