Cléo narrando
Já faz um tempo que o Carioca está vindo aqui em casa quase todo dia, me bancando, alem de ficarmos juntos até tarde da noite. Eu sinceramente não gosto dele, mas só assim pra eu conseguir me manter fora daquela boate.
(...)
Me deitei para assistir televisão, no sofá da sala. Logo ouvi o barulho da porta, era ele.
Cléo: Carioca? Achei que tu não viria hoje.
Carioca: Pô, tô cansadão. Vim aqui, espero não que tu não fique de k.o.
Cléo: O que houve?
Carioca: Coé? Vamo fica falando disso não. Vamos fazer algo mais interessante.
Ele já começou a acariciar minha perna, tirou minha roupa e me penetrou sem muita cerimônia. Fizemos sexo por uns 20 minutos e pude sentir ele estremecer, mas de repente senti ele se levantar rápido e me olhar.
Carioca: Tu toma remédio?
Não entendi o porque ele ficou tão apreensivo.
Cléo: Sim! Ué.
Carioca: Ah suave.
Cléo: Mas acho que vou parar, agora que sai da boate.
Carioca: Já penso nois ter um moleque? - disse e riu.
Cléo: Ta tão apaixonado assim?
Carioca: Apaixonado? Coé Cléo? Só uma zoeira, mas tu não sabe brincar não. - ele disse enquanto se vestia.
Ele se levantou e foi embora. Fiquei paralisada do mesmo jeito que estava por uns minutos, apenas refletindo.
E se eu tiver um filho do Carioca? Ele é um bandido, e com isso sei que não tem muita expectativa de vida mas tem dinheiro para me assegurar.
Calma! Eu tô pensando em dar o golpe da barriga? Meu Deus, eu sou um gênio.
(...)
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VENDIDA AO DONO DO MORRO
Teen FictionRenatinha tem 16 anos e veio de São Paulo pra o Rio de Janeiro faz pouco tempo. Seu pai conheceu Ana, uma viciada, nos bailes do morro, e a levou para morar com ele. Ela é literalmente a versão má de madrasta. Os dois batem e forçam Renatinha a trab...
