Loren Colucci era a noiva de Mário Monteiro desde a adolescência, mas nenhum dos dois desejava a união.
Loren não suportava a ideia de se casar com o menino que viu crescer e com ele não era muito diferente, se existisse algum tipo de sentimento bo...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
LOREN SALVATTORE
Chegamos no Salvezza e diferente de antes, seguimos outro caminho. Esse levava a área onde ficavam os carros de corrida antes de entrarem na pista, como uma grande garagem. Algumas pessoas estavam lá, alguns de uniforme de mecânicos, outros pareciam ser corredores e os demais deviam ser apenas espectadores, assim como eu.
E claro, haviam diversos carros.
Fiquei orgulhosa de mim mesma por conseguir reconhecer a maioria dos modelos que estavam expostos. Alguns era comuns, que víamos facilmente, mas outros, eram raros, do tipo que deixa qualquer amantes de carros com inveja.
— São todos do Salvezza? - perguntei para Leo que me guiava entre os carros, segurando minha mão, enquanto a maioria das pessoas o cumprimentava.
— Alguns sim - respondeu, mas seus olhos estavam atentos a nossa frente, a procura de algo, do carro que tinha mencionado antes.
Mesmo com muita insistência durante todo o caminho e até algumas tentativas de suborno, Leonardo se recusou a me contar o qual era o carro que ele iria me mostrar. Pelo mistério, deveria ser algo grande.
— Ali está - Leo acelerou o passo, e eu o acompanhei, até que parei de andar quando vi simplesmente um Maserati MC12 Corsa na nossa frente.
— Não brinca... - eu olhei para Leo, ele sorriu, parecendo satisfeito com minha reação. — Dios Mio! - eu estava quase saltitando de tanta emoção — É um Versione Corse, Leo! - eu olhei para ele, esperando que ele disse algo.
— É sim - Leo riu e soltou minha mão — Vá em frente.
— Você tá falando sério? - eu o olhei, sem conseguir controlar o riso. Leo assentiu, e indicou o carro com o queixo.
Me sentindo meio tímida, me aproximei da máquina a passos lentos. Aquele não era apenas um carro, era o carro. Além de ser um Masserati, era um dos modelos mais exclusivos da marca, com apenas doze unidades produzidas. Era o carro dos sonhos de qualquer corredor e custava uma quantidade de dinheiro absolutamente alta. Milhões. Fortunas inteiras.
Toquei na lataria com cuidado, admirando a peça, depois, abri a porta e observei o interior. Tudo parecia original, da pintura branca brilhante ao estofado fino que visava leveza na hora de correr.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.