84. Surpresa

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Lauren Jauregui |Point Of View

Eu estava sentada no colo de Camila. Estávamos ao lado do berço, assistindo Sebastian dormir sossegado.

— Sua mãe disse que você era assim também. Tão tranquila... Bom... Ainda é. A calma em pessoa.

— Ele é parecido com você.

— É cedo ainda para termos certeza, pois eu acho que ele parece você.

— Os olhos são os seus... Perfeitos. – Ela disse beijando minha bochecha.

— Eu queria que ele tivesse os seus... Precisamos de outro. Uma menina parecida com você. – Disse escondendo o rosto na curva do seu pescoço.

— Não sei Lolo. Eu quase choro só de lembrar do seu desespero. Não consigo ver você sofrendo.

— Amor... – Beijei sua bochecha, demorado. – Olha a nossa recompensa. Eu nem pensaria para aceitar que doesse o dobro, só para ter esse pequeno anjo conosco.

— Vamos pensar... Ainda está cedo. – Ela olhou o relógio. – Mas está tarde. Vou preparar uma coisinha para nós comermos.

— Ah. Está tão gostoso aqui. – Ela me abraçou forte.

— Eu sei anjo. Eu amo você muito. Sabia? – Ficamos nos encarando.

— Duvido que ame mais do que eu te amo.

— Vai me amar para sempre?

— Até mais, se possível.

Obviamente selamos esse momento com um beijo, começou calma, mas depois de um tempo, minhas mãos já estavam arranhando a nuca dela e a dela apertando minha bunda. Eu estava escorrendo excitação, pois estávamos há meses sem sexo.

— Você vai me enlouquecer! – Camila disse ofegante, encostando a testa na minha. – Não aguento mais de saudades.

— Nem me fala, amor. Estou escorrendo por você... Isso que eu deveria ficar sem vontade de fazer, por causa da amamentação. Mas falta pouco... Não vai procurar uma vadia para se aliviar. – Eu tentei soar divertida, mas esse era um medo mais que compreensível, pois ela estava há meses sem transar e dormindo com um mamute ao lado dela.

— Hey baby. Meu desejo e minhas saudades são de você. Sentir você. Um simples esvaziar eu consigo no banheiro e sozinha... Eu quero chegar às estrelas com você.

— Camz... Você sempre sabe o que dizer.

— Só digo a verdade. Agora eu vou preparar algo, pois estou com muita fome... Estou com fome de você também... Então melhor me afastar. – Eu sorri e Sebastian chorou. Ela foi pegá-lo.

— Deixe comigo, amor. Pode ir cozinhar. – Ela assentiu, mas pegou ele do berço.

— Hey garotão. O que houve? Está com fome? Não está... Você comeu há pouco. E você está limpinho também... Será que ele está com dorzinha, Lolo?

— Espero que não. – Eu o peguei. – Garotão da mamãe... O que houve? – Eu o ninei um pouco e ele parou.

— Que garoto esperto. Só queria um mimo da linda mamãe. – Camila disse beijando a testa dele e depois beijou meus lábios. – Estou com muita fome.

— Vai lá, amor. Não quer pedir algo? É mais rápido.

— Vou pedir uma pizza.

— Eu assenti e ela saiu do quarto. Depois de um tempo, Sebastian dormiu novamente.

Caminhei até a sala e Camila estava assistindo a um jogo. NBA era o novo vício dela, ela disse que sempre gostou, mas como o pai gostava de futebol americano, preferiu abster-se e seguir o time do pai. Até isso ela fez por aquele covarde.

— Joguinho, amor?

— Pois é. Liguei a TV bem na hora. – Ela disse sorrindo e eu me sentei ao lado dela. Fiquei admirando seu perfil... Como Camila é linda.

— Não sinta pena.

— Como?

— Você está me olhando assim pelo lance do meu pai, e eu gostar sempre da NBA.

— Na verdade, eu pensei nisso quando vi a TV. Mas agora, só estava pensando no quanto você é linda. E tenho testemunhas disso.

— Tem é? – Assenti. — Você me acha mesmo linda?

