começo

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Primeiro de janeiro

Narrado por Bento

Ano novo, planos novos... Ontem, a virada de ano foi incrível: família reunida, boa comida, boa conversa e muita bebida... O que pedir mais? Nada, absolutamente nada!

B: Bom dia, família! (Falo animado para algumas mulheres que estavam acordadas na cozinha da nossa chácara, onde viemos passar o réveillon.)

L: Bom dia, filho! (Minha mãe, sorridente, me dá um beijo.)

H: Não é mais bom dia, cunhado! (Helena fala rindo, e acabo rindo também.)

N: Não seja cruel com o meu amor, minha irmã! (Minha mulher chega no local, linda como sempre.)

H: Que bom que chegou, amor, me protege dela! (Aponto e rimos.)

B: Bom dia, meu amor! (Digo sorrindo, e ela sorri e me dá um beijo.)

L: Bom dia, minha norinha linda! (Sorrindo, ambas se abraçam. Mamãe às vezes não escondia sua preferência.)

N: Bom dia, sogrinha!

O: Bom dia pra sua mãe também, Nayara? (Fala enciumada, e ela ri.)

N: Bom dia, mamãe! (Beija a mãe, e sentamos na mesa para tomarmos café.)

B: E meu irmão, Helena?

H: Ainda dormindo! (Morde o pão.)

L: Ele bebeu demais ontem, tadinho, vai acordar de ressaca!

F: Acertou em cheio, dona Lilian! (Entra no local falando com nossa mãe.) Só preciso de seu colo, amor! (Vai diretamente para o colo de Helena, que o recebe sorrindo.)

Não posso negar, meu irmão é louco por minha cunhada.

H: Venha, meu bebê! (O abraça, e todo manhoso ele se acomoda em seus braços.)

B: Te conheci menos bebezão, irmão! (Rio, e ele me mostra o dedo.)

H: Não fale assim com o meu neném! (Minha cunhada fala acariciando ele, e rimos.)

B: E a senhora, dona Olívia, bebeu todas ontem!

O: Não me lembra, meu filho! (Põe a mão na cabeça, e rimos.)

L: Eu não sabia que a Olívia era um Opala! (Gargalhamos.)

N: Mal sabem vocês! (Rimos novamente.)

H: Eu tô enjoada...

B: Vou ser titio!! (Bato palmas em comemoração, e ela ri.)

H: Não vai, não. Foi muita bebida e muita comida! Deus me livre de um filho!

L: Falando assim, até parece que não quer um filho, Helena!

H: Não quero, sogra. Uma criança dá muito trabalho. Não penso em ter filhos. Me julguem, mas não gosto muito de crianças! (Rio, também não gostava.)

B: Nem eu! (Digo rindo, e ela ri também.)

L: Ahh, meu filho quer ser pai, não é, Felipe?!

F: Sim, mamãe, mas no tempo dela! (Minha cunhada sorri e recebe um beijo.)

N: Aí, eu quero! Quero um menininho e uma menininha! (Fala sorridente, e sorrio.)

L: Por isso que te amo, meu amor. Quero muitos netinhos de você e do meu caçula!

B: Ah, mãe, sem essa de filhos! (Falo enquanto como um pedaço de bolo.)
N: Tá vendo, sogra?! Ele que não quer ter filhos comigo! (Faz drama, e rio.)
B: Não é bem assim. É que criança é complicado: chora, esperneia... Não curto muito!

L: Não importa, não demore a me dar um neto, Bento!

B: Relaxa, mamãe, relaxa!

O: No tempo de vocês. Eu quero netinhos, porém não irei pressionar!

H: Obrigada, mamãe. Porém, creio eu que só terá netinhos da parte da Nayarinha!

L: Olha lá, hein, Helena. Se um dia meu filho te trocar, não diga que não sabe o porquê!

O: Que horror, Lilian! (Sente pela filha. Mamãe era severa com Helena.)

F: Mamãe! Pare com isso. Já falei que não irei deixar Helena por nada! (Fala bravo. No fundo, ele sabe que mamãe não simpatiza muito com sua mulher.)
H: Não tem problema, amor, deixa ela! (Levanta, saindo.)

F: Muito bem, dona Lilian, conseguiu deixar ela chateada! (Levanta, saindo também.)

L: Gente, o que eu disse demais?

O: Poxa, Lilian, todos sabemos da sua preferência pelas suas noras, minhas filhas! Mas você às vezes é bem cruel com Helena, tenta pelo menos fingir! (Sai também.)

L: Helena se dói por tudo também!

N: Claro, sogra. Sempre foi absurdamente mimada pelos nossos pais! Também concordo, ela precisa dar uma família para o namorado dela, precisam ter perspectivas de um futuro!

L: Exatamente, minha norinha. Vocês são tão diferentes! Não sei por que o Felipe foi se emrabichar por ela!

N: Olha pro lado bom, sogrinha: pelo menos nos conhecemos... E eu encontrei o amor da minha vida! (Sorri, me beija, e sorrio.)

L: É verdade, o único lado bom! (Sorri concordando.)

B: Deixem ela, gente, deixem ela! Logo o Felipe acalma ela!

N: Você tem razão, meu amor. Logo o dengo dela passa! Vou trocar de roupa, quero aproveitar essa piscina! (Fala animada.) Vamos, sogra?

L: Vou sim, só vou acordar o Junior e pôr uma roupa!

N: Tá bom. Vem comigo, amor! (Sai me puxando, e vou.)

Assim que entramos no quarto, ela me beija, e eu já sabia o que ela queria.

N: Vamos tomar um banho comigo... (Fala entre beijos e retirando suas roupas.)

B: Só um banho? (Apertando seu corpo nu.)

N: Não... Quero mais que isso! (Apertando meu pau completamente duro.)

B: Então eu vou!

Indo até o banheiro, já retirando minhas roupas, a imprenso contra a parede, erguendo um pouco sua perna, e a penetro. Começo o ritmo que sei que ela gosta, a penetrando e chupando seus peitos e pescoço. Eu sabia bem como tocá-la, e não tarda para que nós dois chegássemos a um orgasmo.
...

Continua...
Yae? Querem mais?

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