Alec era apenas um jovem quando foi brutalmente acusado de bruxaria junto de sua irmã. Transformado em vampiro, ele logo percebe que nada importa além dele.
Carly era apenas uma alegre e inocente criança quando o destino tira de sua vida seus pais...
“Você continua sendo minha força, meu prazer, minha dor. Para mim você é como um vício crescente Que não posso negar.”
(Kiss from a rose – Seal)
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POV ALEC
-E sobre ser sua primeira vez, -Deixo outro beijo na palma de Carly –eu prometo ser o mais gentil possível.
O sorriso da minha garota se alarga em agradecimento.
-Ok. - Depois seu nariz se enruga: –Mas nas próximas vezes eu quero fazer coisas diferentes.
Estreito os olhos em sua direção:
-Garota, você está pedindo para brincar com fogo... -sussurro em aviso e minha mente imagina mil e umas coisas que planejo para ela para os próximos dias.
Sorrio mais:
-Você ficou subitamente mais tensa, meu amor. - Seguro em sua mão fazendo-a sentar na cama. Vira-a de costas e minhas mãos a envolvem deixando seu corpo próximo ao meu, sussurro roucamente em meu ouvido: –Deixe-me ajudar a relaxar.
Subo as mãos lentamente pelas curvas de Carly enquanto meus lábios beijam sua nuca. Arrepios cobrem seu corpo e minha palma sente toda sua suave textura por sobre o pano da blusa, a respiração rápida dela faz seu peito acelerar. Encontro o próximo botão e o desfaço. Sigo beijando-a e chego em seu nódulo o sugando, Carly suspira.
Continuo desfazendo os botões lentamente, não há motivo para pressa, temos a noite toda. Por mais que meu instinto inicial seja o oposto desse pensamento devido a desejá-la tanto, com Carly quero que seja bem diferente. Não só por ser a primeira vez dela, mas por ser a minha primeira vez onde faço amor e não apenas sexo. Quero aproveitar cada pequena parte desse momento.
Sua camisa vai sendo aberta conforme os botões são libertos, meus beijos seguem em seu pescoço a fazendo arrepiar. Retiro a blusa deixando-a apenas de sutiã preto.
Carly tem a respiração mais descompassada e sei que estar nervosa, o que é compreensivo devido ser a primeira vez e depois de tudo o que já aconteceu entre nós sobre esse assunto. Por isso sei que preciso deixá-la o mais confortável possível.
Deslizo os dedos sobre a tatuagem de asas e começo a descer os lábios sobre a pele, sentindo a sedosidade em meus lábios. Carly apruma a coluna para o toque e sua mão se fecha sobre o lençol demostrando que gostou.
-Sabe qual foi a primeira vez que imaginei beijando sua tatuagem? -A pergunto subindo com os lábios sobre a pele – Foi quando te vi dançando naquele teatro.
-Que bom, porque naquele dia eu imaginei você. -Responde em um pequeno sorriso.
Voltou ao seu ouvido e começo a subir com uma mão em direção ao fecho do seu sutiã. Falo em um sorriso: