CAPÍTULO 56

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Allana

1 mês depois

Abri o portão devagar e fui até o corredor que me levaria pra uma saída que tinha menos seguranças.

Abri a porta de ferro devagar que me levaria até o jardim e fechei cautelosamente pra não escutarem.

A escada que eu tinha deixado no dia anterior estava do mesmo jeito então comecei a subir nela, quando cheguei ao topo olhei em volta e vi que tinha um segurança só nesse lado da casa, menos mal mas ruim ainda.

Como passei despercebida ?

Coloquei a mãos na cerca elétrica que eu desliguei, óbvio, e com cuidado tentei subir sem me arranhar. Quando estou em cima do muro pego meu celular e aperto o play, uma música alta começa com a caixinha em que conectei meu celular e o segurança vai em direção ao barulho.

É agora.

Pulo do muro me arranhando toda, me levanto correndo e corro até não aguentar mais. Quando estou chegando quase no fim da rua um carro aparece, abro a porta e rapidamente entro no carro, fecho a porta e olho pro lado, abro um sorriso ao ver o Cobra.

— Você é doida — ele acelera o carro e eu coloco o sinto.

— Você sempre soube disso.

Eu fugi de casa, só por algumas horinhas.

Meus pais estavam em casa dormindo, era quatro da manhã, e eu convenci ao Cobra a isso, eu nem sei como ele aceitou isso depois de tanta insistência minha e também por que eu prometi fazer algumas coisas...

— Eu tô tão fudido se teu pai descobrir.

— Ele não vai a Clara já foi avisada e vai dizer que fomos juntas pra casa de outra amiga.

— Tu é irresponsável.

— E você está se envolvendo com a irresponsável — tiro a blusa de frio e coloco dentro da mochila e coloco no banco de trás.

— Eu vou te levar de volta — ele viria o vontade pra fazer o retorno.

— O que? Eu não diz isso tudo atoa agora vice vai me levar pra casa de praia sim.

— Allana onde eu tava com a cabeça quando aceitei isso — sorrio de leve, tiro meu sinto e ajoelho no banco.

— E que você pensou com essa cabeça — levo minha mão até sua calça e agarro seu pau na minha mão e aperto de leve.

— Garota — ele me repreende e põe a mão em cima de mim — tira a mão daí — não faço nada pra tirar e muito menos ele, esfregou minha mão em cima e ele reprime um gemido, o que me encanta, nunca tinha o escutado dizer isso, quero ouvir de novo, subi um pouco meu dedos indo até a calça jeans, a desabotuo o botão — Não Allana, para.

— Quer mesmo que eu pare? — olho pra ele com uma cara sapeca passando a língua pelos meu lábios, enfio minha mão dentro de sua calça e agarro seu pênis, ele geme rouco e sinto o carro acelerar mais, fico olhando sua expressão, uso a que a Clara me ensinou, passo o dedo na cabeça e depois começo os movimentos de cima pra baixo.

Acaso ProibidoOnde histórias criam vida. Descubra agora