Rio de Janeiro, novembro de 2022.
- Para que existem despertadores?! – Acordei já bufando! Mas sorrio assim que lembro do encontro perfeito de ontem à noite! Me sinto orgulhoso de ter consigo montar tudo em tão pouco tempo... A sorte estava ao meu lado, quando lembrei que o pai de um amigo é colecionador de carros, surtei quando ele topou emprestar! Peguei o carro cheio de regras, entre elas, não deixar mais ninguém dirigir, essa eu furei com louvor! Quando Amanda me deu um beijo e pediu, desmanchei na hora, mas só entreguei as chaves quando chegamos na rua dela. A outra era devolver o carro no mesmo dia, por isso não pude nem ficar com ela. Até pensei em voltar, mas quando cheguei para devolver a raridade que eu dirigia começamos uma conversa regada a boas histórias e gargalhadas. Acabei chegando em casa de madrugada.
Novamente meu telefone toca, dessa vez com um alerta me lembrando de uma reunião importante, para apresentação de um projeto para a diretoria de uma multinacional de varejo. Corri com tudo, acertei os últimos detalhes com o meu time de programadores, fiz um teste. Tudo certo! Me arrumei rápido, pedi meu Uber e desci rapidamente para pegar um "café viajante". Do caminho envio uma mensagem para Amanda dizendo que não conseguiria estar com ela nessa manhã, mas que deixei um brigadeiro para que o dia dela começasse bem.
Demoramos mais tempo do que imaginávamos. O projeto foi aprovado e já engatamos em um novo contrato junto ao mesmo cliente. O mercado está cada vez mais acirrado, então quando tudo dá certo, festejamos. Fidelizar os clientes é imprescindível!
Existe uma tradição na ACJ-TI que quando conseguimos entregar um contrato com sucesso, saímos para comemorar com o time completo, da dona Lourdes, nossa tia da limpeza, passando pelo time de programadores, contando comigo, como CEO. Não foi diferente. Fomos para um restaurante e de lá só saímos tarde da noite. Só tinha um problema... um problema com nome, sobrenome, CPF, cabelos lindos e olhos intimidadores. Eu estava com saudade. Uma saudade maior do que eu esperava! Uma saudade real!
Agora faltam 15min para meia noite! Entro no meu prédio rumo ao meu apartamento, quando olho para minha porta vejo um post-it escrito "Você faz falta!", seguido de um coração. Sem assinatura, mas não precisa, eu reconheço a letra. Quando pego o recado e percebo que é perfumado. Ah! Amanda... já não entro em casa. Peço outro carro de aplicativo e vou para casa dela. Não ligo! Não mando mensagem! Só vou! Seja o que Deus quiser!
No caminho me pego apreensivo, me sentindo um tanto adolescente e um tanto ridículo por ter essa sensação à essa altura do campeonato, afinal... já passei dessa fase há tempos. Quando chego na porta do prédio dela penso em voltar. Será que ela tá dormindo? Já passou da meia noite e o apartamento dela está todo apagado. – Foda-se! Já tô aqui. – Me encho de coragem e toco o interfone! Toco uma vez, duas vezes, quando ia tocar a terceira ela atende. Voz rouca e assustada. – Oi! Quem é? – Ela pergunta e eu respondo com um pouco de vergonha – Amanda! Oi! – Antes de eu continuar ela fala – Antônio! – Ouço a liberação da portaria. Não deu tempo nem de responder... subo!
Chego na porta ele está me esperando. Não consigo identificar sua expressão e não sei para o que me preparar. Chego perto e ela anda em minha direção. Sorri, fica na ponta dos pés, segura minhas mãos e sela nossas bocas em um beijo longo e de olhos abertos. Meu Deus, Amanda! Aqueles olhos verdes, praticamente dentro dos meus, faz um efeito imediato em meu corpo. Pego ela no colo e fecho a porta com o meu pé. O apartamento dela tem um conceito aberto e o lugar mais perto era a bancada da cozinha. É para lá que vamos. Somos tomados por uma urgência que eu nunca imaginei.
Quando a sento na bancada em vez de uma voracidade já imaginada, passamos por um momento terno, a beijava, a olhava, sorria, gravava cada pedaço do seu rosto, até que ela me empurrou com os seus pés. Me afastei e aí sim a combustão aconteceu! Me olhando dentro dos olhos, ela tirou a camiseta que vestia, me dando a visão dos seus seios livres e perfeitos. Ela desce, sem deixar de me olhar ela tira a calcinha ficando nua. Toda nua! Pra mim! Ela deveria ser emoldurada, tamanha perfeição. Ela anda vagarosamente até mim, estica a mão. Eu faço o que ela quer, quase sem conseguir respirar e ela me guia até o sofá da sala, que estava bem perto de nós. O caminho é mínimo, mas aproveitei cada segundo já que agora a minha visão é daquela escultura que ela chamava de bunda.
Quando chegamos no sofá ela se vira pra mim, em silêncio começa a tirar cada peça das minhas roupas. Uma por uma, até que ela me deixa nu. – Enfim, iguais. – Falo sorrindo e puxando para meus braços. Nos beijamos de forma apaixonada, em dois segundos já estou com ela em meu colo, sentada em cima de mim. Aproveito o acesso ao seus seios e beijo cada centímetro do seu colo, cada pinta disponível. Um dia vou contar quantas ela tem pelo corpo todo. Suas mãos estão segurando meus cabelos enquanto ela se joga pra trás me dando ainda mais liberdade. A seguro pela cintura quando ela levanta, faço menção em levantar e ela me trava com a mão, ela vai até o quarto e volta com uma camisinha. Ela mesma coloca o preservativo, novamente senta em mim já nos unimos, a seguro firme pela bunda, ajudando na impulsão. Ela tem um ritmo próprio, correto. Rebola, sobe, desce, esfrega. Quando percebo sua respiração mudar e levo minha mão à sua buceta, tratando especialmente o seu clitóris, até que ela goza. Goza chamando o meu nome! A viro, deito sobre ela, estocando de forma firme e rápida até que logo gozo também.
Ficamos ali deitados, ela em meus braços. Conversamos sobre o dia até que ouço sua barriga roncar. Dou uma gargalhada alta e ela senta no sofá, também rindo. – Tenho uma surpresa pra você! Achei que você viesse e pedi pra Pam fazer dois sanduiches de rosbife na ciabatta, que eu sei que você gosta. Até pensei que não fossemos comê-los, mas você veio. De madrugada, mas veio... quer? – Sorrio e a puxo pra mais um beijo – Você não existe, Amanda! Quero, claro que quero! Alguma coisa pra beber? – Pergunto enquanto ela anda pela casa pelada. Ela aponta para a adega e eu sigo até lá e é isso. Jantamos juntos, meu sanduíche preferido, bebendo vinho, nus, às 3hrs da manhã.
Dormimos no sofá.
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EVERY DAY, ONE DAY
FanfictionUma rotina Um café Uma mesa Várias percepções O quanto alguém pode alterar sua vida apenas sentando em seu lugar favorito? - Uma FIC COLLAB com muita gente legal! Recheada de amor!
