Allana
1 mês depois
Abri o portão devagar e fui até o corredor que me levaria pra uma saída que tinha menos seguranças.
Abri a porta de ferro devagar que me levaria até o jardim e fechei cautelosamente pra não escutarem.
A escada que eu tinha deixado no dia anterior estava do mesmo jeito então comecei a subir nela, quando cheguei ao topo olhei em volta e vi que tinha um segurança só nesse lado da casa, menos mal mas ruim ainda.
Como passei despercebida ?
Coloquei a mãos na cerca elétrica que eu desliguei, óbvio, e com cuidado tentei subir sem me arranhar. Quando estou em cima do muro pego meu celular e aperto o play, uma música alta começa com a caixinha em que conectei meu celular e o segurança vai em direção ao barulho.
É agora.
Pulo do muro me arranhando toda, me levanto correndo e corro até não aguentar mais. Quando estou chegando quase no fim da rua um carro aparece, abro a porta e rapidamente entro no carro, fecho a porta e olho pro lado, abro um sorriso ao ver o Cobra.
— Você é doida — ele acelera o carro e eu coloco o sinto.
— Você sempre soube disso.
Eu fugi de casa, só por algumas horinhas.
Meus pais estavam em casa dormindo, era quatro da manhã, e eu convenci ao Cobra a isso, eu nem sei como ele aceitou isso depois de tanta insistência minha e também por que eu prometi fazer algumas coisas...
— Eu tô tão fudido se teu pai descobrir.
— Ele não vai a Clara já foi avisada e vai dizer que fomos juntas pra casa de outra amiga.
— Tu é irresponsável.
— E você está se envolvendo com a irresponsável — tiro a blusa de frio e coloco dentro da mochila e coloco no banco de trás.
— Eu vou te levar de volta — ele viria o vontade pra fazer o retorno.
— O que? Eu não diz isso tudo atoa agora vice vai me levar pra casa de praia sim.
— Allana onde eu tava com a cabeça quando aceitei isso — sorrio de leve, tiro meu sinto e ajoelho no banco.
— E que você pensou com essa cabeça — levo minha mão até sua calça e agarro seu pau na minha mão e aperto de leve.
— Garota — ele me repreende e põe a mão em cima de mim — tira a mão daí — não faço nada pra tirar e muito menos ele, esfregou minha mão em cima e ele reprime um gemido, o que me encanta, nunca tinha o escutado dizer isso, quero ouvir de novo, subi um pouco meu dedos indo até a calça jeans, a desabotuo o botão — Não Allana, para.
— Quer mesmo que eu pare? — olho pra ele com uma cara sapeca passando a língua pelos meu lábios, enfio minha mão dentro de sua calça e agarro seu pênis, ele geme rouco e sinto o carro acelerar mais, fico olhando sua expressão, uso a que a Clara me ensinou, passo o dedo na cabeça e depois começo os movimentos de cima pra baixo.
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Acaso Proibido
Fanfiction📍𝑀𝑎𝑛𝑔𝑢𝑖𝑛ℎ𝑜𝑠 - 𝑅𝑖𝑜 𝑑𝑒 𝒥𝑎𝑛𝑒𝑖𝑟𝑜 O proibido é sempre mais gostoso Maria sabe disse mais do que ninguém, mas será possível continuar esse romance que vale a vida do seu amado? É possível se esquecer de alguém que te faz se sentir t...
