Izuku se levantou da cama com relutância e abriu as cortinas, permitindo que a luz do sol invadisse o quarto e atingisse diretamente seu rosto. Ele grunhiu, incomodado com a claridade repentina, e desviou o olhar para o relógio em sua mesinha de cabeceira. Já era meio-dia.
Izuku: Nossa... nem lembro quando peguei no sono — murmurou, mas logo deixou pra lá. Vestiu-se rapidamente e saiu do quarto.
O silêncio na casa o incomodou. Era estranho não ouvir a TV ligada — onde Quicky costumava estar grudado — ou os risos de Inko brincando com a Eri. Agora, tudo estava... quieto. Silencioso demais. E isso começou a deixá-lo preocupado.
Izuku: Que estranho... Espera. Não tira conclusões precipitadas — disse a si mesmo, tentando se acalmar enquanto ia até o quarto da mãe.
A inquietação aumentou assim que ele entrou e percebeu o quarto completamente vazio. Literalmente vazio. Os objetos, roupas, pertences... tudo havia sumido. Um frio percorreu sua espinha. Em pânico, correu para o quarto da Eri. O mesmo cenário: vazio. Como se nunca tivesse sido ocupado.
E não era só nos quartos. A casa inteira parecia esvaziada. Restavam apenas os móveis. Desesperado, ele pegou o celular e discou o número da mãe, torcendo para que nada grave tivesse acontecido.
O telefone chamou... uma, duas vezes... seus pensamentos se embaralhavam.
Izuku: Será que aconteceu algo com elas? Elas me abandonaram? Não... Não, isso não faz sentido. - pensou
Tentava afastar os piores pensamentos, embora o medo já o corroesse por dentro.
Inko: Alô? — a voz de Inko do outro lado da linha foi como um sopro de alívio. Izuku sentiu o coração desacelerar e a alma voltar ao corpo.
Izuku: Mãe! Sou eu. Onde você e a Eri estão? E por que todas as nossas coisas desapareceram?
Inko: Oh, Izu... eu estava prestes a te ligar. Fiquei surpresa por você não ter acordado com todo aquele barulho — disse em um tom leve. — Você realmente tem um sono pesado. Mas sobre a sua pergunta... não posso te explicar agora. Só preciso que faça uma coisa: arrume suas coisas em uma ou duas malas e venha direto para a U.A. E olha, é melhor nem pensar em me desobedecer, entendeu? — completou, encerrando a ligação de forma abrupta, deixando Izuku ainda mais confuso e apreensivo.
Ele encarou o celular por alguns segundos, tentando processar tudo. Estava frustrado, ansioso e sem entender nada.
Izuku: Primeiro aquela conversa amarga com a Uraraka... e agora isso. Nem minha princesinha tá aqui pra me animar.
Bufou, irritado, mas fez o que a mãe pediu.
Arrumou rapidamente suas coisas em duas malas. Como não daria para ir de trem ou ônibus, chamou um táxi. Após alguns minutos de espera, o veículo chegou. A motorista era uma jovem de cabelos negros e olhos azuis. Ele colocou as malas no banco de trás, entrou e partiram. O trajeto foi mais tranquilo do que esperava — distraíram-se conversando durante o caminho, o que ajudou a aliviar um pouco sua tensão.
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Mais tarde, na U.A...
Izuku: Só espero que isso não seja algo ruim... ou alguém vai sair com o rosto quebrado — murmurou, incomodado, enquanto caminhava em direção à escola.
No caminho, encontrou Todoroki, Kirishima e Bakugo.
Izuku: Oi... — cumprimentou, visivelmente de mau humor.
Kirishima: Oi, amigo! — disse com seu habitual entusiasmo. — Parece que você não está num dia muito bom...
Izuku: Sério? Nem percebi — retrucou, com um tique nervoso no olho.
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Miraculous Deku
FanfictionIzuku Midoriya, herdeiro do poder "One for All", estava em uma intensa batalha ao lado de seu mentor, All Might, contra o temível vilão "All for One". Apesar das dificuldades, a dupla conseguiu sair vitoriosa após uma luta extenuante. Porém, ao ver...
