CAPÍTULO 22

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Rezende

A cena que eu vejo na minha frente tá me deixando puto, eu juro que se pudesse esquartejava Digão agora na frente de todos, o torturaria de todas as maneiras possíveis, como ele não se toca vei

- Coração, outra cerveja - ele fala pra a Maria que estava no colo dele depois dele ter batido nela na frente de todos mandando ela senta consigo, ver a marca da palma da mão dele no rosto dela ta me deixando com um ódio maior ainda dele, a Júlia o Rick teve que levá-la embora depois dela ir pra cima do Digão metendo a porrada nele foi uma confusão danada mais quando ele tirou a arma e apontou na cabeça da Júlia a Maria entrou na frente eai eu mais o Rick e os meninos entramos na frente também, no final o Rick decidiu levar ela pra cada dele, e eu disse que tomaria conta da Maria, pelo menos estou tentando essa noite já discutimos por que tentei protegê-la e ela disse pra deixar ela em paz, não consigo eu só quero tirá-la daqui e cuidar das suas feridas não consigo não me preocupar.

Ela se levantou indo em direção a cozinha dentro da casa, fui atrás dela com a desculpa de que iria no banheiro, quando entro a encontro na sala sentanda no sofá.

- O amor ... - me ajoelho na sua frente

- Sai Rezende quer uma arma na sua cabeça também, sai de perto

- Não vou sair, fala pra ele que tá passando mal, que quer ir no hospital eu arrumo um jeito de mentir dizendo que vou te levar e você dorme lá em casa

- Qual é a parte que você não entendeu ? - ela olha pra mim com os olhos vermelhos - sai daqui, não quero outra pessoa que eu gosto nas mãos dele não quero que ninguém mais sofra apenas por não fazer as vontades dele - pego em seu rosto

- Eu já disse que não me importo com o que ele faça, eu me importo é com tu tá ligada

- Que bonitinho - Ela se levanta com o susto quando a voz dele ecoa na sala - Atrapalho o belo casalzinho?

- Atrapalha - levanto enfrentando ele, ele me fuzila com o olhar

- Digão não está atrapalhando nada

- Sobe pro quarto Fernanda anda - ele diz ainda me encarando e eu ele

- Ela só vai se ela quiser

- E ela vai - ele tira a arma e destrava na minha direção

- Perai Digão não faz besteira pensa - Maria vai até ele - eu não tô aqui morando com tu, não sou sua mulher então pra que ficar perdendo tempo com soldado qualquer - franzo o cenho com ela dizendo essas coisas

- Ele disse que não ia te deixar, eu não te faria mal faço essas coisas só pra você me respeitar - que tipo de respeito ele acha que isso é

- Não é assim que você tem que fazer pra ter meu respeito - Maria pega na arma dele que ainda estava apontada pra mim - Deixa ele ir, ele não vai mais me incomodar - Maria sabe bem amansar ele pois ele abaixa e olha pra ela bem mais calmo e ela se vira pra mim - Pode ir Rezende

- Não... - ela levanta a mão me interrompendo de falar e pede por favor só mexendo os lábios, fico incerto do que fazer, se eu for não poderei fazer nada pra ajudá-la, ela balança a cabeça me confirmando que ficaria tudo bem, contra minha vontade saio da casa, e monto na minha moto

- Merda, porra - entro entro casa xingando esmurrando a parede, pensando melhor não sei se foi uma boa ideia deixá-la lá estou atordoado, como que eu protejo ela assim pego o telefone e ligo pra um soldado meu que faz a contenção lá na casa do Digão - fala pirâmide

Acaso ProibidoOnde histórias criam vida. Descubra agora