14.2 - E qual é o motivo?

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O que inicialmente era um beijo delicado e carinhoso, passou a emitir faíscas por seus corpos. O instinto tomando conta de suas ações.

Em um segundo os lábios de Pepper estavam contra os de Tony e no seguinte mordiscavam sua orelha, distribuíam pequenos chupões e mordidas por seu pescoço.

Ele a viu abrir sua camisa bem devagar. Parecendo até uma cerimônia, a cada botão a ruiva parava e dava um beijo na pele que era revelada.

As mãos do moreno logo se dirigiram para as coxas dela, acariciando gentilmente, cada toque aumentando a chama. Quando ela terminou com os botões, abriu a camisa e começou a passar as mãos no seu peito.

— Eu amo tocar você. Adoro seus músculos. -Pepper disse enquanto tirava a camisa dos seus ombros.

— E eu amo quando você diz coisas assim, mas precisamos nos livrar da sua blusa também. -Comentou passando os dedos do lado do seu corpo.

Ela sorriu e três segundo depois a blusa de seda estava ao chão. Quando seus dedos chegaram a alça do sutiã, Tony segurou seu pulso. — Devagar. -Disse acariciando-a. 

— Mesmo? -Perguntou enquanto levantava do seu colo para tirar a calça jeans.

Vendo-a apenas de lingerie transparente, ele não conseguia pensar direito.

Se dando conta do quanto Tony estava excitado, a ruiva sorriu confiante e abriu sua calça, puxando para baixo juntamente com a cueca. Ela continuou beijando seu quadril e coxa, fazendo apenas um pequeno desvio pelo caminho para lamber sua ereção da base até a ponta.

— Pep... -Ele gemeu vendo-a desabotoar e tirar o sutiã ao mesmo tempo em que sua boca lhe dava prazer.

As mãos de Tony se dirigiram para os seios de Pepper e os apertaram enquanto os mamilos enrijeciam com o toque dos seus dedos.

Ele sabia que a brincadeira não poderia durar muito mais se continuassem no chão, então os levou de volta ao sofá. Seria muito mais confortável. 

— Você já reparou no jeito que me olha? O que está pensando?

— Que sou o homem mais sortudo do mundo.

— E qual é o motivo?

— Você está aqui e é real...

A ruiva sorriu e voltou a brincar com o pênis dele. Segurava com força, com movimentos graciosos, suaves e carinhosos. A visão dela o segurando firmemente, os seios fartos, os lábios molhados e o olhar intenso era demais para ele.

Sem pensar muito, trocou de posição e ficou por cima. Eles se moviam juntos, esfregando, agarrando e se beijando como adolescentes fazendo amor pela primeira vez na vida.

Retirando a calcinha que Pepper usava, Tony se posicionou entre suas pernas para saboreá-la. Sua língua deslizando por sua maciez enquanto os quadris da ruiva se moviam em resposta.

Ela agarrava os cabelos dele, puxando-o para mais perto, e murmurava seu nome várias vezes.

Quando Pepper gritou de prazer, Tony afastou ainda mais as suas pernas com as mãos. Enquanto ela recuperava o fôlego, beijou mais uma vez sua parte mais íntima.

— Linda. -Ele sussurrou.

 Tony, por favor. -Suplicou. — Eu quero você dentro de mim... Agora!

Sorrindo, o moreno se aproximou dela quase que sem ar. Seus lábios se tocaram suavemente e suas línguas entraram uma dança particular.

Finalmente penetrando-a, Tony sentiu toda a umidade e o calor do seu centro.

Seus corpos se moviam eletrificados.

Os gemidos e exclamações tomaram conta da sala.

Não demorou para que ambos chegassem ao clímax juntos. 

Por alguns minutos eles ficaram apenas deitados nos braços um do outro. A ruiva tinha a cabeça apoiada no peito do moreno e ele brincava com os fios de seu cabelo.

Instantes depois, ela se levantou, recolhendo as próprias roupas enquanto ele a observava.

Tony pensou que talvez fosse a timidez, então também vestiu algumas das suas peças, mas quando finalmente conseguiu ver o rosto de Pepper, percebeu que havia algo a mais.

— Acho que temos o fim do nosso filme então. -Ela sussurrou.

— Quê? -Ele soltou, parecendo exasperado.

— Sabe, esse tempo todo, meio que pensei que seria uma dessas comédias românticas ruins. Estou até meio aliviada por ser algo mais real.

— Pep... O que você quer dizer com isso?

— Vamos fazer o que tínhamos planejado desde o início. -Disse, esperando que ele não notasse que sua voz vacilava. — Seguimos nossos caminhos separados. Sem olhar para trás.


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Antes de tudo, eu queria começar essa nota IMPLORANDO PARA QUE VOCÊS NÃO ME MATEM!!!!!! Mas eu precisava muito escrever essa cena.

Juro que não foi por maldade!!!!!!!!!!

Espero que vocês estejam gostando da fanfic, teremos novas atualizações em breve. 

Amo vocês!!!!


Come Back... Be HereOnde histórias criam vida. Descubra agora