Capitulo 57

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Jung
         — Tinha tido uma noite incrível com Angelica que quase resultou em sexo porém algo aconteceu que estragou todos os meus planos e nesse caso uma pirralha sacana que parecia estar disposta a ser mais desagradável que o próprio pai.
Natasha:– Bom dia!
          — Natasha não lembrava tanto o alfa porém sua rebeldia e vontade de sempre estar querendo quebrar as regras lhe faziam ser mais parecida com aquele desgraçado do que acreditei ser possível.
Jung:– O que está fazendo tão cedo aqui em?
Natasha:– Tentando matar o tempo um pouco já que minha tia e meu pai resolveram me deixar nessa Fortaleza com um cara que mal conheço que loucura!
            — Paro a xícara de café preto no meio do caminho para observar aquela pirralha se gabando e reclamando da vida como o próprio pai fazia,com certeza Natasha era filha daquele desgraçado.
Jung:– Parabéns Natasha.
Natasha:– Por que?Só faço aniversário no dia primeiro de janeiro.
Jung:– Não por causa disso só que você é mesmo filha dele.
Natasha:– Claro que sou!
            — Dou um meio sorriso enquanto bebo o café em um gole apenas.
Natasha:– Não beba assim vai acabar passando mal!
            — Se por um lado ela tinha a rebeldia e desdém do pai por outro tinha a preocupação da sua mãe e mesmo não parecendo isso poderia ser uma ótima qualidade quando fosse nomeada Alfa é claro que gostaria que isso acontecesse só que os outros nunca iriam apoiar uma mestiça como governante principal.
Jung:– Você é uma mistura rara sabia?
Natasha:– Nasci sendo humana e loba claro que sei o que isso significa no meio deles.
Jung:– Você quer dizer do seu povo não é?Era assim que Susana pensava mesmo nunca tendo sido aceita aquela garota lutava com unhas e dentes pelo que desejava.
             — Aquilo prende toda sua atenção para mim e mesmo sabendo que era errado comentar sobre alguém que nem cheguei a conhecer Athos em seus momentos de bebedeira acabou revelando muitas coisas da humana que tinha conseguido o coração daquele monstro e eram assim suas palavras para si mesmo e apesar de não conhecer passei a admirar alguém que não iria perder sua humanidade só para se adequar ao mundo de alguém.
Natasha:- Você já viu ela?
           - Gostaria de mentir porém sabia que aquela garota já tinha sido criada longe dos pais apenas tendo sua tia como bússola para conhecer mais de onde veio então acabei falando a verdade.
Natasha:– Droga!
           — Natasha morde um pedaço de pão com queijo e me pergunto o que o pobre alimento deve ter lhe feito para ser triturado em tão poucos segundos por aquela boca nervosa.
Jung:– Não se sinta culpada essa tarefa e do seu pai.
Natasha:– Podemos não falar dele?
            — A quem essa pirralha queria enganar mesmo?Sei que anda perguntando tanto pela sua tia como pelo próprio pai para Angelica e caso não tenha notado essa pose de durona não cola comigo.
Jung:– Claro que sim vou até falar pra Angelica não falar mais sobre sua vida.
          - Ela dá um pequeno sorriso e se afasta da mesa.
Jung:- Aonde vai?
Natasha:- Andar por aí.
Jung:- Ah não vai não garotinha.
Natasha:- Então seu plano e me manter presa nessa jaula?
Angelica:- Só por cima do meu cadáver!
           - Pelo menos alguém que entende essa pequena miniatura de mulher e não que estivesse me queixando já que precisava resolver os preparativos para as olimpíadas que era um dos eventos mais aguardados pelos países e tenho certeza que dessa vez o pai do Alfa virá e não que ficasse surpreso porém com todas as suas negativas nos convites anteriores essa era a primeira vez que viria e prestigiaria algo desse tipo na Fortaleza.
Angelica:– E então querida tio Jung está se comportando bem com você?Ou terei que dar uns bons tapas em sua bunda?
          — Não sei por que porém o pensamento dela me batendo só conseguiu me deixar bastante excitado e talvez colocando algemas e até uma coleira em meu pescoço não seria nada mal mesmo.
Natasha:– Não até que ele está se comportando sabe?
Angelica:– Ótimo.
           — A garota corre para fora do salão principal nos deixando porém preciso saber cada passo seu por isso lhe pergunto antes que saia.
Jung:– Pra onde esta indo!?
Angelica:– Ela e eu vamos em um passeio pelos arredores e então vem conosco?
Jung:- Na verdade ficaria feliz em ir.
Natasha:- Nossa ele até parece humano aceitando os convites dos outros.
Angelica:- Não provoque ele garota.
Jung:- Ela tem razão nem mesmo da sua espécie sou.
Natasha:– Claro que não!Eu sou única!
            — E sai correndo na nossa frente como se não ligasse para nada além de sua propia satisfação.
Angelica:– Natasha tem razão.
Jung:– Realmente é irritante parece mesmo única como seu pai.
Angelica:‐ Não falei disso Jung!
            — Ela me empurra pelo ombro como se estivesse tirando uma com a minha cara e até sorria caramba a garota era mesmo de tirar o fôlego de qualquer um talvez por isso que a empurrei contra a parede.
Angelica:– O que está fazendo seu tarado?
            — Tinha ficado na sua frente sem lhe dar espaço para poder fugir de mim porque gostava dessa aproximação.
Angelica:– Não pense que vou deixar fazer qualquer coisa comigo entendeu?
Jung:– É mesmo?O que pode fazer?
Angelica:– Eu não porém ela sim.
           — Tinha ficado sem entender o que aquilo significava então sinto algo sobre meu pescoço que está rasgando e acabo me afastando dela e escuto sua risada.
Jung:– Que droga é essa!?
Angelica:– Harpia e claro!Não acha que viria sem trazer minha amiga não é?
Jung:– Tudo bem você venceu por hora.
           — Então vejo aquela águia pousar na luva que Angelica mantinha em sua mão e nem tinha pensado muito sobre esse assunto até agora.
Jung:– Você parece gostar mesmo dela não é?
Angelica:– Claro que sim Harpia me entende melhor que muitos seres humanos!
          — Então ela me dá uma piscadela enquanto alimenta sua águia.
Jung:‐ Para onde ela vai?
          — O animal em seguida vai voando para longe de nós.
Angelica:– Para qualquer parte não importa,podemos ir agora conselheiro?
          — Angelica entrelaça seu braço ao meu e nesse momento estou sorrindo e continuamos seguindo nosso caminho.
Jung:– Sim caçadora.

Jung:– Sim caçadora

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