Capítulo Vinte e Oito

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NOAH URREA

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NOAH URREA

Pulamos o jantar e já estávamos na sobremesa — não a do evento, mas a nossa. Por essa mulher, eu quebrava todas as regras. Minhas próprias regras. Eu a amava.

Any levantou mais ainda perna que estava enganchava na minha cintura, e senti a ponta do salto roçar minhas coxas na parte posterior. Não me importei. Beijávamos ferozmente, querendo um dominar o outro, Queria dar a ela todo o prazer possível. Havia rasgado sua calcinha vermelha de renda, segundos antes. Amava essas calcinhas, eram boas de tirar abruptamente em momentos assim. Ela reclamou, mas agora já era tarde.

Abaixei meu corpo, ficando de joelhos, ela trocou a posição da perna a pondo no meu ombro, a chupava com vontade. Seus gemidos gostosos me excitavam ainda mais, meu pau queria fugir da calça. O canto escondido do jardim, afastado da casa, permitia que ela gemesse à vontade.

Eu adorava, esse fato.

— Noah! Ai, amor...

Subi aos seus lábios, lhe beijando sem sanidade, sentindo seu gosto íntimo, como o doce e quente de sua boca, misturando ao nosso beijo.

— Gostosa pra caralho... — rosnei em sua boca muito puto por ela ser assim — isso que você é, amor.

Ela abriu minha calça, a abaixando em dois tempos. Tirou meu volume da cueca ainda meio suspensa. Prendeu as pernas em volta de mim, e eu a encostei na parede, precisando penetrá-la com urgência. Em uma estocada, ela gemeu fino no meu ouvido, gostosa, e minha respiração pesada ecoou ao senti-la quente, melada.

— Porra, amo sua buceta..

— Me fode gostoso, amor. — pediu sedenta.

Baixei a frente do vestido vermelho. Ela estava deslumbrante, e "maravilhosa" era pouco pra dizer daquela beldade.

— Quer que eu foda gostoso, amor? Assim?

— Hm. Isso Jacob..

Não demoramos a chegar ao ápice. Any ofegava em minha boca enquanto eu estocava, ritmado. Gozamos logo, e deixei um beijo em seu pescoço cheiroso.

— Te amo, meu amor.

— Te amo mais. — respondeu, descompassada.

A desci devagar do meu colo, sentindo o ar meio frio em meu pau. Odiava o vazio de sempre, ao sair dela. Queria ficar ali, o resto da vida. Era pedid muito?

Nos ajustamos. Passava as mãos em seus vestido, que por sorte mesmo quw tenha dobrado, não estava amarrotado. Ela pegou um espelhinho na bolsa, retocou a maquiagem e ajeitou os cachos, alguns que ficaram desalinhados pela empolgação. Meu cabelo? Era rebelde por natureza, mas tentei arrumar. Ela jogou perfume nela e em mim.

— Caramba, Gabrielly? Tem mais o que nessa bolsa minúscula?

— Só o necessário, amor. — riu.

— Você tem perfume aí... — disse espantado com o tamaninho, mas em como cabiam coisinhas.

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