Maria Fernanda
Deito na cama sentido o remédio pra dormir fazendo efeito. Se havia passado três dias desde que me cortei novamente depois de quase cinco anos.
Aquele momento eu só queria que aquela dor passa-se.
Quando ouvi um barulho na porta depois de minutos no banho me desesperei achando que fosse aquele demônio, mas era minha tia Cláudia e a Julia entraram no banheiro correndo e me ajudaram. Vi que ficaram assustadas com a quantidade de sangue no chão, minha tia veio até mim e me abraçou em meio ao chuveiro elas me deram banho e me levaram da cama não sei como mas eu dormir eu consegui dormi depois de dias.
A Júlia estava dormindo aqui em casa depois desse dia, tava na cara que era pra me vigiar. Sabemos que uma hora vou ficar sozinha de novo, não sei pra que isso. Depois disso marquei a psicóloga para amanhã, preciso dessas consultas, cheguei ao extremo.
Levanto no outro dia descansada graças ao remédio dormi que nem um bebê.
Não vou trabalhar desde na sexta hoje já era terça e não iria hoje também, sr Antônio disse que eu precisava de um dias de descanso mas amanhã eu volto a trabalhar.
Levantei e tomei um banho para acordar sai do quarto e vi que era 8:30, Júlia deveria estar se arrumando para ir trabalhar ontem deitei para.dormi era 7 da noite dormi muito.
— Bom dia dorminhoca — Júlia sai do quarto arrumada vem até mim e me dá um beijo a bochecha.
— Bom dia — vou ate a cozinha para fazer café.
— Da licença deixa que eu faço café vai.
— Desse jeito eu vou ficar acostumada — sorri e ela também e foi pegar as coisas para fazer o café
Bateram na porta, franzi o cenho — Você ta esperando alguém? — levanto arrumando me short que subiu.
— Não, pode ser minha mãe — verdade ela sempre vem aqui. Ando ate a sala e quando destravo a porta, vejo o próprio diabo na minha frente.
— Bom dia coração — ele da um sorriso e entra na minha casa sem eu deixar.
— O que estava fazendo aqui? — viro pra ele com os braços cruzados.
— Vim te ver, soube de uns trem aí, não gostei — não acredito nisso — você tentando tirar a própria vida como assim ia me deixar sem ao mesmo me dar um único beijo digno.
Nojo.
— O que é isso, por que tá aqui Digão? Qual o seu problema — Júlia aparece com a colher suja de café na mão.
— Não e da sua conta cachinhos, sai — ele expulso a Júlia ela olha debochada pra ele.
— E da minha conta sim ela e minha irmã, e você quem pensa que é pra me expulsar daqui ?
Ele virá pra ela.
— Vaza daqui — diz em tom de ameaça.
— Perai você não vai mandar ela sai da minha casa tá louco? — interrompo seus passos indo até ela e ele mo olha.
— Eu só saio daqui morta — quando a Júlia diz isso ele me afastar e avança nela pegando no pescoço dela ela se debate e eu pulo nele.
— Pois então vai ser morta que você sai.
— SOLTA ELA SEU MONSTRO — gritava puxando seus braços que a enforcava — TA, ELA VAI, ELA VAI SAIR AGORA SOLTA ELA, POR FAVOR — Júlia já estava ficando roxa quando ela a solta e ela cai sentada no chão — Ju, Ju, me responde — peguei seu rosto em minhas mãos ela respira com dificuldade — apoia em mim vou te levar na tia.
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Acaso Proibido
Fanfiction📍𝑀𝑎𝑛𝑔𝑢𝑖𝑛ℎ𝑜𝑠 - 𝑅𝑖𝑜 𝑑𝑒 𝒥𝑎𝑛𝑒𝑖𝑟𝑜 O proibido é sempre mais gostoso Maria sabe disse mais do que ninguém, mas será possível continuar esse romance que vale a vida do seu amado? É possível se esquecer de alguém que te faz se sentir t...
