[CONCLUIDA]
Park Jimim,um jovem de 18 anos que sai de casa e entra na faculdade, no seu primeiro dia quando passa a dividir o quarto com um amigo que adora festas,Jimim conhece Jeon Jungkook,um jovem rude, tatuado e com piercings que implica com seu...
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Pego minhas anotações e meus livros e mergulho nos estudos. Decido fazer os trabalhos da semana seguinte. Gosto de me preparar com antecedência, assim não corro o risco de ficar para trás. Só que meus pensamentos logo se voltam para Jungkook e suas mudanças de humor, e paro de prestar atenção no que deveria estar escrevendo.
Faz só duas horas que falei ao telefone com Jongin, mas parece o dobro disso. Resolvo ver um filme deitado na cama até pegar no sono e escolho o filme "Para sempre", apesar de já ter visto uma porção de vezes. Menos de dez minutos depois, ouço alguém esbravejando e falando palavrões no corredor.
Aumento o volume do laptop e ignoro – é sexta-feira, está cheio de gente bêbada no campus. Alguns minutos depois, escuto mais alguns palavrões, proferidos por uma voz masculina, logo rebatida por uma feminina.
O sujeito grita mais alto, e reconheço o sotaque. É Jungkook. Pulo da cama, abro a porta e o vejo sentado no chão do corredor, apoiado na parede do meu quarto. Uma menina furiosa de cabelos platinados está de pé ao lado dele, de cara fechada e mãos na cintura.
— Jungkook? —, falo, e ele olha para cima. Um sorriso enorme aparece em seu rosto.
— Park… —, ele diz, e começa a se levantar.
— Você pode falar pro seu namorado sair da frente da minha porta? Ele derrubou um monte de vodca no chão—, a menina berra.
Olho para Jungkook.
— Ele não é meu… —, começo a dizer, mas Jungkook me pega pela mão e me empurra na direção da minha porta.
— Desculpe pela vodca —, ele diz, revirando os olhos para a loira. Ela solta uma bufada, volta para o quarto pisando duro e bate a porta.
— O que está fazendo aqui, Jungkook?—, pergunto. Ele tenta entrar no meu quarto, mas eu bloqueio a passagem.
— Por que não posso entrar, Jimin? Vou ser legal com seu avô. — Ele dá risada, e eu reviro os olhos. Sei que é de Jongin que está falando.
— Ele não está aqui. —
— Por que não? Certo, então me deixa entrar —, ele insiste.
— Não. Você está bêbado? — Examino bem seu rosto. Seus olhos estão vermelhos e o sorrisinho é revelador. Ele morde o lábio e enfia a mão nos bolsos. — Para alguém que não bebia, você anda enchendo a cara. —
— Foram só duas vezes. Relaxa —, ele diz, passa por mim e desaba na minha cama.