Capítulo Onze

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ANY GABRIELLY

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ANY GABRIELLY

Gargalhadas eram predominantes em nossa mesa.

— Misericór! Elly? Você só passa vergonha! — Mel riu me acusando.

— Amiga, você tem certificado de miqueira do século, juro. — rolei os olhos, me divertindo também.

— Ok! Chega. Parem de rir de mim! Eu não tive culpa! Realmente na distração não o vi entrar, ao me virar ele estava lá, completamente chocado por me ter me visto rebolando "Formation".

Formation? — arregalou os olhos rindo — Formation é foda.

— Ah. Mas espera. Não é como se ele nunca tivesse visto sua raba rebolar, já fizemos incontáveis "sociais", rolezinhos, onde soltamos as frangas.

— Ainda assim, eu não sabia onde enfiar minha cara. Nem ele!

— Eu tenho certeza aonde ele queria estar com a cara enfiada, bem lá na xena! — outra rodada de gargalhadas começou.

— Mel!! — a repreendi.

— A xena da Any é super guerreira mesmo, porquê se fosse a minha já tinha sentado horrores no Urrea e há muito tempo.

Quase choravam de rir.

— Parem de falar bobagem. Somos amigos, tanto que ambos tentamos agir naturalmente. Deve ter sido o minha roupinha que... — mordi os lábios lembrando arrependida.

— Essa liberdade da amizade de vocês é uma merda, irmã.

— Se não vai declarar seu amor por ele, pelo usa o Noah como P.A. então, amiga? — Ardakani, vulgo safadona sugeriu.

— Claro que não! Está doida?

Noah nem tem perfil de P.A. — "Pau amigo" ele? — pensei.

— Eu não! Doida é você que não enxerga a beldade que é aquele homem. — fez negativo com a cabeça — Ainda diz que não teve culpa...

— Não tive! Ué!?

— Irmã, teve uma parcela de culpa sim. Como disse, são as liberdades da rotina de vocês. Isso que rolou é praticamente inevitável, nem sei como não é algo normal e constante. Você dá essa liberdade, ele em contrapartida também e ficam nesse lenga de vocês parecendo pau meia bomba: nem endurece nem amolece. — Mel me rebateu e Nour já estava vermelha de tanto que ria.

Ela tomava aquele rosé no almoço, e eu queria crer que era o efeito daquilo a deixando alegrinha assim.

Bebendo em pleno meio dia.

— São dois tongos, amiga. Sua irmã e o Urrea! — fala se recompondo — Admite Elly, vocês são quase um casal, só não se assumiram ainda.

— Nem começa. De novo esse assunto não.

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