CAPÍTULO 10

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Maria Fernanda

Depois do que pareceu horas levantei do chão e resolvi tomar um banho ainda passei horas lá também.

Quando sair vestir a mesma roupa que estava me recuso a vestir esse trem que ele trouxe

Saio do banheiro em silêncio olho no espelho do quarto com meus olhos tão inchados e de tanto chorar. Vou atrás da minha bolsa pra fugir enquanto não o vejo, faço uma careta quando lembro que ela ficou no carro dele

Dane-se

Vou fugir assim mesmo tento descer as escadas e quando chego na sala a voz dele ecoa

— vai aonde ? — escuto o barulho da cadeira e suas pisadas

—  O que você acha? Pra minha casa né — me distancio mais ele se aproxima rápido

— já está em casa coração

— ME LARGA — grito e ele me pega pelo braço

— Já estou cansado das suas gritarias não eu não te largo você não vai embora e ponto final agora sobe pro quarto e veste a porra daquele babydoll que eu já subo para dormimos juntos e sem nenhum piu se não já sabe

— Te odeio

— SOBE — mostro o dedo so meio pra ele e subo de novo pego o maldito baby Dolly e rasgo ele todo

— Quero ver eu vestir isso — acho uma tesoura e corto em pedaços ele todo quanso ele entra no quarto da de cara e eu com a tesoura na mão — vou vestir nada não

— Larga essa tesoura — está com a mesma apontada pra ele

— Não — ele e rápido em me puxar e eu me debato ainda consigo rasgar um pouco do seu braço

— Desgraçada — ele ranca a tesoura da minha mão e me joga na cama — se você não vai vestir eu mesmo o faço — ele começa a arranca minha roupa e eu me debato até ele puxar meu cabelo e me levar até o closet, estou completamente nua na sua frente quando entro em seu closet tem de tudo sapatos, roupas, maquiagem, olho sem entender de quem é essa tanto de coisa — é seu coração tudo aqui é seu isso tudo comprei quando você ainda tinha 14 aninhos sempre soube que iria vir morar comigo

— você precisa ser internado num hospício — ele volta com uma lingerie braca

— Ahan agora me ajuda por isso em você — ele se abaixa e passa a calcinha minúscula pela minha penas assim como um sutiã ele coloca em mim — agora sim perfeita — ele pega minha mão e me roda e me para de costas e né alisa com suas mãos nojentas

— Não toca em mim por favor — murmuro com um bolo na garganta e uma ânsia de vômito

— Vou te tocar pra sempre você e minha de verdade agora — ele me vira — não chora — ele seca minha lágrimas — ainda não será hoje que faremos amor você precisa se adaptar mas faremos e você vai querer — cuspo de novo em sua cara

— Só me deito com você morta — ele limpa meu cuspe e me olha sorrindo

— Ou a força... — Meu coração acelera em pensar que ele pode mesmo me tomar a força — prefiro que você também queira mas se não for assim vai ser do meu jeito — passa por mim para o outro lado do closet tirando sua roupa depois disso pega em minha mão — venha vamos dormir — ele me puxa e me deita na cama — não quero escândalo e muito menos drama

Acaso ProibidoOnde histórias criam vida. Descubra agora