Capítulo 53: O alvoroço na guilda de aventureiros

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Huuumm...

– Antes de qualquer coisa filha eu quero lhe perguntar o motivo de você nunca ter voltado ao castelo real ou mandado alguma carta?

– Eu sei que naquele dia fui muito rude e injusto contigo mas você não deve se esquecer da promessa que fiz durante o leito de morte de sua querida mãe.

Enquanto falava o rei Hains mantinha a sua cabeça abaixada e tinha um olhar triste em seus olhos.

Aaarrrggg...

– Você devia se perguntar se é justo o meu irmão mais velho ser tratado como um Deus que tudo pode fazer e tudo pode ordenar enquanto esta princesa deveria ser mantida em cativeiro pelo seu próprio pai e também no momento em que mais precisei você me tratou como um simples pedaço de lixo.

Humlp...

– Acho que só essas palavras já são mais do que suficiente para responder as suas perguntas.

O tom de voz de Helisa era sério e com um enorme ar de arrogância e quem não a conhecesse pensaria que isso era tudo que ela sentia enquanto falava com o seu pai mas dentro de si mesmo ela estava desmoronando e fazendo o máximo possível para segurar suas lágrimas e orgulho.

Aaafffuuu...

– Se é assim que você se sente filha, este rei não irá mais tomar o seu precioso tempo mas saiba que as portas do castelo real estarão sempre abertas e esse é o seu verdadeiro lar e eu espero de todo coração que um dia você possa me perdoar.

Ao terminar de falar o rei Hains deu uma última olhada em sua filha e desapareceu como se fosse uma fumaça sendo levada pelo vento.

Palma... Palma...

– Vocês já podem acordar de seu pequeno sonho.

O rei bateu palmas duas vezes e os três guardas que estavam dormindo na guarita do portão acordaram e essas foram as suas últimas palavras antes de ir embora e dar um último olhar triste para a sua filha que ainda estava parada na porta de entrada da mansão.

Sirene... Sirene...

– Ancião Tang e velha Júlia nós descobrimos o traidor!

Gritaram em uníssono alguns aventureiros que estavam com o trabalho secreto de investigação.

Uuuooolll...

– Diga logo quem é esta pessoa infeliz!

Disse o velho Tang eufórico.

– O traidor é um dos anciões e ele... Ele....

– Diga logo homem!

Gritou a velha Júlia que não aguentava mais a falta de palavras deles.

– Ele... Ele... Ele está atrás de vocês anciões!

Gritou um dos aventureiros enquanto os outros apontavam para as costas dos dois.

Humlp...

– Vocês realmente demoraram para me descobrir mas infelizmente isso foi tarde demais e muito em breve o meu amado lorde demônio Balthemor irá agir sobre essa maldita cidade.

Para a surpresa dos dois anciões quem estava atrás deles falando era o único dos anciões que quase se igualava à eles e ele era o hediondo ancião Luciano.

– Como você ainda ousa permanecer aqui agora que já sabemos toda a verdade e quem está lhe dando toda essa coragem velho Luciano?

À cada palavra do velho Tang o seu espírito de luta queimava como nunca.

Hehehe...

– Seus velhos peidos vocês nunca serão a par com a força do meu amado lorde demônio Balthemor e muito bem eu irei mostrar um pouco da áurea demoníaca que o lorde demônio Balthemor plantou em minhas veias.

Ao terminar de falar uma espessa fumaça negra circulou o ancião Luciano.

– Se afastem ou vocês podem acabar se ferindo.

Disse a velha Júlia aos aventureiros responsáveis pela descoberta verdadeira identidade do traídor.

– Velha Júlia por favor estabeleça uma barreira nesta sala ou isso pode acabar fazendo com que o prédio da guilda de aventureiros desmorone.

Além da preocupação de fazer com que o prédio da guilda desmorone com uma possível batalha entre anciões a sua principal preocupação era com a vida de todos os aventureiros e funcionários que estavam na guilda durante esse momento.

Hehehe...

– Você acha que eu quero lhe dar a oportunidade de lutar nesse cubículo?

O ar estava ficando tóxico e a fumaça em seu corpo ficava mais e mais espessa.

Humlp...

– Venha me pegar se você tem coragem ou a capacidade.

Boooommmm...

Pula...

Não dando chance para qualquer resposta ou estabelecimento de uma barreira para o prender nesse lugar o velho Luciano utilizou a sua áurea demoníaca para formar um punho negro e destruir dezenas de paredes até conseguir sair com sucesso do prédio da guilda.

O forte estrondo e o alto barulho da destruição deixou a guilda de aventureiros e os seus membros em um completo alvoroço.

AVISO: ESSE CAPÍTULO JÁ ESTÁ COMPLETO E ASSIM QUE DER EU IREI REALIZAR UMA REVISÃO GERAL PARA CORRIGIR QUALQUER POSSÍVEL ERRO ORTOGRÁFICO ENCONTRADO!

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