Capítulo Trinta e Sete

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NOAH URREA

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NOAH URREA

Fui pra sala e vi Any largada no sofá, ainda com a roupa que usamos no almoço na casa dos meus pais. Tinha acabado de guardar as compras e ido ao quarto.

Naquele momento, mais do que nunca, tive certeza: Any era o amor da minha vida. Às vezes, em instantes relapsos, parava pra ter essa convicção. O apoio dela no almoço, enfrentando a tensão com meu pai, foi decisivo pra eu perceber isso.

No jardim da casa dos meus pais, transamos com uma intensidade fora do comum. Perdi o controle, e depois me arrependi um pouco. Mesmo após gozar, continuei estocando forte, sem vontade de parar, meu corpo querendo gozar de novo, retesado. Foi insano, como se, por alguns segundos, eu estivesse descontando a raiva acumulada da briga com meu pai. Perguntei se a machuquei — ela parecia meio assustada, mas logo voltou ao normal, me fazendo rir e trazendo minha sanidade de volta.

Enquanto ela usava o banheiro na casa, minha mãe a elogiou tanto, dizendo como Any a apoiou após o desastre do almoço, ajudando-a a se sentir melhor. Isso me deixou mais feliz, orgulhoso pra caralho.

No quarto, ao guardar meu relógio, peguei a caixinha com o cordão que comprei pra ela há tempos. Por sorte, ela nunca encontrou. Guardei em outro lugar, prometendo entregá-lo em breve. Era pra ser um presente quando vim morar com ela ou quando a pedi em namoro, mas decidi que seria melhor sem data especial, apenas pelo motivo mais puro: eu a amo. Mesmo sem ser uma ocasião marcada, o significado era tão grande quanto quando o comprei.

Preparei outra caixa, que ela também não sabia que existia, e deixei na cômoda. Fui até ela na sala. Any me olhou, sorrindo, e, porra, só eu sei como ela me desmonta com cada curva daquele corpo. Deitei sobre ela, devagar, beijando sua boca gostosa com vontade.

— Lembra do que te falei antes de irmos pro almoço?

— Huh? — franziu o cenho — Sim... — sussurrou, lembrando já ofegante, enquanto eu beijava seu pescoço.

— E o que eu falei?

— Que... vo-você iria... — gaguejou, já entregue.

Ela me olhava excitada, e eu estava no mesmo estado.

— Que eu iria rasgar esse vestido. — falei por ela.

O som do tecido se rasgando ecoou. Ela me encarou, boquiaberta, soltando um gritinho de surpresa. Vi sua calcinha tom de pele, fio dental, de renda, combinando com o vestido. A tirei com rapidez, enquanto ela arrancava minha blusa.

A careeguei pro quarto no colo. Tirei a calça, ficando só de cueca.

— Não vai tirar a cueca? — perguntou, o peito subindo e descendo de ansiedade, devorando meu corpo com os olhos.

O olhar dela me incendiava.

Sorri.

— Não agora... — ela não entendeu muito.

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