Ele deu alguns passos a encostando na parede, haviam alguns carros estacionados naquele beco, e apenas eles dois. Alfonso podia sentir o estrago que ela fazia em seu corpo, ele a desejava desesperadamente e sentia o quanto ela o deixava em brasas com apenas um beijo.
Ela passou as mãos e arrastou as unhas em algumas partes do corpo dele. Enquanto as bocas ainda se saciavam, ela buscou as mãos dele, as encontrando em sua cintura e as levou até seus seios, onde ele os apertou com força.
Anahí: Ah Alfonso.... –gemeu, pausando o beijo. As bocas ainda continuavam próximas, ele massageou os seios dela, ainda por cima da blusa que ela usava-
E então ele a pressionou ainda mais contra a parede, fazendo ela sentir seu membro já excitado, ela gemeu outra vez, se remexendo entre ele e o muro que estava encostada. Ele deixou a boca dela, indo para seu pescoço, levou as mãos novamente para sua cintura e a puxou de encontro com ele, pressionado suas intimidades. Ela soltou um grito fraco, sentindo o quão duro ele já estava, estava tão maravilhoso que ela podia sentir seu corpo inteiro queimar apenas com aquilo.
Ele dava alguns chupões no pescoço dela, indo até o ouvido e falando algumas coisas de baixo calão, que fazia com que ela suspirasse ainda mais pesado. Enquanto isso, ele continuava a mexer o quadril dela de encontro ao seu, oras apenas os pressionando e oras o girando, como se ela rebolasse de encontro a ele.
Ele passou sua barba pelo pescoço dela, a arranhando, e encontrou sua boca outra vez, causando outra batalha com suas línguas. Alfonso imitou o ato do sexo com o quadril dela, como se a estocasse, e ela gemia cada vez que o sentia. Ele sentia seu membro tão duro que chegava a doer, mas estava disposto a fazer com que ela jamais se esquecesse do que ele lhe proporcionava naquele momento. Ele podia sentir os gemidos dela cada vez mais fracos e o semblante contraído ansiando que ele a tocasse de força mais intima, mas ele não fez.
Os movimentos com os quadris continuaram, as vezes bem lentamente, e as vezes acelerado. Ela sentia seu corpo tremer, o beijo continuava, intercalando entre sua boca e seu pescoço. As mãos dela por dentro da camisa dele o arranhava sem piedade, fazendo ele quase perder seu foco algumas vezes.
Anahí começou a sentir a sensação vindo, ela não podia acreditar que teria um orgasmo sem que ele ao menos lhe tocasse. A frustração vinha antes mesmo do tão esperado alivio. O gemido dela ficava mais fraco e ofegante, e ele a encarou, sem parar com os movimentos de suas intimidades.
Anahí: Seu desgraçado... –gemeu com a voz baixa derrotada, e ele sorriu malicioso-
Alfonso: Vê só o que eu posso fazer com você... –falou no ouvido dela, a fazendo gemer ainda mais ouvindo sua voz rouca, ele também estava ofegante, assim como ela- Vou fazer você gozar, desse jeito. –sussurrou outra vez no ouvido dela, ao mesmo tempo em que rebolou seu quadril contra o dela, e suas mãos tocaram delicadamente seus seios-
Segundos depois, ela gritou sentindo o orgasmo lhe invadir. Alfonso sorriu orgulhoso, parando com os movimentos. Ela ofegava com a respiração descontrolada, e assim que ela se acalmou, ele a puxou para mais um beijo.
A beijou com calma, paciência, esperando também que seu corpo se acalmasse. O beijo acabou, e ele a encarou.
Alfonso: Até breve, Anahí. –se despediu, e ela o olhava incrédula. Ele sorriu, se afastando dela, indo embora de suas vistas-
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Criminal Love.
FanfictionDiversos motivos levaram Anahí e Alfonso para o mundo do crime, porém, apenas um os levaram para o mesmo caminho. E não foi o amor. O amor é ar fresco, é paz, é calor, é felicidade. Amor é sorriso, suspiro, sonho. Amar é se sentir bem, é estar bem...
