Que comecem os jogos

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Deu a louca na escritora! Jkkk
Espero que gostem da série de capítulos que vai sair hoje e estejam preparados em!


Exatamente uma semana depois do último treinamento, os rapazes finalmente estavam prontos para fazer algo que poderia mudar novamente suas vidas, melhorar tudo. Eles estavam prontos e enquanto se arrumavam com seus equipamentos, esperavam mais que nunca pelo anoitecer.

Todd havia comprado todos os equipamentos necessários para a proteção de todos, então poderiam atacar.

— O dia parece que não passa... É insuportável esperar aqui dentro como ratos de esgoto.

— Se você quiser, Sean, você pode sair por aí com essas roupas e essas armas. Certeza que as pessoas irão entender. — retrucou Black.

Eles andavam de um lado para o outro. Checavam as armas, os coletes, as horas... Olhavam o céu escurecer um pouco há cada três horas. A impaciência era nítida em seus rostos. O balançar de pernas, o travar e o destravar das armas... Tudo parecia passar, menos o tempo.

— Maldito dia em que decidi acordar cedo... Se eu tivesse enchido a cara ontem eu não estaria acordado tão cedo e não teria que esperar até à madrugada. — reclamou Gram.

— Um dia nunca passou tão devagar na minha vida...

Reclamações eram ouvidas o tempo inteiro, vindas de todos os lados. Suspiros pesados, estalos com a língua... O ar pesava impaciência e ansiedade.

Após longas horas até à madrugada, todos já estavam em seus devidos lugares para assim começar oque tanto planejavam. Já se dirigiam para seus carros com seus equipamentos e tudo mais.

— Nada pode dar errado, entenderam?! — perguntou Black e todos concordaram — Vamos lá.

[...]

Enquanto os rapazes se organizavam para sair, do outro lado do bairro Yok estava sentado na cadeira dum bar qualquer, mas na companhia da pior pessoa possível.

— Por que tinha que me tirar de casa? Seja lá o que queira me dizer, era só dizer em casa.

— Eu não quero te dizer nada, só queria que você saísse pra beber comigo e se eu chamasse normalmente, você não viria.

— Ainda bem que você sabe disso... — respondeu e virou de vez o copo de bebida, que queimou em sua garganta.

— Eu tenho que passar num lugar depois daqui, você vem comigo.

— Eu não vou a lugar nenhum.

— Eu sei...

Após a última frase dita por Dan, Yok começou a se sentir mal e sua garganta fechou, ele não conseguia engolir e nem respirar.

— O que você fez?! — perguntou com dificuldade — O-o que tá acontecendo?! Filho da p...

Pela falta de ar causada pelo veneno posto na bebida de Yok por Dan, o moreno desmaiou, e com a desculpa esfarrapada de que "seu namorado" estava passando mal, ele conseguiu tirá-lo do bar sem que o questionassem.

Dan realmente não fazia ideia de que a gangue parceira do maior estaria atacando o congresso aquela noite, e foi por pura coincidência, que ele decidiu dar às caras.

Não tinha como aquela noite ficar pior... Bom, era o que todos achavam. Os amigos de Yok não imaginavam onde o moreno estava, e nem ele sabia do paradeiro de seus amigos há dias. Mas, naquela noite, um avião havia chegado à Bangkok... Aye estava de volta... Ele havia voltado para tentar acertar as coisas com a pessoa que fazia seu peito apertar, pois mesmo longe, ele ainda tinha o controle de suas emoções e, Kan também havia dito o que os rapazes planejavam, então quando os três carros pararam no primeiro semáforo, Ayan apareceu saindo de um carro idêntico aos outros.

— O que diabos ele está fazendo aqui?! — perguntou Gram sem acreditar no que via e logo desceu do carro — Ayan!

— Onde está o Yok?!

— O que você tá fazendo aqui?! Ele não tá com a gente!

— Eu quero ajudar, por favor, não tente me impedir.

— É claro que os meninos iam contar...

— Ayan, se quiser ajudar, entre logo! Não temos tempo pra isso! — gritou Black aparecendo no carro de trás e Aye concordou e logo saltou para dentro.

Os homens de Todd já estavam posicionados do lado de fora do prédio e aguardavam apenas instruções do seu superior para começar a invasão. Como seus carros eram do mesmo modelo dos carros que chegavam diariamente ao local, a entrada foi autorizada, juntamente as identidades falsas que ambos tinham.

— Achei que o sistema daqui fosse bem mais complexo...

— O sistema de segurança é complexo, mas as pessoas que o protegem não são.

— Gram, Sean, White e Black, vocês podem ir... Eles estarão à frente de vocês. Gumpa, Ayan e eu iremos para a parte mais alta, onde estão os outros. Qualquer coisa que sair do controle, não hesitem em recuar! E Black... por favor, se cuida... — pediu Todd.

— Tudo bem... Eu vou ficar legal, se cuida...

Eles se deslocavam com cuidado para a entrada do prédio, enquanto os outros três se juntavam aos atiradores num pequeno morro do lado de dentro do perímetro.

— Estamos em posição, Todd.

— Theo, pode desligar as luzes do primeiro e segundo andar, e os rádios, também corte as linhas telefônicas...

Quando Todd o avisou sobre as luzes, todo o prédio foi apagado e a porta de entrada foi liberada. Eles seguiam cuidadosamente, mesmo tendo uma "escudo" a sua frente, pois todos aqueles homens eram fortes demais se comparado aos outros, mas eles não podiam arriscar perder mais ninguém.

— Se as luzes forem apagadas, como irão falar pra eles sobre as câmeras?

— Theo consegue desligar apenas o sistema que quisermos, nós precisamos apenas das luzes. Ele já tomou conta das câmeras e outros sistemas. Tudo está sob controle, Ayan.

— Gumpa, como está o movimento do andar de cima?!

— Há seguranças se deslocando rapidamente para o elevador e para as escadas. Sean e Gram, protejam as saídas de emergência! White e Black, o elevador estará aí em dez segundos. Se escondam e atirem quando ele abrir. Os homens de Todd podem cuidar dos que estão descendo pelas escadas.

— Quantos dentro do elevador?

— Cinco. Não ataquem de frente, eles esperam por isso. Se quiserem atirar para matar, atirem na cabeça! Quando eles perceberem oque está acontecendo eles não irão mais descer, eles irão proteger os últimos andares.

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