ele nunca conheceu o amor

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LOREN SALVATTORE

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LOREN SALVATTORE

Acordei com um bom humor quase assustador. Talvez fosse pelo som do mar, ou o vento que fazia os sinos de vento soarem como uma melodia o tempo todo.

Era como estar em um resort luxuoso, só que bem melhor.

Eu não fazia ideia de que horas eram, mas o Sol entrava forte e teimoso pelas frestas das janelas, indicando que já não era tão cedo. O que era um problema, já que eu tínhamos pouco tempo e eu queria fazer mil coisas antes de voltar para casa. Tinha que passar algum tempo com a buni, queria conversar mais com ela, precisava tomar um Sol, ir no mar, conhecer a ilha junto com Leo...

Minhas bochechas arderam quando lembrei de Leonardo e do que ele falou na noite anterior.

Eu sabia que era fruto do calor do momento, mas, por pouco, eu não peço pra ele ir em frente.

Não é como se gravidez nunca tivesse se passado pela minha cabeça, nós éramos um casal que, recentemente, fazia sexo regularmente e sem nenhum tipo de proteção, mesmo que Leo sempre gozasse fora, podia acontecer.... mas depois do que ele falou, parecia real. Real demais. O que me deixou em uma mistura de pânico e excitação.

Eu me sentia nova demais pra ser mãe, e queria aproveitar mais tempo com Leo. Ainda estávamos construindo nossa relação, e precisávamos de tempo, para tudo, mas eu definitivamente queria filhos com ele.

Deixei de lado minhas preocupações, pensaria nisso em outro momento, e corri para o banheiro. Tomei um banho com água fria para despertar de vez.

Abri minha mala e escolhi um vestidinho curto em tom creme, com alcinhas finas que amarram nos ombros, um corpete reto com botõezinhos decorativos na frente, e uma saia rodada que caia em camadas suaves. O tecido era todo bordado com detalhes em azul e dourado, que parecem flores e arabescos delicados.

Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo, tentando mantê-lo sob controle por pelo menos uns minutos

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Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo, tentando mantê-lo sob controle por pelo menos uns minutos.

Sai do quarto encontrando uma casa silenciosa. Nenhum sinal de Leo ou da vovó, mas o relógio na parede maracava quase oito da manhã. Fui até a cozinha e me deparei com uma mesa recheada de café da manhã. Pão quentinho, várias opções de queijo e geleias, um bolo muito bonito, e panquecas fininhas com coberturas. Minha barriga roncou e eu engoli seco. Como uma senhorinha que mal parecia conseguir andar direito, conseguia cozinhar tanto e tão bem?

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