Você precisa ir.

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Chiswick – Magnus

Depois que Clary foi chamada. Izzy, Aline e Jace se levantaram e foram para o refúgio deles. Então Emma e Magnus foram para seus aposentos esperar que Clary voltasse da reunião para contar tudo a eles.

Eles entraram no corredor e viram Alec e Clary. Eles estavam muito perto um do outro, Alec se curvava levemente sobre Clary, parecia que estava preste a beijá-la. Suas mãos nas da ruiva. Magnus parou aonde estava, Emma bateu em suas costas. A amiga reclamou atrás dele e Alec e Clary olharam para trás, mas ele continuou imóvel.

—Desculpe incomodar.—disse Emma.—só estamos de passagem.—Então ela começou a empurrar Magnus até os aposentos dele.—Nos encontramos no meu quarto daqui a pouco.—disse Emma entrando em seus aposentos e fechando a porta. Magnus fez o mesmo.

Ele andou de um lado para o outro. A culpa e os ciúmes o corroendo. Quando vezes ele sonhou que era ele no lugar de Clary naquele corredor? Quantas vezes ele olhou para Alec e pensou que o moreno também o  queria? Mas ele queria só a amizade Magnus. Era isso que ele falou.

A porta se abriu e Alec entrou a fechando trás de si. Magnus olhou para o príncipe assustado.

—Oque você está fazendo aqui?—perguntou Magnus em susurros. Não queria que ninguém ouvisse.

—Você tem que parar de fazer isso.—disse Alec. Suas costas ainda estavam sobre a porta, parecia que se desencostasse cairia.

—Parar com oque?

—Por favor, não faça isso.—implorou Alec.

—Eu não entendo oque quer dizer.—insistiu Magnus. Ele realmente não sabia, oque Alec havia demonstrado até agora?

—Eu iria beijar Clary.—disse ele.—Eu iria beijá-la na minha despedida antes da caça, iria beijá-la nesse corredor a segundos atrás.

—E por que não fez ?—Era a pergunta mais idiota que Magnus já havia feito, ele nem sabia se realmente queria a resposta.

—Por que você apareceu.—Alec parecia estar tremendo.—Eu iria simplesmente fechar os olhos e te imaginar. Imaginar sua boca, seu corpo, seu cheiro.

—Para!—ordenou Magnus. Alec saiu da porta e andou até Magnus em passos largos, depois colocou a mão em seus rosto e o beijou.

O toque de suas mãos no rosto de Magnus eram quente, os lábios nos de Maguns eram macio, e seu gosto era único. Magnus se afastou ao mesmo tempo que empurrava Alec.

—Você sentiu, não sentiu? Você sentiu oque está acontecendo entre nós. Você viu oque aconteceu naquela tenda, no rio, oque acontece toda fez em que eu fecho os olhos e imagino você. Toda fez em que eu...

—Por favor, pare.

—Você não sente...—Alec encarou Magnus. Seus olhos brilhavam. Em vez de responder, Magnus se aproximou de Alec e o beijou. Foi melhor que a primera vez, Magnus desconfiava que com Alec sempre seria assim, sempre melhor que da última vez.

—Eu sinto.—Confessou Magnus quando eles pararam o beijo e suas testas estavam coladas.—Eu sinto.—repetiu.—Mas não podemos.—nenhum deles se mexeu ou falou por um tempo.

—Você precisa ir.—disse Magnus se afastando de Alec.—Elas vão vim me procurar.

—Eu vou.—disse ele ajeitando a postura.—Mas tem que me prometer que não vai me afastar mais.

—Alec, nos podemos...

—Eu sei. —disse ele com dificuldade.—Eu só quero que fiquemos juntos. Quero você por perto. Eu juro que não vou fazer nada. Por favor, me deixe ficar perto.—Magnus acentiu, e então Alec andou até a porta e saiu. Magnus respirou tentando se acalmar e se convencer de que nada disso foi real. Afinal, não iria acontecer denovo.

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