Em um futuro distopico controlado por lobisomens desde a última guerra poucos humanos sobraram e esses sobreviventes tem apenas duas opções ou se tornam escravos para o prazer ou são treinados para serem caçadores de traidores ou fugitivos,Helena é...
Helena - Não tinha idéia do que tinha acabado de acontecer apenas que deixei minha irmã novamente e dessa vez foi pela sua própia vontade e mesmo sabendo que conhecia o deserto com a palma da mão estou temerosa com toda essa loucura que Helen tinha proposto. Helen:- Você sabe que será melhor assim. — Tinha deixado Baltazar e o resto para trás enquanto tentava de alguma maneira trazer aquela idiota para sua sanidade normal só que Helen estava tão focada em seu objetivo de se preparar para aquele banho de sangue que aconteceria em breve que não notei o quanto precisava da minha irmãzinha do meu lado e continuar de onde paramos. Helen:– Que é isso?Não vai bancar a"mulherzinha"agora e chorar não é? — Como sempre fazia quando éramos criança Helen dava um jeito de fazer tudo virar uma piada e mesmo lágrimas descendo pelo meu rosto enquanto a abraçava querendo absorver esses momentos como lembranças boas e assim não achar que errei com ela igual fiz com nossa mãe também sei que no fundo está triste com essa situação. Helena:– Não vai embora Helen!Eu preciso muito de você e agora mais do que nunca! — Mesmo parecendo frágil e patética enquanto lhe abria meu coração sei que Helen nunca faria piada sobre o que tinha acabado de lhe dizer e Deus como doía! Helen:– Eu não posso ficar com você irmã preciso cumprir o que falei lá dentro para todos. Helena:– Que se foda o que prometeu idiota! — Não queria largar ela e muito menos acreditar que isso acabaria bem porque sabia onde esses torneios acabavam e pior do que isso era acreditar que ficaria tudo bem porque não estaria! Helen:– Olha só minha irmãzinha sendo contra as regras?Gostei muito. Helena:– Calada! — Helen me afasta um pouco e encosta sua testa na minha enquanto ficamos alguns momentos em silêncio parecendo que aquilo não seria real e acabaria me dizendo que,apenas uma brincadeira. Helen:- Posso te pedir uma coisa? Helena:- Você vai ficar? — Abro os olhos e noto seu sorriso como se aquilo a divertisse porém não havia nada de divertido nisso e apenas queria lhe socar na cara pelo atrevimento. Helen:- Não mesmo! Helena:- Então não pode! Helen:- Mesmo assim vou falar porque sou bocuda e que se dane maninha! — Helen sabia melhor do que eu sobre como acontecia as olimpiadas e que cada competidor lutava até a morte sobrando apenas um e no começo haviam premiações como medalhas antes do mundo ir pro buraco só que agora é diferente e os competidores brigavam por suas vidas e um título como do Athos ou seu pai. Helena:– O que vai dizer linguaruda? Helen:– Não coloque mais essas drogas no seu corpo me ouviu!? Helena:– O que!? Helen:– Você foi mordida e é uma merda porém não é o fim do mundo e não acho que colocando essas injeções no corpo e impedindo a transformação vai mudar aquilo que se tornou! Helena:– É eu sei. — Não tinha falado para ninguém que mesmo ainda me adaptando não sou boa em ser uma loba ou até quando virava uma fera parecia que meu controle se evaporava e isso me deixava com muito medo por isso que comecei a tomar essas drogas e fico surpresa da minha irmã ter descoberto. Helen:– Se sabe me promete que vai parar com isso em?Não precisamos desse tipo de coisa e você vai ficar bem. Helena:– Eu entendi e vou tentar. Helen:– E conseguirá! Helena:– É. — Olhava para o relógio pendurado no quarto enquanto tomava um banho de banheira para tentar retirar toda a tensão e perda que tinha sofrido nas últimas horas e foi quando ouvi um estrondo enorme e parecia que alguém estava bastante bravo ao entrar daquela maneira. Helena:- Posso te ajudar Arthur!? — Não sei o motivo dele estar com cara de poucos amigos já que tinha recuperado seu filho e agora