CAPÍTULO 24

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Leonardo

- Puta que pariu Maria - aperto seus peitos enquanto ela quicava em cima de mim, ela pulava forte comigo dentro fudendo ela, eu ia gozar com a cena que eu via dela pulando cima do meu pau, ela acabava com todas as minhas estruturas, ela rebolava e sentava me levando a loucura, seus peitos balançando essa sem dúvida é a melhor cena que já vi.

Puxo seus braços pra ela deitar em cima de mim abraço sua cintura e ela coloca a cabeça no meu pescoço, levanto o quadril e começo a penetrar rápido

- l Aí meu Deus, não para - Ela gemia alto, ela levanta a cabeça pra me olhar e encosto nossos lábios a respirações altas e descontroladas - Eu vou gozar, oh Léo

- Então goze - gosto que ela sempre me avisa como se dependesse de mim pra ela fazer, olhar ela revirando os olhos e se tremendo foi minha gota d'água, embarco com ela num orgasmo nos dois juntos - Puta merda - grunhi quando ela apertava meu pau em volta da buceta dela, quando passou nossa sensação abri os olhos a pegando me olhando sorrindo - caralho

- Eu que digo amor - Sorrio quando escuto ela me chamar de amor - Você me fode tão bem - Ela susurra contra os meus lábios roçando eles

- Quem me fudeu foi tu me engolindo - Ela da risada e se levanta de cima de mim, tiro a camisinha ido até o banheiro pra jogar fora, ligo a jacuzzi com água morna e volto pro quarto vendo ela deitada mexendo no celular - Ei - estendo a mão pra ela indicando o banheiro - já entrou numa jacuzzi? - ela pega minha mão com a boca aberta surpresa

- Você tem aqui? - aceno - Ui que chique - levo ela até lá quando a água já está quase na metade, entro primeiro e sento em um banco depois pegando sua mão e a vejo subindo na escadinha dali entrando na água, trago ela pra sentar na minha frente de costas pra mim e ela encosta a cabeça no meu ombro, temos uma linda vista daqui de cima, daqui da pra ver o mar e o Rio de Janeiro quase que por inteiro - essa vista é perfeita

- A minha é mais - ela sorri e beijo seu pescoço

- Essa casa é um sonho Léo, tem certeza que quer vender ? - Ainda não acostumei com ela me chamando do meu nome porém é muito melhor que ela me chamando de Rezende, sinto um medo dela soltar isso pra quem não deve, ainda mais depois de descobrir o que estou fazendo...

- Não sei as vezes ela é muito visada, chama a atenção e o que eu menos quero é isso

- Compreendo

- Tenho outras vou te levar pra conhecê-las - ela se vira pra mim

- Por que leva a vida assim Léo? Dá pra ver que você consegue se sustentar sem o tráfico - Olho pra ele e respiro fundo

- Tudo o que tenho é graças ao tráfico que minha família conquistou

- Família? - só ai percebo que falei sobre o que não devia

- É

- Desculpa, dá pra ver que você não gosta de falar sobre isso - Ela vira de novo pra frente me dando as costas - Sinto muito

- Pelo o que ?

- Por sua família - olho pra ela com o cenho franzido - Sei que deve ter os perdidos de alguma maneira e sofre com isso - Um formigamento estranho passa por mim, uma queimacão, meu coração acelerado, ponho a mão em seu rosto acariciando

Acaso ProibidoOnde histórias criam vida. Descubra agora