*Renatinha narrando*
Eu não acredito em uma palavra que saiu da boca daquele marginal. Eu vo me recuperar, e vou fugir desse maluco.
Com dois meses após a agressão eu já estava boa. Eu não falei com o Carioca desde da manhã seguinte que voltei do hospital. Ele me evitava ao máximo, mas durante a madrugada eu podia sentir ele acariciando meu cabelo e as vezes percorria com as mãos no meu braço enquanto eu "dormia".
Ele tinha mudado seu comportamento comigo, não era rude. Ele se importava comigo mas fingia que não, sempre me deixava doces em cima do balcão da cozinha, mesmo me evitando.
(...)
A Liz morava com o Carioca mas passava boa parte do ano letivo em um apartamento pequeno alugado lá no asfalto, pra ela conseguir se deslocar pra faculdade. Desde o dia do baile não vi ela. Queria poder conversar e desabafar com ela.
O meu agressor me proibiu de ir aos bailes e de sair de casa, além de tirar meu celular. Eu não tenho absolutamente nada pra fazer o dia todo.
(...)
A noite estava estrelada e muito quente. Tomei banho e deitei pra dormi, com meu baby doll de oncinha, por volta das 23h. O Carioca chegou da boca e foi tomar banho.
Saiu de toalha, e eu fingi que estava dormindo. Ele pode ser um idiota mas não posso negar que seja um gostoso. Deitou do meu lado apenas com uma samba canção. Ele acarinhou meu cabelo, mas dessa vez ela veio até meu pescoço e deu um beijo. Meu corpo estremeceu todo.
Renatinha: Que isso? - falei assustada.
Carioca: Poh branquinha, eu sei que tu tá puta comigo e com razão, mas nesses tempo tu não reparou que eu mudei?
Renatinha: Reparei... meus ouvidos agradecem por serem poupados de ouvir sua voz. - ironizei.
Carioca: Eu gosto de tu... eu quero que seja minha. - olhou com jeito malicioso.
Renatinha: Vai me...
Carioca: Mas eu quero que tu me queira.
Renatinha: Aliás, você perdeu a aposta! - sorri sem jeito.
Carioca: Dessa vez eu aceito perder, não é algo comum não, mas quero perder de novo pra poder te provar algo...
Renatinha: E-eu acho melhor n-não...
Carioca: Quero provar que sexo é bom, branquinha.
Eu imaginei que fosse mas ainda estava muito traumatizada.
Renatinha: Eu queria que me deixasse em paz!
Carioca: Prometo fazer com carinho, e caso tu se sinta mal, eu paro.
Talvez poderia ser bom, mas com ele?
Talvez ele tivesse mesmo mudado e se arrependido.
Acho que posso tentar.
Renatinha: Ok.
Ele me olhou espantado mas logo sentiu-se preparado pra me fazer mudar a visão sobre ele e sobre sexo.
Ele cuidadosamente beijou minha coxa e foi subindo até minha virilha, tirou meu shorts, e viu minha calcinha azul.
Carioca: Você é tão linda!
Renatinha: Obrigada! - sorri.
Beijou minha intimidade de leve, por cima da calcinha. Subiu beijando minha barriga, meu peito até chegar no meu pescoço. Deixou um chupão, pegou meu braço e me virou de costas.
Meu corpo começou a suar frio, mas logo ele me tirou dos pensamentos negativos. Ele levantou minha blusa do pijama e deu vários beijos nas minhas costas, depois alguns arranhões de leve. Beijou minha bunda e abriu levemente minha perna, o dando à vista da minha intimidade. Afastou minha calcinha, passou o dedo e sentiu molhado.
Carioca: Que que isso branquinha? - riu.
Fiquei sem entender por alguns segundos mas logo entendi. Ele abriu minhas nádegas levemente com as mãos e deu algumas lambidas, isso era estranho mas me casou boas sensações. Logo foi descendo a língua até a abertura da minha vagina... deu algumas lambidas, afastou-se e me virou de frente.
Carioca: Tá tudo bem? - apenas assenti.
Minha blusa foi tirada e me senti um pouco vulnerável, mas ele me passava uma certa tranquilidade, não consegui entender.
Ele abocanhou meu peito e com a outra mão desceu e começou a tocar minha intimidade de forma rápida e prazeirosa. Pude sentir meu corpo estremecer e parecer que ia explodir de tanto tesão.
Renatinha: Carioca, eu vo... - senti meu corpo perder as forças e se entregar pro momento.
Carioca: Eu quero fud... - me olhou sem jeito - transar contigo! Posso? - neguei balançando a cabeça.
Renatinha: Não me sinto pronta! - vi a frustração em seu rosto - mas posso te recompensar.
Eu levantei, sentei na cama e alisei o seu membro, que já estava muito ereto. Eu tirei a samba canção e levei um susto. Ele riu com minha reação. Era enorme, eu entendi porque fiquei com tanta dor.
Abaixei e dei uma leve lambida na cabeça. Ele pegou minha mão, colocou-a em torno e fez movimentos, o que fez ele suspirar. Aumentei os movimentos e abocanhei, o fazendo gemer alto.
Eu estava me sentindo entregue ao momento, então decidi que talvez poderia ser algo bom pra mim. Deitei na cama e ele ficou sem entender.
Carioca: Já cansou? Mas nem gozei.
Renatinha: Vem aqui.
O puxei pra cima de mim, e ele entendeu.
Carioca: Quer mesmo?
Renatinha: Muito.
Ele entrou, e logo começou a movimentar. Me senti bem.
Logo seu corpo suado começou a ficar um pouco lento nos movimentos e percebi que ele chegou ao seu ápice. Ele saiu e me beijou loucamente, parecia que não queria se afastar.
(...)
Opa opa, o rolou aqui? Kkk
Querem mais?? Kkk
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VENDIDA AO DONO DO MORRO
TeenfikceRenatinha tem 16 anos e veio de São Paulo pra o Rio de Janeiro faz pouco tempo. Seu pai conheceu Ana, uma viciada, nos bailes do morro, e a levou para morar com ele. Ela é literalmente a versão má de madrasta. Os dois batem e forçam Renatinha a trab...
