Um amor que teve início na adolescência, pode ser destruído por um acidente e suas consequências?
Imaturidade, traumas do passado, falta de confiança e preconceito, podem acabar com uma relação?
Nessa história vamos descobrir como o autoconhecimento...
Era o primeiro Natal com o amor da minha vida, e eu queria que fosse perfeito! Dos muitos que sonhei passar ao lado dela, este era especial: também seria o primeiro em que ficaríamos apenas nós, em família. Meus pais sempre gostaram de reunir amigos, mas este ano, depois de tantas turbulências, pedia algo mais íntimo e acolhedor.
Enquanto me arrumava para irmos à casa deles, minha mente revivia o ano: ◦ o acidente do meu irmão, que nos abalou profundamente; ◦ minha paixão por Carolina, que transformou meus dias e me tirou do chão... ° Jane e Robert que finalmente se renderam ao amor. ° Sam e Lou, que multiplicaram o amor e logo nosso pequeno Julian estará entre nós. E infelizmente, a perda trágica e repentina dos avós de Allie. De quem eu gostava muito... mesmo vovô Ben tendo uma implicância declarada contra meu irmão, eu sentia um carinho e respeito inexplicáveis por ele. E quanto a vovó Cellie, era impossível não sentir render ao carinho e as palavras sempre sábias e doces. Eles fazem muita falta para todos nós... Tanta coisa havia acontecido, mas graças a Deus, apesar de tudo ainda estávamos juntos. Isso era tudo.
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Carol estava no banho, cantarolando uma música do Aerosmith. Sua voz rouca me atravessava de um jeito que fazia meu corpo se lembrar de cada toque, cada beijo que já havíamos trocado. Quis me aproximar, mas o tempo estava contra nós. Ela é perfeita: linda, intensa, apaixonante... e gosta de rock. Sorri encantado. O mundo parecia se resumir a ela.
- Anjo, estamos atrasados - falei, batendo na porta do banheiro. - Já terminei - respondeu, saindo do box e me presenteando com a visão do corpo que me deixava sem fôlego. - Carolina... assim nós não vamos sair daqui hoje - falei, rouco, sentindo meu coração acelerar. Ela se virou de costas para mim, espalhando hidratante nas pernas, o movimento lento e provocante. Meu corpo reagiu antes mesmo que minha mente conseguisse pensar. - Você quer me enlouquecer? - perguntei, aproximando-me, sentindo o calor dela junto ao meu. - Só quero te dar seu presente de Natal - disse ela, a voz carregada de desejo e carinho. - Mas estamos atrasados... - tentei protestar fracamente. Ela se virou, ficou na ponta dos pés e encostou os lábios nos meus: - É rápido. Eu já estou pronta para você... Levou minha mão ao seu calor, pulsante e convidativo. Eu queria abraçá-la, protegê-la, e ainda me perder naquele momento. Meus pais que me perdoem, mas havia merecido cada segundo.
Tirei minha camisa, e ela abriu minha calça, me guiando suavemente. Segurei seus seios, apertando-os, sentindo a entrega mútua. Ela me beijou com intensidade, arranhando minhas costas, e eu me perdi entre prazer e amor. Não havia espaço para pensar. Ela se sentou de frente para mim, cruzando as pernas ao redor da minha cintura, e nos tornamos um só. - Fábio... - gemia, e meu nome na boca dela me fez arder por dentro. - Está gostoso? - sussurrou no meu ouvido. - Delicioso - respondi, segurando sua cintura, enterrando-me mais fundo no calor dela. Ela gemeu, movendo-se de maneira perfeita, como se soubesse exatamente cada reação minha. - Eu vou gozar! - avisou, com a voz carregada de urgência. - Isso... goza para mim. Eu quero você inteira - respondi, sentindo o ritmo dela me consumir. Nossos corpos se entregaram, e juntos, gozamos, exaustos e intensos. - Você é incrível - murmurei, respirando fundo, perdido nela. - Você consegue despertar o melhor em mim. - respondeu, rebolando contra mim, como se quisesse que aquele instante nunca acabasse.