Pov Bárbara
E eu rebolava, em seu colo, esfregava nossos sexos indo e voltando como se dependesse daquilo. Acho que, inconscientemente, eu dependia sim.
Estávamos só de calcinhas, foi nessa hora que eu me questionei se deveríamos. Porque eu fechei os olhos e me vi com a Sabrina, por uma questão de costume, daí abri os olhos e estava com a Júlia.
Sendo que o contrário já havia acontecido, e mais de uma vez. Eu fiquei desnorteada por um segundo.
E foi só um segundo mesmo, porque Júlia apertou minha bunda com as mãos dentro da minha calcinha, e murmurou algo sobre ter sentido muita falta disso. Tanto da minha bunda, quanto do meu corpo, da minha pele, do meu cheiro, e falava enquanto beijava meu pescoço. E me apertava contra seu corpo sem me fazer parar os movimentos, nossos seios se esfregando uns nos outros assim como nossas intimidades, pressionando-se deliciosamente num ritmo mais delicioso ainda. Porra!
Isso me excitou tanto que eu perdi a noção. Fechei meus olhos e controlei a vontade de gritar. Eram coisas demais pra sentir num espaço de tempo tão curto.
- Júlia, você está me deixando encharcada. – suspirei. – Acho que nunca fiquei tão excitada na minha vida. – era verdade, eu sentia as pernas dormentes. Eu acho que estava tendo um orgasmo, ou muito próximo disso.
- É bom estarmos em igualdade. Porque te tocar está me deixando a ponto de gozar. – com essa eu tive que parar, me faltaram forças.
- Oh! – gemi, sentindo seu polegar maltratar meu clitóris sobre o pano da calcinha, que captou boa parte da minha umidade, me melando toda. Arranhei seu ombro com meu braço bom, em resposta aos seus toques.
- Você está... Meu Deus, molhada demais. Tão pronta pra mim, Bárbara.
- Me fode. – sussurro, desesperada. Júlia me segura contra seu corpo e deita sobre mim, minhas pernas automaticamente se abrem, ela fica entre elas, tira minha calcinha e eu não me incomodo em fechá-las. Fico aberta.
- Deita de bruços. – ela pede, não me demoro em obedecer. – Gostosa! – recebo um tapa na nádega esquerda. Minha boceta se contrai dolorosamente contra o nada, clamando pelo alívio. Ardeu, o tapa. – Empina pra mim. – atendi a mais um dos seus pedidos, ela posicionou-se atrás de mim e beijou o lugar onde ardia, me fazendo gemer. Logo voltei a deitar, porque não conseguia ficar muito tempo apoiada em apenas um cotovelo. Porém continuei empinando o quadril em sua direção, sentindo vergonhosos arrepios quando Júlia propositalmente esfrega seus mamilos rígidos da minha bunda, até as costas, deitando sobre mim. Dei graças que ela não podia me ver revirando os olhos em satisfação.
Antes que eu fique totalmente deitada, um dos seus braços fica entre meu corpo e a cama, descendo até meu sexo, e dessa vez eu afundei o rosto no colchão pra gritar.
- Isso Júlia, bem aí! – ela me masturbava com habilidade, eu já não sabia mais meu nome. Somado a isso, esfregava agora seu sexo contra minha bunda. Ela também queria muito gozar, sua excitação me melava, quente como o inferno.
E ela ainda vestia a calcinha.
- Eu... Eu vou gozar! Porra! – ela diz, arranhando com força minhas costas com a mão livre e se esfregando em mim com mais vontade. Gemi de dor pelos arranhões.
- Por favor não para... – supliquei, mas sem sucesso, ela já havia esquecido que me tocava para se concentrar no próprio prazer. Júlia gozou e melou não só a calcinha por completo como também a mim. Isso foi gasolina no fogo que estava tomando conta de mim, me perguntei um milhão de vezes por que não havia gozado. Na minha cabeça pensei que se ela gozasse em minha boca seria melhor, mas estava anestesiada demais para dizer qualquer coisa.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Mine
Romance"É porque eu já tive mulheres, digamos assim, isso parece idiota e clichê, mas com nenhuma delas foi como é com você. Estar apaixonada, pra mim, é novidade. Você diz que é minha, e que gosta de ser. Então, quer ser minha pra sempre? - mas o que? Que...
