Maria Fernanda
- Oi - olhei pra sofia quando ela sentou do meu lado no sofá. Ela me abraçou de lado e eu deitei no seu ombro.
Eu não conseguia mais falar nada e tudo que eu sentia era um buraco no meu peito.
Tinha se passado quase um mês desde todo aquele alvoroço, não foi fácil vir pro Rio de janeiro.
- Eu.. - me ajeito no sofá e olho pra ela - eu nem te parabeneizei por sua gravidez - ela sorriu pequeno.
- Obrigada.
- São gêmeos não é mesmo ? - ela acena - que venha com muita saúde - ela toca na barriga dela.
Ficamos conversando até o Léo aparecer com o Davi e o Lagosta.
Eles foram resolver alguns assuntos pendentes e eu quis vim ficar aqui na Sofia.
Ela já estava com 6 meses e a barriga dela já estava grande, ela descobriu que são gêmeos, uma menina e um menino.
Cecília veio aqui também mas logo foi embora por que ela precisava trabalhar.
- Mamãe - Davi diz meio embolado e vem pro meu colo, beijo a cabeça dele e olho pro Léo que se senta do meu lado.
- Tudo bem ? - ele me pergunta e eu balanço a cabeça, ele passa o braço pelos meus ombros - você já quer ir ?
- Você quer ? - olho pra ele quando pergunto.
- Nada disso, fiz o almoço e vão comer aqui, ram - Sofia fala, sorrimos e ela saiu da sala - vem aqui amor - ela chama Lagosta que vai com ela.
Olho pro Davi no meu colo e faço uma careta pra ele, ele ri e toca no meu rosto.
- Você viu a marca de nascença dele ? - olho pra ele e ele nega - como assim cara, olha só sua assinatura nele - levanto a blusa do Davi pra ele ver a marca perto do umbigo.
- Carai é igualzinho mano - ele toca na marca também - Sofia tem no mesmo lugar também.
- Era da sua mãe ou do seu pai ?
- Da minha mãe - arrumo a blusa do Davi - ele tem seus olhos - sorri olhando pro meu filho, ele encarava a gente também.
- É uma misturinha nossa, olha essa boca, igual a sua - Léo da ar de riso.
- Verdade - olho pra ele e encosto minha cabeça no ombro dele.
- Queria que ela estivesse aqui - Ele suspira e arruma o Davi.
- Eu também nega - beijo a bochecha dele.
- Como vai ser ? Daqui pra frente ?
- Tem uns trem acontecendo aí, coisa de... facção rival - franzo o cenho.
- O que ? Ah não Léo, passar por tudo de novo...
- Não, não calma - ele coloca as mãos no meu rosto - eu tô vendo outra casa, vamo sair do morro, eu sei que preciso proteger vocês dois e aqui não é seguro.
- Que facção ? - ele me olha receiso.
- TCP - fecho os olhos, no fundo eu sabia que era eles.
- Eu não entendo... por que ?
- Isso não tem haver com relacionamentos afetivos nega, isso é disputa por território, CDD é grande e eles querem tomar.
- O Rick estava de frente disso ?
- Igual eu falei nega, quando se tá nessa disputa a facção vem em primeiro lugar, fora que ele não é o único líder de lá, existem outros isso não é só um decisão dele.
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Acaso Proibido
Fanfiction📍𝑀𝑎𝑛𝑔𝑢𝑖𝑛ℎ𝑜𝑠 - 𝑅𝑖𝑜 𝑑𝑒 𝒥𝑎𝑛𝑒𝑖𝑟𝑜 O proibido é sempre mais gostoso Maria sabe disse mais do que ninguém, mas será possível continuar esse romance que vale a vida do seu amado? É possível se esquecer de alguém que te faz se sentir t...
