Capítulo Trinta e Seis

369 32 33
                                        

ANY GABRIELLY

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

ANY GABRIELLY

Distraída, separava o vestido que usaria no almoço na casa dos meus sogros. Até que não estava tão nervosa. O frio na barriga inicial tinha passado, mas ainda era um encontro mais íntimo e formal. Dessa vez, sem amigos da família ou os Urrea em peso. Só nós quatro: eu, Noah, Wendy e Marco.

Noah voltou da corrida matinal, suado, e me deu um beijo rápido no rosto. O segui até o quarto e parei no batente do banheiro, o observando se despir e entrar no box.

Enquanto a água molhava seu corpo, adentrei encostando na parede, apenas o admirando. O apreciando tomando banho.

— Que foi? — perguntou, notando meu olhar.

— Nada, amor...

— Nunca é "nada", Any Gabrielly. Fala... Quer tomar banho comigo? — provocou, com um sorriso safado.

Olhei pro sorriso ladino dele, descendo os olhos pro seu pênis, já duro.

Delícia.

— Não. Já tomei banho. — respondi, rindo.

— Hum. Que pena. Tinha uma surpresa pra você, caso entrasse aqui.

Ele tocou o membro, se masturbando, e minha intimidade pulsou com a visão erótica. Meu namorado, com os cabelos molhados, olhos verdes escurecidos de desejo, me encarava com cara de safado. Ensaboava o corpo, lavando cada parte, incluindo aquele comprimento que me deixava louca.

Soltei o ar que nem sabia que segurava, resmungando.

— Para com isso, Noah Urrea. Não me tente.

Ele riu, provocador.

— Vem, amor? — mordeu os lábios jogando a cabeça para trás e esticando seu membro.

A lábia dele era quase irresistível, mas resisti.

Na verdade, queria saber se ele estava bem. O pai dele estaria no almoço, e eu me preocupava com como Noah lidaria com isso. Uma intuição me dizia para perguntar.

— Você é um tentação, sabia? — falei, enquanto ele fazia biquinho, continuando o vai e vem no volume, sem se importar, mas se importando, com minha libido — Quero saber uma coisa.

— Pode falar.

— Você... — hesitei — Está bem? Digo, não está nervoso? — ele franziu o cenho, lavando as axilas.

— Como assim?

— Sei lá, pensei nesse almoço. Sua mãe tem se mostrado tranquila, receptiva. Mas tem seu pai. Não sei, eu...

— Entendi. Está preocupada.

Assenti, esperando a resposta. Ele terminou de se enxaguar, desligou o chuveiro.

ConcentrateOnde histórias criam vida. Descubra agora