Noah é calmo, trabalhador e talentoso na cozinha - seu maior sonho é ter um restaurante próprio. Embora pareça transparente, guarda um lado oculto que evita revelar. Any, jovem professora determinada, é admirada por sua força e beleza, mas à noite...
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ANY GABRIELLY
Distraída, separava o vestido que usaria no almoço na casa dos meus sogros. Até que não estava tão nervosa. O frio na barriga inicial tinha passado, mas ainda era um encontro mais íntimo e formal. Dessa vez, sem amigos da família ou os Urrea em peso. Só nós quatro: eu, Noah, Wendy e Marco.
Noah voltou da corrida matinal, suado, e me deu um beijo rápido no rosto. O segui até o quarto e parei no batente do banheiro, o observando se despir e entrar no box.
Enquanto a água molhava seu corpo, adentrei encostando na parede, apenas o admirando. O apreciando tomando banho.
— Que foi? — perguntou, notando meu olhar.
— Nada, amor...
— Nunca é "nada", Any Gabrielly. Fala... Quer tomar banho comigo? — provocou, com um sorriso safado.
Olhei pro sorriso ladino dele, descendo os olhos pro seu pênis, já duro.
Delícia.
— Não. Já tomei banho. — respondi, rindo.
— Hum. Que pena. Tinha uma surpresa pra você, caso entrasse aqui.
Ele tocou o membro, se masturbando, e minha intimidade pulsou com a visão erótica. Meu namorado, com os cabelos molhados, olhos verdes escurecidos de desejo, me encarava com cara de safado. Ensaboava o corpo, lavando cada parte, incluindo aquele comprimento que me deixava louca.
Soltei o ar que nem sabia que segurava, resmungando.
— Para com isso, Noah Urrea. Não me tente.
Ele riu, provocador.
— Vem, amor? — mordeu os lábios jogando a cabeça para trás e esticando seu membro.
A lábia dele era quase irresistível, mas resisti.
Na verdade, queria saber se ele estava bem. O pai dele estaria no almoço, e eu me preocupava com como Noah lidaria com isso. Uma intuição me dizia para perguntar.
— Você é um tentação, sabia? — falei, enquanto ele fazia biquinho, continuando o vai e vem no volume, sem se importar, mas se importando, com minha libido — Quero saber uma coisa.
— Pode falar.
— Você... — hesitei — Está bem? Digo, não está nervoso? — ele franziu o cenho, lavando as axilas.
— Como assim?
— Sei lá, pensei nesse almoço. Sua mãe tem se mostrado tranquila, receptiva. Mas tem seu pai. Não sei, eu...
— Entendi. Está preocupada.
Assenti, esperando a resposta. Ele terminou de se enxaguar, desligou o chuveiro.