Pov Júlia
- Mas Babi, eu... – ameacei tirar a mão do seu sexo, ela não deixou.
- Por favor.
- Eu quero que seja especial pra você.
- Com você vai ser especial, Ju.
- Você tem certeza de que quer isso agora?
- Você está sentindo? Isso tudo é por você. – acho que ela se referia ao quanto estava molhada, provavelmente. Era muito. – Sim, eu tenho certeza. – tirei a mão do seu centro e a beijei com carinho.
Levei as mãos até a barra da sua blusa e sorri pra ela com nossas testas coladas. Ela levantou os braços, permitindo que eu tirasse sua blusa. Admirei seus seios, tinha certeza de que eles cabiam perfeitamente em minhas mãos. E realmente cabiam quando os massageei.
- Você é linda, amor. – falei quando voltei a olhá-la nos olhos, suas bochechas estavam vermelhas. Desço os beijos pelo seu pescoço e colo, até chegar ao seu seio esquerdo.
Eu era delicada como nunca tinha sido antes, seus pequenos gemidos me deixavam quente.
Fiquei de frente ao seu sexo e olhei-a como um aviso de que ia retirar seu short. Puxei-o com calma, beijando as partes que ia revelando. Assim foi o short até seus pés. Me coloquei de joelhos entre suas pernas e peguei seu pé, massageando-o, pra que ela relaxasse, o tom vermelho nas suas bochechas ainda era perceptível. Ela estava nua pra mim, e era a melhor visão.
Beijei seu pé e puxei suas pernas para mais perto. Finalmente toquei seu sexo com meu dedo indicador. Masturbei-a com calma. Decidi, por hoje, dar a ela um orgasmo sem penetração, faria uma noite pra nós, logo. Ela me puxou pra deitar por cima dela e rebolou no meu dedo, buscando mais contato.
- Eu preciso...
- Eu sei. – deitei de lado e toquei-a com rapidez, ela gemia cada vez mais alto.
- Assim, Júlia! Eu vou... Ah!
- Não vai. – parei tudo. Ela, ofegante, me olhou como se fosse me matar.
- Filha de uma puta. – epaaa – Sem ofensas à minha sogra. Mas pra que você parou?
- Parei porque vai ser muito mais gostoso pra você se for assim.
- Assim como? – levantei da cama.
- Volto em um segundo. – desci correndo até a sala de jantar, peguei uma das cadeiras de madeira (eita porra pesada), carreguei e subi as escadas novamente. Entrei no quarto com a cadeira e posicionei ao lado da cama.
- Você demorou. – já tentou subir uma cadeira pesada dessas com o corpo tremendo em expectativa? Mas, pelo menos eu tenho certeza de que essa cadeira vai aguentar, não quero nenhum acidente. – Pra que essa cadeira? – ela perguntou como se já suspeitasse.
- Já ouviu falar de lap-dance? – ela arregalou os olhos, mas foi coisa de um segundo. – Deu pra notar que já.
- Não, na verdade não faço ideia do que seja.
- Bárbara, não faz a inocente. – ela sorri e levanta os braços como em rendição.
- Ok. – pego o celular e procuro uma música.
- Aliás, lap-dance não. Velcro. – corrijo – E velcro? Tá sabendo, né Babi? Porque isso – aponto a minha lingerie – não vai ficar muito tempo aqui não. – rio e passo a mão pela barriga, tentando amenizar as voltas que meu estômago dava, mas sem sucesso.
- Você é sexy pra caralho, nossa.
- Você não tem noção do nível de sensualidade dessa cena à minha frente. Bárbara, vulgo Babi, minha namorada, nua na cama pra mim, e com essa carinha de "me foda" maravilhosa.
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Mine
Romance"É porque eu já tive mulheres, digamos assim, isso parece idiota e clichê, mas com nenhuma delas foi como é com você. Estar apaixonada, pra mim, é novidade. Você diz que é minha, e que gosta de ser. Então, quer ser minha pra sempre? - mas o que? Que...
