Sofia
06:25
Sinto um peso sobre a minha nuca, quase como se estivesse me prendendo sobre a cama. Puxo o ar enquanto sinto cada parte do meu corpo reagir a isso, e com uma dor aguda se espalhando sobre toda a região que sua mão toca com veemência. Um arrepio percorre pelo meu corpo quando meu peito se espreme diante da cama, e com rapidez, meu rosto se mantém ali, exatamente onde ele pressionou. Sua mão áspera e quente contorna minha bunda que tá mais do que dolorida, e quando menos espero, sinto seu pau novamente dentro de mim, se movendo com força, realmente sem dó da minha buceta. Gemo baixo, fechando os olhos pela sensação que me tonteia, principalmente quando sinto uma ardência na minha nádega esquerda, junto a um barulho alto estralando no ecoar do quarto, comprimindo os lábios, mesclando o meu gemido junto ao barulho do tapa na minha bunda, enrolando todo meu cabelo na sua outra mão que anteriormente se encontrava livre, puxando com tanta força quanto a pressão que ele está colocando sobre a minha buceta.
Nossa, porra. Talibã sabe mesmo o que faz. Caralho. E quando sua mão direita solta o meu cabelo, ele a leva em direção a minha buceta completamente molhada e aberta para o Bryan, totalmente dele, satisfazendo a puta que vive em mim, estimulando meu clitóris com agilidade, me afundando nesse sentimento de desejo e luxúria, meu corpo se contrai involuntariamente abaixo do seu, dominado, apenas por sentir sua mão se afastar do meu clitóris, contornando minha nádega direita com cuidado, apertando com vontade, controlando cada partícula do meu corpo e mente. Abro a boca no mesmo momento em que outro tapa é desferido sobre a minha bunda, junto com a ardência se fazendo presente na hora, queimando toda extensão do meu corpo, estremecendo não só minhas pernas, mas toda minha buceta e camadas da pele.
Eu já não sei dizer quanto tempo ele tá me fodendo com uma raiva do caralho, não sei, mas sei que tô gostando. E não é pouco. Eu sonhei com esse dia desde quando bati os olhos nele, implorei muito que fosse assim, mas não sabia que realmente seria. Minha buceta contrai, engolindo cada centímetro do seu pau, escutando um grunhido sair dos seu lábios, alcançando os meus. Gemo baixo, revirando os olhos e mordendo meu lábio inferior, sendo dominada não só pelo Bryan, mas pelo prazer em ter ele dentro de mim, pela devoção que ofereço a ele aqui dentro e por cada minuto que gozei pra ele, desejando ter mais e mais do seu toque.
Já não sinto mais nada, apenas a luxúria e adrenalina mantendo meu corpo de quatro, e apesar de não sentir ele, sinto a postura e autoridade do Bryan sobre mim. Toda essa sensação que ambos sentimos como uma corrente elétrica que nos liga um ao outro, essa sintonia e conexão que nos sufoca dentro desse quarto, me causando falta de ar, mas um gemido fino escapa pelos meus lábios, afim de demonstrar meu prazer e todo tesão que estou sentindo. Urgência de nós dois, mas mais ainda urgência dele me fodendo desse mesmo jeitinho, expondo e exalando nosso desejo um pelo outro da maneira mais prazerosa que existe. Um mísero toque me deixa molhada, mas o seu olhar feroz toca a extensão do meu corpo de várias formas, me arrastando pra uma bolha de sensações que antes mesmo de me foder, ele já me proporcionava, só se intensificou. Sem saída e escolha, meu corpo implora pelo seu, sentindo uma gotícula de suor deslizar pela minha bochecha direita.
Minha respiração descompassada e a falta de ar bate sobre o colchão, engulo a seco, tentando puxar ar de qualquer jeito. Sua mão aperta com firmeza a minha cintura, colocando mais e mais do seu pau dentro de mim, afundando a minha mente em um mar de tesão e domínio. Sinto seus dedos se afundarem sobre a minha pele úmida pelo suor, e um gemido baixo escapa de mim quando seu pau entra por inteiro, deixando minha visão turva de prazer. Agarro o lençol com força, sentindo seus dedos subirem pela extensão do meu corpo despido, e com força, novamente ele desfere tapas sobre minha bunda, enquanto eu sugo o ar, me sentindo refém do seu toque. Um gemido alto ecoa pelo quarto junto ao barulho do tapa, e eu fecho os olhos quando outros tapas são desferidos.
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Santo Forte.
Não FicçãoO desejo tá explícito nos meus olhos e a cada toque meu sobre teu corpo que arrepia, cada fala que treme, cada respiração descompassada que você tem perto de mim, você implora pra que isso seja apenas uma noite, assim como eu. Até ver que seus olhos...
