Noah é calmo, trabalhador e talentoso na cozinha - seu maior sonho é ter um restaurante próprio. Embora pareça transparente, guarda um lado oculto que evita revelar. Any, jovem professora determinada, é admirada por sua força e beleza, mas à noite...
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Notas da autora:
Capítulo tem Mídia, ouçam na hora específica da música. Ou se preferirem durante o capítulo —————————— NOAH URREA
— Quer dizer que sua sogra está na sua casa? — perguntou Jonah, rindo.
— Caramba, o Alex é muito bocudo mesmo, hein?
— Na verdade, foi a Nour quem me contou.
— Ah.
aa Saímos hoje à tarde, senão teríamos passado lá.
— Sei. — respondi, servindo duas vodka pura pra um cliente — Pois é, a Priscila ficará dois dias lá em casa. Graças aos céus, tenho sorte pra caralho. Ela é maneira, super pra frente, tipo uma mãezona. Entende?
— Poxa, mano, isso é foda.
Jonah assentiu, sorrindo.
— Fora que nada se compara à felicidade estampada no rosto da minha garota. Precisava ver, cara, Any toda contente com a surpresa.
— Imagino. — riu — Vez ou outra ela me dizia estar com saudade da mãe.
— Mas maior surpresa foi a Priscila dizer que vai morar aqui de vez.
— Caralho!? Isso é bom... ? — ele hesitou, divertido — É bom, né? — sorri — Vai morar com vocês? — arregalou os olhos, e eu ri mais.
— Não, ela disse que se muda em alguns dias. Vai ficar dois comigo e a Elly, dois com a Mel, e depois vai se estabelecer em Beverly Hills.
— Nossa, ela tem grana, então.
— Na verdade, segundo a Any, são economias de anos, se preparando pra algo desse tipo. Ela já trabalho em empregos versáteis segundo Any e parece que o pai delas, manda uma pensão generosa, então.
—Ah. Entendo.
— Priscila disse que não fazia sentido viver no Brasil. Até entendo, ela quer estar mais perto. "Nem tão perto, nem tão longe", palavras dela.
— Sensata.
— Sim.
Continuamos servindo os clientes. O movimento estava bom. Já tinha ganhado gorjeta gordas, de quatro pessoas.
— Abre aqui. — pediu e o ajudei a abrir a garrafa.
— Mano, não vejo mais o senhor Alfredo... — comentei.
Jonah fez uma cara preocupado. Bater papo com o Alfredo era sempre legal.
— Verdade, faz umas duas semanas que ele sumiu. Da última vez, estava meio abalado... não achou?
— Pois é. Ele disse que a esposa estava com problemas de saúde. Que chato. Queria saber onde mora, ter o contato, quem sabe.. Ele é tão simpático. Será que rolou algo?