Capítulo Vinte e Um

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NOAH URREA

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NOAH URREA

Any Gabrielly era definitivamente minha, agora. Eu nem acredito que é recíproco, que tudo aquilo aconteceu. Eu a amo! E queria sair gritando isso por todos os cantos. É um alívio saber que ela me ama. Quero cuidar dela, amá-la com tudo que tenho, de todo coração.

Agora, ali estava, toda compenetrada, corrigindo trabalhos dos alunos para adiantar as aulas da semana. Eu dobrava as nossas roupas que tirei da máquina, descobrindo que alguns dos meus blusões "sumidos" estavam com ela. De vez em quando, a observava. A luz do sol iluminava seu rosto, destacando sua beleza.

Porra, que mulher perfeita.

Quando estávamos tomando café na hora do almoço, abri meu coração, algo que nunca foi fácil, mas com ela me ouvindo, deixei fluir. Nunca me senti tão vivo com uma mulher. Any me enlouquecia. Ela merece todo meu amor.

Não definimos tudo, apenas algumas coisas, pois o "tudo" que tinhamos que resolver estava por vir e nos acertaríamos aos poucos. Entre conversas, amassos e mãos bobas, parecíamos dois coelhos, que terminamos enrolados no sofá. Só após nossa segunda transa matinal conseguimos focar em outras tarefas.

Ainda assim, trocamos olhares safados, cutucadas e beijinhos enquanto nos ocupamos. Desde que nos entregamos, resistia para não fazer amor com ela em cada canto do apartamento — pelo menos por enquanto. Me lembrei do quão imerso eu estava nela várias e várias vezes ontem, e no chuveiro quando ela quis parar eu insanamente não conseguia. Até eu fiquei assustado, foi tão forte, inexplicável que cheguei a me preocupar enquanto recuperava a respiração. Eu estava uma máquina, e por incrível que pareça, um pouco dolorido, um pouco cansado, mas foi uma realização e tanta fazê-la minha.

Ela me provocava o tempo todo até quando não estava provocando, tornando meu sossego impossível.

Era como uma explosão constante, meu membro não me obedecia.

Passamos de "apenas amigosl, para duas pessoas que confessaram o seu amor. E tudo mudou.

Fui sincero dizendo que tentarei entender seu "trabalho" como dançarina na boate. Mas não seria fácil. Pois apesar de ser um cara tranquilo, tudo se tratando de Any me deixava protetor, em alerta, esperava não ser um problema, já imaginando que seria.

Pensar naqueles homens desejando minha mulher me deixava de mau humor. Ela explicou que começou há dois anos, quando o instituto enfrentava dificuldades financeiras. Era uma renda extra. Sei que ela ama dançar, mas, egoistamente, queria que dançasse só para mim. Meu lado possessivo aflorava ao pensar nela naqiele palco. Apesar disso, ela é talentosa, e tenho orgulho de quem ela é.

Meu pique estava no auge, acho que quis descarregar toda a vontade dela de uma vez só e a castiguei intensamente, no entanto, surpreendentemente, ela aguentou até o fim. Cada gota dentro dela, valeu a pena.

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