Eu deveria deixar tudo isso para trás, não deveria?
Mas vejo-a no fundo da minha mente, sempre presente.
Entre memórias que o tempo não apaga,
ela renasce em cada silêncio persistente.
Tento fugir, mas os passos são ecos,
tento esquecer, mas o seu nome é um grito.
Nos dias vazios que passam sem pressa,
ela esconde-se em cada suspiro aflito.
Eu deveria seguir, libertar-me enfim,
mas como fugir de quem vive em mim?
Se ela é sombra, se ela é abrigo,
um passado eterno que levo comigo.
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illusions
Poesía"This is where I write down my thoughts and ideas about various topics that pique people's curiosity."