— Acho. Você é a mulher mais linda que eu já conheci e é uma honra te ter como esposa.

— Eu penso o mesmo sobre você.

— Então somos duas lindas e a cada dia mais apaixonadas. – Ela sorriu.

— Ok. – Estranhei e amei por ela não ter reclamado. Camila estava com um top branco e uma bermuda preta, que deixava sua cueca com o elástico aparecendo. Eu queria estar mesmo com o hormônio anti sexo que o doutor falou, mas estou com a libido aflorada.

Aproximei meu corpo ao dela e beijei seu pescoço. Passei a mão por seu membro e ela gemeu.

— Lauren... Não podemos. – Ela disse e eu coloquei meu dedo sobre os lábios dela.

— Não posso estar com esse pau gostoso em mim, mas isso não me impede de brincar com ele.

— Eu amo quando você fala assim...

— Que seu pau é gostoso? – Ela assentiu, mordendo o lábio inferior. — Eu amo seu pau gostoso... Tão grande e grosso... – Eu disse e massageei-o mais forte.

— Lauren... – Eu tirei a bermuda dela e o liberei de sua cueca. Ele bateu na barriga dela, tamanha a excitação.

— Senta de frente pra mim, Camz... – Ela rapidamente se virou. Aproximei meu rosto de seu membro e ela fechou os olhos.

Lambi sua glande e depois o abocanhei.

— Oh... Lauren... – Ela prendeu meus cabelos em um rabo de cavalo. Eu engolia o que podia dela e minha mão massageava o resto de sua extensão.

— Cacete! – Eu raspei meus dentes de leve e ela apertou os olhos.

— Isso... – Eu chupei sua grande forte enquanto estimulava suas bolas com minha mão.

— Porra... – Ela disse e eu senti seu corpo vibrar, meu ventre formigou quando o gemido grave dela preencheu meus ouvidos e sua porra na minha boca. Eu cai sobre ela. – Aconteceu alguma coisa?

— Eu acho que eu gozei... – Ela arregalou os olhos.

— Sério? – Eu assenti, mesmo estando com duvida. – Não sabia que isso podia acontecer.

— Acho que é porque eu estou com muita vontade. – Ela me puxou e me abraçou.

— Falta pouco, amor. Logo faremos. – Ela beijou minha testa.

×××


Depois de meses, já estávamos morando na casa nova. Ela era completamente distante das casas de nossos familiares.

Havíamos passado o domingo com meus pais, eles deram um churrasco e queriam ver o neto.

Sebastian já está bem ativo, adora ser mimado e é super carinhoso. Puxou a Camila em tudo na personalidade.

Quando chegamos a nossa casa, O Sr. e a Sra Gomez nos esperavam.

— Oi Pedro. – O cumprimentei. — Olá Silvia. Como está?

— Lauren! Bem e você?

— Bem. Estávamos na casa dos meus pais. – Camila chegou e trazia nosso pequeno no colo.

— Olá Sr. Gomez. Pedro! – Ela bateu de leve nas costas dele. — Vamos entrar.

Depois de uma longa conversa descobrimos, eles moravam perto, Pedro via mais o Sebastian que meu pai. Estava sempre dando um presente ou outro para ele, nunca deixava de aparecer.

— A fardinha não serviu mais e eu mandei fazer outra. – Ele entregou o embrulho para Camz.

— Não precisa se incomodar, Pedro. – Eu disse e Camila assentiu.

— Não é incomodo. – Silvia falou. — Eu me sinto avó desde menino. – Ela estava com ele no colo e ele sorria para ela.

— Mas eu fiz, pois teremos o ato solene da elevação dos cargos do QG. Você tem que ir a caráter e achei que nosso pequeno mili... Garoto podia ir a caráter também.

— Eu conversei com o Sr. Não sei que quero ver meu pai....

— Não pare sua vida por ele... Você não deve nada.

— Eu disse isso a ela. – Eu disse e ela negou.

— Vou pensar...

— Bom... Lauren a ajude a pensar direito. Vai ser importante sua presença Camila. Tenho uma surpresa.

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