[CONCLUIDA]
Park Jimim,um jovem de 18 anos que sai de casa e entra na faculdade, no seu primeiro dia quando passa a dividir o quarto com um amigo que adora festas,Jimim conhece Jeon Jungkook,um jovem rude, tatuado e com piercings que implica com seu...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
∞︎︎
Por fim, paramos de nos beijar e eu me sento aos pés da cama. Jungkook me segue e se senta perto da cabeceira. — Certo, agora pode me dizer com quem brigou. Foi com Taemin? —, pergunto, com medo da resposta. — Não. Foi com uns caras aí. — Fico aliviado por não ter sido Taemin, mas então penso no que ele disse. — Espere. Uns? Quantos? — — Três… ou quatro. Não sei ao certo. — Ele ri. — Não tem graça… E por que vocês brigaram? — — Não sei… — Ele dá de ombros. — Eu estava bravo por você ter saído com Taemin e me pareceu uma boa ideia na hora.— — Bom, não foi uma boa ideia. Você ficou todo arrebentado. — Faço uma cara feia e ele inclina a cabeça para o lado. — O que foi? — — Nada… vem aqui —, Jungkook diz e abre os braços para mim. Eu me movimento pela cama e me recosto nele, entre suas pernas. — Desculpa pelo jeito como tratei… bem, como trato você —, ele diz baixinho em meu ouvido.
Sinto um arrepio pelo corpo devido à respiração em meu ouvido e ao pedido de desculpa. — Tudo bem. Bom, não está tudo bem. Mas você tem mais uma chance. — Espero que ele não faça com que eu me arrependa. Acho que não consigo mais lidar com o Jungkook frio. — Obrigado. Sei que não mereço, mas sou egoísta o bastante para aceitar —, ele diz, com os lábios encostados em meus cabelos.
Jungkook me abraça, e ficar com ele desse jeito é estranho e nostálgico ao mesmo tempo. Permaneço em silêncio e ele vira meus ombros levemente para que eu o olhe. — O que foi? —, Jungkook pergunta. — Nada. Só estou com medo de você mudar de ideia de novo —, digo. — Quero mergulhar de cabeça nisso, mas posso me machucar. — — Nunca vou mudar de ideia. Tenho lutado contra o que sinto por você. Sei que não pode confiar no que digo, mas quero reconquistar sua confiança. Não vou machucar você de novo —, ele promete e encosta a cabeça na minha. — Por favor, não me machuca —, imploro. Não me importa se estou sendo ridículo. — Eu te amo, Jimin —, ele diz, e meu coração quase pula do peito. As palavras parecem perfeitas vindas de seus lábios, e eu faria qualquer coisa para poder ouvi-las de novo. — Também te amo, Jungkook. — É a primeira vez que dizemos isso direito, e eu luto com o pânico que ameaça tomar conta de mim, de que ele volte atrás.
Mas, mesmo que isso aconteça, sempre terei a lembrança de como foi ouvir as palavras, como fizeram com que eu me sentisse. — Diz de novo —, Jungkook sussurra, e me vira para olhar para ele. Vejo mais vulnerabilidade em seus olhos do que pensei que veria. Fico de joelhos e seguro o rosto dele com as mãos, passando os polegares pela barba rala em seu rosto perfeito. Percebo, em seu rosto, que ele precisa que eu diga, muitas e muitas vezes. Direi quantas forem necessárias, até ele acreditar que é digno de amor. — Eu te amo —, repito e o beijo. Ele murmura ao passar a língua delicadamente na minha. Beijar Jungkook é sempre novo e diferente, e ele parece uma droga da qual não me canso. Segura minha nuca, unindo nossos peitos. Minha mente pede que eu vá devagar, que o beije lentamente e aproveite cada segundo dessa calma entre nós.