Noah é calmo, trabalhador e talentoso na cozinha - seu maior sonho é ter um restaurante próprio. Embora pareça transparente, guarda um lado oculto que evita revelar. Any, jovem professora determinada, é admirada por sua força e beleza, mas à noite...
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NOAH URREA
Entrei em casa e vi as peônias no jarro sobre a cômoda lateral. Fiz o mínimo barulho, pois possivelmente ela estaria dormindo, no entanto, notei as peças da roupa que Any usava antes de eu sair, espalhadas pelo chão, formando um caminho. Sorri sem querer, ao mesmo tempo que pensava no que estava acontecendo? Segui direto para o quarto.
Mais cedo, tudo saiu perfeito. Ela aceitou meu pedido de namoro e amou a surpresa. Eu era o homem mais feliz do planeta. Apesar do nervosismo, sem dizer quase nada do que ensaiei, deixei fluir, e aconteceu. Eu era oficialmente namorado de Any Gabrielly. Devia muito a Mel e Nour pela ajuda. Se dependesse dos caras, estaria ferrado.
No caminho para o Hel'as, encomendei as peônias que Any adorava. Pedi que entregassem no instituto, em mãos, sem me preocupar muito com o horário. Sabia que ela ficaria toda boba quando visse o cartão e descobrisse minha surpresa. Aquele rastro das roupas até o quarto, me dava certo nervosismo e ao abrir a porta, fiquei pasmo — ela não tinha esse direito.
Quase tive um ataque do coração.
Any estava com uma lingerie, — da minha cor favorita — cinta-liga, máscara da mesma cor e um chicote na mão, um sobretudo de pano. Exalava sensualidade, extremamente excitante. Tirei os tênis, hipnotizado.
— Oi, amor...
Sua voz, estava mais sexy que o normal, pura provocação.
— Oi.
Já eu, respondi grave, seco, enquanto engulia a saliva completamente sem palavras tendo tal visão. De repente, ela veio em minha direção.
— Como foi o trabalho?
Me deu um selinho, subindo os beijos até minhas orelhas.
— F-foi... — soltei uma lufada de ar — bom...
Gaguejei como um adolescente e ela nem esperou, tocou em meu volume, já duro.
— Hm...
— Gabrielly... — disse rosnando.
— Relaxa. — sussurrou na minha boca.
Abriu minha camisa, os dedos quentes e suaves deslizavam por todo meu peito descendo pro abdômen.
— Amor, espera... — a parei, quando começou a desfazer o zíper da calça — Preciso tomar um banho, tirar o cheiro da boate. Depois sou todo seu...
Com certeza, eu era todo dela.
— Ahn... — resmungou, fazendo biquinho. — Ok, mas seja rápido.
Assenti e corri para o banheiro, quase tropeçando em suas sandálias perto da porra ouvindo seu risinho. Tomei o banho mais rápido da vida. Precisava tirar o cheiro de rua e boate. Sequei os cabelos na velocidade da luz e pronto.