Maria Fernanda
- Deixa de ser chato me dá essa cueca aí - puxo da mão do Léo a cueca que ele iria usar quando ele puxou da minha mão pois peguei primeiro.
- Tu não tem short não pô - tenta pegar o pedaço de pano de novo e eu ponho atrás do meu corpo.
- Não entra cara, estou de seis meses, nem minhas calcinhas tão entrando.
- Compra maiores, é sério essa cueca aí foi cara é uma das minhas preferidas - olho pra cueca branca da Calvin Klein e depois pra ele.
- Vai deixar sua mulher andar pelada pela casa?
- Pega outra cueca ué - ele alcança minha cintura e me trás pra perto dele.
- Não precisa ficar usando cueca boa por aí meu amor - falo com ironia e ele faz cara de tédio e se esfrega em mim.
Ele estava nu por que tinha acabado de sair do banho quando meu viu pegando sua cueca e saiu correndo peladão foi uma cena e tanto. Eu só estava de sutiã.
- Para de esfregar essa bananinha aí - digo prendendo o riso com ele tentando pegar a cueca ainda.
- Bananinha né - ele vai até meu pescoço beijando, arrepio quando ele começa a chupar o local.
Enlaço seu pênis na minha mão apertando e ele se ajeita pra me beijar, coloca uma de suas mãos na minha nuca e me beija, nossas línguas dançando em um movimento que se combinavam perfeitamente.
Começa a masturbar ele que o faz separar o beijo e fixar o olhar no meu, aumento a velocidade dos meus movimentos, ele deixa a boca entreaberta, me aproximo dele beijando seu queixo e depois suas bochechas, levo a outra mão nas costas dele arranhando de leve. Ajoelhei na sua frente e ele balbuciou algum palavrão que não escutei, sorri e abri a boca, ele segurou meus cabelos e quando ia colocar todo aquele instrumento na boca o maldito radinho dele tocou.
- Coringa!
- Ah não - ele falou olhando pra mim, ri passando a língua de leve e ele arfa, ele alcança rapidamente o rádio não mesa do lado e aperta o botão - fala rápido - ele coloca a mão na cintura me fitando.
- Preciso que tu cole lá na boca 3 - ouço Lagosta do outro lado da linha.
Passo a língua por todo seu pau, ele fecha os olhos e morde o lábios, sorri e coloco todo na boca e o vejo reprimir um gemido.
- É.. daqui a pouco - ele ia colocar na mesa de novo mas Lagosta o chama novamente - Ô empata foda do caralho - não consigo segurar o riso e tiro seu pau da boca rindo e escuto o Lagosta do outro lado braguejar algo.
- Vei, três da tarde e tu tá nessa mermão.
- Tem hora pra transar não mano - ele me dá mão pra levantar e eu aceito ficando em pé.
- Cê já é praticamente casado tem tempo pra isso, aqui não dá pra esperar não - ele revira os olhos e eu dou as costas pra ele e vou até onde deixei a cueca dele e visto, olho pra ele pra saber se ele viu e ele só balança a cabeça em negação e eu sorrio.
- Da pra adiantar o assunto - ele vai até a gaveta e pego outra cueca, dessa vez preta.
- X9 - ele respira fundo.
- Marca 15 aí - ele deixa o radinho na mesa e vai atrás de uma camisa. Veste uma verde musgo e eu coloco um vestido um pouco colado mas de laicra e se ajustou bem no meu corpo, passo por ele o vendo procurar uma calça na gaveta, já aproveito pra dar uma bela dedada nele ali, ele me olha puto e eu começo a rir - Maria vei - ele coloca as mão na cintura me fitando.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Acaso Proibido
Fiksi Penggemar📍𝑀𝑎𝑛𝑔𝑢𝑖𝑛ℎ𝑜𝑠 - 𝑅𝑖𝑜 𝑑𝑒 𝒥𝑎𝑛𝑒𝑖𝑟𝑜 O proibido é sempre mais gostoso Maria sabe disse mais do que ninguém, mas será possível continuar esse romance que vale a vida do seu amado? É possível se esquecer de alguém que te faz se sentir t...
