Kristhen Zillord
Solto suspiros baixos de prazer com beijos molhados em meu pescoço. Reed me chupa ali, com movimentos lentos dentro de mim. Movimentos dos seus dedos. Ele mexe para frente e para trás, mas alisando a minha parede vaginal com a ponta dos dedos. Solto gemidos baixos em seu ouvido, sabendo que isso o provoca. O excita.
A água morna do chuveiro escorre por nós dois. Minha perna se mantém presa no seu quadril, só que a outra não parece aguentar. Estou tremendo. Tão excitada que está começando a doer. Eu quero ele dentro de mim. Quero seu pau me fodendo tão fundo... que me faça delirar.
— Você está tão molhada. — ele sussurra rouco em meu ouvido, mordendo a cartilagem de propósito — A sua boceta me suga toda vez que mexo lá dentro.
— Me fode... — peço em um gemido baixo — Eu quero seu pau dentro de mim, Reed...
Senti seus dedos saírem de dentro. Quando seu rosto vem para frente do meu, seus dedos que antes estavam dentro de mim, invadem minha boca. Ele aprecia, e eu chupo. Ignoro meu gosto, apenas uso minha língua. Seus dedos saem, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, meu corpo é girado.
Encaro a parede. Gelada, como se zombasse de mim por não poder vê-lo. Minhas pernas tremem, mas as mãos dele parece me manter firmes. Meu quadril é puxado um pouco para trás, onde minha bunda roça no seu pau duro. Remexo meu corpo para provocá-lo, e isso causa o efeito que quero. As mãos apertam meu corpo, e seu pau escorrega para baixo.
Quando sinto a cabecinha me penetrando, eu empurro meu quadril para trás. Solto um gemido alto de prazer, com as pernas tremendo, e o coração querendo escapar da minha garganta. Oh, porra, ele está tão fundo dentro de mim. Eu me sinto tão preenchida lá embaixo.
Sem enrola eu começo a mexer. Movo meu corpo para frente e para trás, um pouco incomodada com a camisinha. Mas não paro. A sensação de ter seu pau batendo tão fundo me deixa fraca. Bamba.
Então Reed faz por conta própria. Ele bate mais forte dentro de mim, e isso arranca gemidos tão altos, que talvez a água não seja o suficiente para abafar. Minhas mãos escorregam — estou perdendo a linha. Não tem nada no meu cérebro. Está branco. Minhas pernas fracas. Meu corpo parece que pode cair a qualquer momento.
Meus braços são segurados e puxados para trás. Reed me segura com eles, movendo seu quadril e me fodendo com mais força. Com mais velocidade. Meu corpo pula toda vez que o dele se choca atrás de mim, e eu não contenho meus gemidos. Queria que a casa ouvisse. Queria que a Elaine ouvisse o tanto que eu fodo com o Reed.
Arqueio minhas costas sem nem forças para dizer algumas coisas quentes. Estou chegando no meu ápice, e eu cheguei. Meu corpo inteiro parecia querer desabar, mas as mãos dele não me deixaram cair. Ele me fodeu com mais alguns movimentos, e por fim, parou. Eu o senti gozar.
Nossas vozes ainda ecoam no azulejo, embargadas, descontroladas, entre respirações que se atropelam. Quando Reed desliza para fora de mim, o vazio quente que ele deixa me faz estremecer — um arrepio elétrico percorre minha espinha como se meu corpo ainda tentasse segurá-lo, implorando por mais.
Minhas pernas ameaçam ceder. Viro-me depressa, antes que desabe, e agarro o corpo dele para me manter de pé. Reed envolve minha cintura com firmeza, puxando-me contra ele num abraço úmido e possessivo. A risadinha rouca que escapa de seus lábios gruda em minha pele como um toque. Ele respira forte, ofegante, e os dentes mordem minha orelha como se ainda quisesse me provocar.
Deixo minha cabeça cair em seu ombro, os olhos se abrindo lentamente para encarar a parede embaçada do banheiro. Ainda estou tremendo. Ainda estou nele. Meus dedos se apertam nos músculos dos braços dele, enquanto ele me solta devagar.
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Kristhen
RomanceReed Walsh sempre teve tudo. Filho de um dos empresários mais poderosos dos Estados Unidos, Reed vive cercado de luxo, mas também da própria timidez. Incapaz de se aproximar das pessoas, ele se isola, até que seu pai, preocupado com ameaças, toma um...
