Carioca e eu ficamos deitados, por algum tempo, até ele falar que precisava ir pra boca.
Carioca: Renatinha, preciso ir!
Renatinha: Fica mais um pouco.
Carioca: Quem diria que um dia iria me pedir pra ficar perto de tu.
Eu apenas ri.
Ele levantou e foi tomar um banho.
(...)
Um pouco mais tarde naquele mesmo dia, o Carioca chegou e eu estava preparando o jantar. Ele entrou rápido em casa e subiu as escadas com pressa, mas logo ele voltou, com um bolo de dinheiro.
Renatinha: Que isso?
Carioca: Nada.
Renatinha: Pra que tanto dinheiro?
Carioca: Não enche!
Isso não me abalou, porque prefiro não saber as merdas que ele faz.
Renatinha: Carioca - disse manhosa enquanto ia até ele. - mudando de assunto, já que você está em casa, a gente poderia repetir...
Carioca: Que parada é essa, Renatinha?
Renatinha: Rapidinho!
Apenas levantei o vestido e ele pode ver que estava sem calcinha.
Carioca: Coé? Assim tu sabe que não consigo resistir.
Renatinha: Pois é...
Ele me pegou no colo e colocou sobre a pia da cozinha, desceu até minha intimidade e começou a chupar loucamente. Eu sei que nossa química na hora do sexo é incrível.
Logo ele me desceu, me virou de costas e pude sentir me penetrar. Aquilo era incrível.
Carioca: Vou te fazer pedir perdão por querer ficar me provocando.
Renatinha: Como assim?
Ele apenas começou a penetrar com força, e então começou a doer.
Renatinha: Carioca! - falei aflita, mas fui ignorada - Carioca, por favor.
Carioca: O que? - enquanto continua a penetrar.
Renatinha: A-assim... assim eu n quero.
Ele me virou, me puxou pelo braço até a sala e me jogou no sofá. Ali pude provar o quão o Carioca pode ser ruim, o quão ele não é o príncipe que, as vezes, ele parece ser. Continuei falando que estava doendo mas ele ignorou todas as minhas falas.
Quando finalmente pude sentir ele estremecer, continuei deitada mas única reação que eu consegui expressar foi a de tristeza.
Carioca: Coé? - riu - tu não pediu pra eu te comer, feito a puta que tu é?
Renatinha: Porque tá me tratando assim?
Carioca: Assim como?
Renatinha: Nada...
Me levantei e fui para o quarto. Cinco minutos depois eu pude ouvir a porta da sala batendo com força, sai do quarto e olhei pelo vão da escada, ele havia saído.
Toda vez que ele e eu estamos nos entendendo parece que ele pensa: "vou ser um cuzão", não entendo.
(...)
No meio da madrugada, senti um vento gelado arrepiar meu corpo. Abri os olhos e dei de cara com o Carioca sentado na poltrona mexendo no celular enquanto fumava um.
Renatinha: Caramba, que susto. - levantei assustada.
Carioca: Tu se assusta fácil né?
Renatinha: Porque você abriu a janela? Tá um vento gelado e você nem dorme mais aqui. - disse fechando-a
Carioca: Não enche!
Renatinha: Ninguém mandou você me comprar, agora atura.
Carioca: Tu vai voltar nesse assunto? - me olhou com ódio.
Renatinha: É a realidade, ué!
Carioca: Aí tá bom Renata. Tu tá muito confiante, tá perdendo o medo do perigo?
Renatinha: Que perigo? Você?
Ele apenas levantou rápido, veio até mim, me jogou de volta na cama e pressionou a mão no meu pescoço sem muita força. Confesso que senti um pouco de medo e ao mesmo tempo tesão, porém não vou baixar a guarda.
Carioca: Tu tá querendo me tirar do sério?
Renatinha: Te de deixar doidinho é minha especialidade - o provoquei.
Carioca: Deixa mesmo.... - isso fez com que eu encarasse ele com um pouco de safadeza, mesmo não devendo - mas é de irritação.
Renatinha: Oh, isso não é verdade, por que se não você não transaria comigo sempre que pode.
Carioca: É porque tu é a puta com a agenda mais disponível que eu tenho.
Renatinha: E a Ellen? Desistiu da marmita do morro?
Carioca: A vez da marmita Renata chegou! Já já tá na vez da outra!
Renatinha: Ah, achou outra? Por isso você tá tão distante ultimamente?
Carioca: Coé? Tá maluca?
Renatinha: Isso explica até desistir de dormi comigo todo dia.
Carioca: Olha, vou te passar a visão, nós não temos nada, tu é apenas a puta que eu consigo comer sem ter que me esforçar de mais, e pra falar a verdade, se não fosse tu ia ser outra, porque buceta a gente acha em qualquer canto. Principalmente eu.
Renatinha: Você é o pior ser humano do mundo - tirei ele de cima de mim e fui em direção ao banheiro para chorar chorar.
Aí que ódio, odeio chorar quando estou com raiva. Ele me puxou pelo braço.
Carioca: Eu ainda não terminei!
Renatinha: O que você quer comigo? Me machucar mais?
Carioca: Entenda, tu é minha.
(...)
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VENDIDA AO DONO DO MORRO
Teen FictionRenatinha tem 16 anos e veio de São Paulo pra o Rio de Janeiro faz pouco tempo. Seu pai conheceu Ana, uma viciada, nos bailes do morro, e a levou para morar com ele. Ela é literalmente a versão má de madrasta. Os dois batem e forçam Renatinha a trab...