poderia levar sua vida sem ter que se preucupar com a Helen já que tinha ido embora porém não era o que parecia. Arthur:- Para onde ela foi? Helen:- Quem idiota!? Arthur:- Helen!Onde ela está? — Nem era possivel aquilo que tinha acabado de ouvir sobre minha irmã e de todos hoje aquilo sim tinha sido uma enorme surpresa e um puta susto! Helena:- Ei Arthur a Helen decidiu se preparar para as olimpíadas e o único lugar que poderia lhe deixar em paz e pronta é? Arthur:– No deserto!? Helena:– O que esperava seu idiota!?Ela fez uma escolha e agora precisa enfrentar suas consequências! — Mesmo soando duro entendia aonde minha irmã queria chegar e se qualquer um entrasse em seu caminho aquela garota iria acabar com sua raça. Arthur:– Você é tipo uma primeira dama do alfa certo!? — Apaixonado ou não Arthur iria perceber em poucos segundos o que acontecia com alguém que não estava preparado para largar o osso como ele e meu marido atrás do cara com os olhos já faíscando de raiva poderia demonstrar essa parte melhor que eu. Helena:– Boa sorte. Arthur:– Do que está falando? — Quando Arthur vê meu marido se transformando atrás dele posso dizer que em segundos se afasta tentando conter seus ataques enfurecidos e assim Athos em sua forma animalesca arremessa o cara contra a parede oposta e eles que resolvessem suas diferenças porque tinha mais coisas na cabeça do que aquilo e sobretudo minha irmã tinha um foco grande em meus pensamentos e aquela briga entre ambos só servia como uma pequena distração para meus olhos.
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— Alguns minutos depois de Athos ter tentado colocar um pouco de juizo na cabeça do lobinho apaixonado deu tempo de sair e pôr uma roupa mais apresentável e desde que ganhei a liberdade não precisava mais usar vestimentas de couro preta ou até roupas escuras que me faziam desaparecer na calada da noite para caçar e agora estou vestindo apenas algo normal como um vestido longo branco de mangas e meu cabelo está solto e não colocado como um rabo de cavalo para ver melhor meus alvos e ajudar na hora da briga era apenas alguém que tinha se vestido para receber convidados em sua casa mesmo que eles estivessem bastante machucados porém me lembrei que logo ficariam curados então não dei tanta importância. Helena:– O que vocês tem a dizer? Arthur:– Eu não fiz nada. Athos:– Você está bem gostosa. Helena:– Athos por favor. — Coloco ambas as mãos em minhas têmporas para que Deus me desse um pouco a mais de paciência com meu homem só que Athos sabia como me transformar em meu pior lado. Athos:– Ué é verdade. — Queria entender de onde saia aquelas piadas sensuais de momentos que estávamos passando e por enquanto não iríamos fazer até resolver essa situação. Helena:– Vamos primeiro tentar resolver isso? — Ambos se olham com cara de poucos amigos e entendia naquele momento que Arthur não iria parar tão cedo de procurá-la. Helena:– Aonde vai idiota!? Arthur:– Procurá-la! Helena:– E quanto ao seu bebê!? — Ele para antes de cruzar a porta e fica em silencio e Athos e eu nos olhamos porém em seguida Arthur comenta algo. Arthur:– Tem razão. Helena:– Ainda bem que sabe! — Pensei que voltaria e ficaria com seu filho que deveria estar em sua principal responsabilidade porém o que lhe falou nos surpreendeu. Arthur:– Athos? Athos:– O que você quer!? — Pensei que iriam começar a brigar porém a pergunta me pega de surpresa e além disso a resposta de Athos mais ainda. Arthur:– Pode cuidar do meu filho enquanto estiver fora? Helena:– Como é que é!? Athos:– Claro. Helena:– Ah tá de brincadeira!? — Arthur nos dá um sorriso largo e vai embora com a promessa de caçar Helen pelo deserto e um idiota mesmo! Helena:– Por que falou aquilo? Athos:– Porque eu queria. Helena:– Tão simples né cachorro!? Athos:– Já chega. Helena:– O que!? Athos:– Vamos transar um pouco para relaxar.
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