Loren Colucci era a noiva de Mário Monteiro desde a adolescência, mas nenhum dos dois desejava a união.
Loren não suportava a ideia de se casar com o menino que viu crescer e com ele não era muito diferente, se existisse algum tipo de sentimento bo...
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LEONARDO SALVATTORE
— Leo! - Loren riu quando abri a porta do carro e a tirei de lá, a erguendo pela cintura e a colocando sentada no capô no carro. — Que lugar é esse? - ela perguntou.
— Ninguém pode nos ver aqui - respondi calmamente, colocando uma mecha loira atrás da sua orelha. Estávamos em um das garagens privadas do Salvezza. Eu as usava para guardar carros que mereciam um certo cuidado, como o Versione Corse, armas e dinheiro em espécie. — Gostou do presente? - eu não precisava que ela respondesse para saber, mas mesmo assim, queria ouvi-la.
— Se eu gostei? - ela sorriu, colocando as mãos em meus ombros — Eu adorei.
— Sabe o que eu pensei quando vi ele? - me aproximei, para falar em seu ouvido, e segurei seu pescoço levemente com minha mão. Loren arfou.
— O que? - sua voz estava baixa, um sussurro quase inaudível.
— Deixa eu te mostrar, amor - ainda sem soltar seu pescoço, a empurrei para trás até ela estar deitada na lataria do carro.
— Leo... - ela me olhou incerta.
— Calada - Loren se encolheu com meu comando. Minha voz saiu mais cortante do que eu planejava, mas mesmo assim continuei. — Abra as pernas. - sem que eu precisasse repetir, Loren afastou as pernas. — Suba seu vestido. - as mãos desceram lentamente até a barra do vestido cinza, e, ela puxou até o tecido estar amontoado acima do umbigo, deixando a mostra a renda de sua lingerie preta. Arfei. Estava com tantas saudades de estar com ela.
Ergui o rosto, encarando Loren novamente. Suas bochechas estavam avermelhadas e os olhos cheios de expectativas. Sorri. Ainda era difícil acreditar que ela gostava disso, mas ela gostava.
Eu fiquei parado, olhando para ela, memorizando o momento em minha mente. Se eu tivesse algum dom artístico, com certeza faria um quadro.
— Leo...? - sua voz não passava de um sussurro quando ela me chamou.
— Está com pressa? - perguntei, ainda sem me mover.
— Por favor... - ela ergueu o pescoço, para me olhar.
— Por favor, o que?
— Me diga o que tenho que fazer... - as palavras soaram quase como um choramingo. Ela não fazia ideia do estava falando. Não tinha nem sequer a noção do que essas palavras faziam comigo.
Engoli seco.
Sem pensar muito, desafivelei meu cinto e alcancei suas mãos, as amarrando juntas, tendo cuidado para não acabar a machucando.
— Mantenha as mãos acima da cabeça - falei sério. Ela fez como eu pedi, estendendo os braços até estarem acima de sua cabeça. — E não faça barulho.
Me aproximei dela, passando minhas mãos por suas pernas. Me ajoelhei, para ficar na altura ideal e, a puxei para perto, de forma que suas pernas ficassem suspensas. Sem um aviso prévio, mordi a parte interna da coxa de Loren, ela choramingou e eu mordi com mais força, até que ela fizesse silêncio.