Capítulo Cinquenta e Oito

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NOAH URREA

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NOAH URREA


— Aqui é o coração do restaurante amor. Onde tudo acontece. Onde sai cada detalhe importante, cada prato pedido, pra que as pessoas sintam o amor e sensação de cada obra prima dos cardápios e degustem com prazer.

— Hm... gostei. A cozinha é espaçosa. — alisou a bancada de inox — E você já tem uma equipe montada? Chef Urrea?

Perguntou curiosa, mas sorrindo.

— Adoro que me chame assim. Soa sexy... — falei e ela apertou as pernas.

Sabia o que ela tanto queria desde cedo, mas ela precisava esperar; esperar mais um pouquinho.

Queria aquilo tanto quanto ela.

— Você vai se formar daqui há um tempo, mas pra mim, desde que te conheço e sei dos seus dotes amor, você sempre foi e sempre será meu chef Urrea...

Ela disse aquelas palavras de um jeito tão lindo que me seduzia quase me fazendo largar essa tour de mão. Tirou seus dedos do meu peitoral, dedinhos extremamente nervosos que já haviam aberto alguns botões da minha camisa por querer ou sem querer, e eu respirei fundo.

— Bom... aqui, — a levei pelo um corredor largo e mostrei abrindo a porta — é o meu escritório. Caso eu precise me reunir com possíveis parceiros, clientes, porque eu pretendo fazer negociações, pensei em elaborar promoções de aniversários, diversificar nosso público, de acordo com a clientela, de festas de casamento, à comemorações mais simples, algo do tipo. Mel e Nour me deram muitas ideias boas que quero com o tempo adaptar aqui ao restaurante

— Uau. Desse jeito em breve, já imagino o seu negócio expandindo.

Voltamos pra cozinha, ela olhava cada detalhe do lugar. Queria muito a aprovação dela. A sua opinião.

— Sim. E o pessoal do Venice tem me ajudado tanto.

— Que bom.

— E, te respondendo sobre a equipe de cozinha, escolhi dez pessoas. Alguns são colegas do antigo trabalho e alguns foram com a ajuda do CEO do Venice, fizemos uma seleção. São pessoas comprometidas, já fizemos uns testes. Um dia antes de inaugurarmos iremos fazer o teste final.

— Nossa. — mordeu o lábio cheia de tesão — Não sabia o quanto adorava você falando assim empolgado dos seus negócios, até agora. Estou com tesão, amor...

— Elly... — pegou a gola da minha camisa e me puxou — Amor... — respirei fundo de novo.

— Ok. Parei. Continua...

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