Em um futuro distopico controlado por lobisomens desde a última guerra poucos humanos sobraram e esses sobreviventes tem apenas duas opções ou se tornam escravos para o prazer ou são treinados para serem caçadores de traidores ou fugitivos,Helena é...
Jung — Tinha tido uma noite incrível com Angelica que quase resultou em sexo porém algo aconteceu que estragou todos os meus planos e nesse caso uma pirralha sacana que parecia estar disposta a ser mais desagradável que o próprio pai. Natasha:– Bom dia! — Natasha não lembrava tanto o alfa porém sua rebeldia e vontade de sempre estar querendo quebrar as regras lhe faziam ser mais parecida com aquele desgraçado do que acreditei ser possível. Jung:– O que está fazendo tão cedo aqui em? Natasha:– Tentando matar o tempo um pouco já que minha tia e meu pai resolveram me deixar nessa Fortaleza com um cara que mal conheço que loucura! — Paro a xícara de café preto no meio do caminho para observar aquela pirralha se gabando e reclamando da vida como o próprio pai fazia,com certeza Natasha era filha daquele desgraçado. Jung:– Parabéns Natasha. Natasha:– Por que?Só faço aniversário no dia primeiro de janeiro. Jung:– Não por causa disso só que você é mesmo filha dele. Natasha:– Claro que sou! — Dou um meio sorriso enquanto bebo o café em um gole apenas. Natasha:– Não beba assim vai acabar passando mal! — Se por um lado ela tinha a rebeldia e desdém do pai por outro tinha a preocupação da sua mãe e mesmo não parecendo isso poderia ser uma ótima qualidade quando fosse nomeada Alfa é claro que gostaria que isso acontecesse só que os outros nunca iriam apoiar uma mestiça como governante principal. Jung:– Você é uma mistura rara sabia? Natasha:– Nasci sendo humana e loba claro que sei o que isso significa no meio deles. Jung:– Você quer dizer do seu povo não é?Era assim que Susana pensava mesmo nunca tendo sido aceita aquela garota lutava com unhas e dentes pelo que desejava. — Aquilo prende toda sua atenção para mim e mesmo sabendo que era errado comentar sobre alguém que nem cheguei a conhecer Athos em seus momentos de bebedeira acabou revelando muitas coisas da humana que tinha conseguido o coração daquele monstro e eram assim suas palavras para si mesmo e apesar de não conhecer passei a admirar alguém que não iria perder sua humanidade só para se adequar ao mundo de alguém. Natasha:- Você já viu ela? - Gostaria de mentir porém sabia que aquela garota já tinha sido criada longe dos pais apenas tendo sua tia como bússola para conhecer mais de onde veio então acabei falando a verdade. Natasha:– Droga! — Natasha morde um pedaço de pão com queijo e me pergunto o que o pobre alimento deve ter lhe feito para ser triturado em tão poucos segundos por aquela boca nervosa. Jung:– Não se sinta culpada essa tarefa e do seu pai. Natasha:– Podemos não falar dele? — A quem essa pirralha queria enganar mesmo?Sei que anda perguntando tanto pela sua tia como pelo próprio pai para Angelica e caso não tenha notado essa pose de durona não cola comigo. Jung:– Claro que sim vou até falar pra Angelica não falar mais sobre sua vida. - Ela dá um pequeno sorriso e se afasta da mesa. Jung:- Aonde vai? Natasha:- Andar por aí. Jung:- Ah não vai não garotinha. Natasha:- Então seu plano e me manter presa nessa jaula? Angelica:- Só por cima do meu cadáver! - Pelo menos alguém que entende essa pequena miniatura de mulher e não que estivesse me queixando já que precisava resolver os preparativos para as olimpíadas que era um dos eventos mais aguardados pelos países e tenho certeza que dessa vez o pai do Alfa virá e não que ficasse surpreso porém com todas as suas negativas nos convites anteriores essa era a primeira vez que viria e prestigiaria algo desse tipo na Fortaleza. Angelica:– E então querida tio Jung está se comportando bem com você?Ou terei que dar uns bons tapas em sua bunda? — Não sei por que porém o pensamento dela me batendo só conseguiu me deixar bastante excitado e talvez colocando algemas e até uma coleira em meu pescoço não seria nada mal mesmo. Natasha:– Não até que ele está se comportando sabe? Angelica:– Ótimo. — A garota corre para fora do salão principal nos deixando porém preciso saber cada passo seu por isso lhe pergunto antes que saia. Jung:– Pra onde esta indo!? Angelica:– Ela e eu vamos em um passeio pelos arredores e então vem conosco? Jung:- Na verdade ficaria feliz em ir. Natasha:- Nossa ele até parece humano aceitando os convites dos outros. Angelica:- Não provoque ele garota. Jung:- Ela tem razão nem mesmo da sua espécie sou. Natasha:– Claro que não!Eu sou única! — E sai correndo na nossa frente como se não ligasse para nada além de sua propia satisfação. Angelica:– Natasha tem razão. Jung:– Realmente é irritante parece mesmo única como seu pai. Angelica:‐ Não falei disso Jung! — Ela me empurra pelo ombro como se estivesse tirando uma com a minha cara e até sorria caramba a garota era mesmo de tirar o fôlego de qualquer um talvez por isso que a empurrei contra a parede. Angelica:– O que está fazendo seu tarado? — Tinha ficado na sua frente sem lhe dar espaço para poder fugir de mim porque gostava dessa aproximação. Angelica:– Não pense que vou deixar fazer qualquer coisa comigo entendeu? Jung:– É mesmo?O que pode fazer? Angelica:– Eu não porém ela sim. — Tinha ficado sem entender o que aquilo significava então sinto algo sobre meu pescoço que está rasgando e acabo me afastando dela e escuto sua risada. Jung:– Que droga é essa!? Angelica:– Harpia e claro!Não acha que viria sem trazer minha amiga não é? Jung:– Tudo bem você venceu por hora. — Então vejo aquela águia pousar na luva que Angelica mantinha em sua mão e nem tinha pensado muito sobre esse assunto até agora. Jung:– Você parece gostar mesmo dela não é? Angelica:– Claro que sim Harpia me entende melhor que muitos seres humanos! — Então ela me dá uma piscadela enquanto alimenta sua águia. Jung:‐ Para onde ela vai? — O animal em seguida vai voando para longe de nós. Angelica:– Para qualquer parte não importa,podemos ir agora conselheiro? — Angelica entrelaça seu braço ao meu e nesse momento estou sorrindo e continuamos seguindo nosso caminho. Jung:– Sim caçadora.
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