CAPÍTULO 68

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Maria Fernanda

De pé ao lado do berço de Davi olhava ele dormi tranquilamente. Seu peito subia e descia devagar pé suas respiração o sono profundo me deixa com inveja, a tempos não durmo apenas para dormir, durmo por que tenho que ter saúde pra cuidar dele mas se pudesse não dormia.

Repito fundo antes de pegá-lo em meus braços ainda sonolento.

Não havia se passado nem 15 dias do nascimento do meu filho, Digão colocou uma arma na cabeça da Allana e disse que a mataria naquele momento se não fossemos fazer o maldito teste de paternidade.

Não ouve jeito, nem com todos nossos protestos e nem as recomendações de  Célia o fizeram mudar de ideia.

Coloco um cobertor o deixando bem quentinho. O infeliz disse que teríamos que sair de madrugada para sermos atendidos em uma clínica que ele pagou apenas pra nós entrarmos.

Sair no relento com Davi foi horrível, ele por sorte não acordou quando Digão bate a porta com força. Célia iria ficar pois ele não deixou Allana ir então pedi pra ela ficar e tomar conta da Allana.

Eu tinha um plano. Não sei se iria dar certo mas precisava que desse.

A coletora e eu ua ficar a sós então é nessa hora que direita a ela pra falsificar o exame.

— Garoto só dorme em — Digão comenta quando entra no carro.

— É um bebê seu imbecil. Acha o que? Que ele vai sair andando por aí, pelo amor de Deus.

— Só sabe reclamar tu também.

— Olha o que tá fazendo a gente passar, expondo o menino ao frio no meio da madrugada pra realizar teste idiota.

— Fale por você, preciso saber é questão de honra masculina, você não entendeu de por que é mulher mas homem não aceita filhos dos outros não — Olho desacreditada pra suas palavras.

Realmente não existe nenhum como Léo.

— Você é doente.

— Eu amo você é diferente.

— Isso é amor? Olha o que me faz passar, você fez a própria filha ser estuprada por dois caras enquanto dormia no quarto ao lado tranquilamente isso é o que?

— Culpa sua, quem mandou levar ela pro outro lado, hm.

— É realmente, culpa minha, deveria ter te matado quando estava lá em CDD agora não estava passando por isso.

— Verdade — olho pra ele quando ele confessa — deveria ter matado por que agora vai ser triplicado a segurança na tua vida nunca que eu vou permitir outro cara chegar em você de novo se tiverem coragem como aquele maldito Coringa eu os mato e ainda faço Allana e Davi pagar pelos seus erros.

— Como é Covarde, me enfrentar você não é homem o suficiente? — ele da ar de riso.

— Não por que minha mulher tem que estar deslumbrante, um olho roxo ou andar mancando não te faz bonita.

— Isso é doença, por que não se trata é sério Rodrigo.

— Se me chamar de Rodrigo mais vezes eu posso pensar — reviro os olhos quando percebo que ele está zoando comigo, não se importa e nem liga.

Quando chegamos a clínica ele já foi logo me chamando atenção.

— Já sabe, abre o bico morre — puxo meu braço e ajeito o cobertor em Davi.

Acaso ProibidoOnde histórias criam vida. Descubra agora