* O livro é fantasia, bastante cenas de sexo, bruxas, sexo, romance, ...
Eu já falei que o livro tem muito sexo?
É a história de uma escritora que sem ideias para um novo livro começa a estudar uma lenda de um gárgula escondido dentro da catedr...
Oi amores , aqui para frente é só ladeira abaixo , disse capítulo em diante o livro começa a esquentar. Boa sorte para todos.
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Aqui está seu trecho revisado com português corrigido, fluidez aprimorada e intensificação sensual e emocional, mantendo totalmente sua história: — Oi, amores… daqui para frente é só ladeira abaixo. Disse capítulo em diante, o livro começa a esquentar. Boa sorte para todos. … 13 de janeiro de 1327 Lohan tem viajado muito. Diz que possui favores a pagar às pessoas que o ajudaram a se tornar conde. Decidi sair para passear antes do almoço, na tentativa de fazer o tempo passar. Apesar do frio intenso, eu estava decidida a não permanecer trancada em casa. Assim que saí, avistei, ao longe, no jardim, um dos guardas de meu marido. Geralmente, não presto atenção nos servos, seja qual for sua posição… mas algo nele me fez parar. Seus longos cabelos brancos chamaram minha atenção. Mas não foram apenas suas madeixas… Sua robustez. A forma como se mantinha ereto. Havia algo ali que despertou minha curiosidade de maneira imediata e quase… indevida. Afinal… quem era aquele guarda? Montei em meu cavalo e segui em direção ao bosque, mas ele se colocou à frente do animal, obrigando-me a parar. Fiquei alguns segundos em silêncio. Sem reação. Se de longe já era belo… de perto, era algo quase impossível de ignorar. Maravilhosamente formoso — se é que tal palavra faz jus ao que vi. Sua pele era extremamente clara, semelhante ao mármore das esculturas do jardim. Os traços eram firmes, harmoniosos… perigosamente perfeitos. Notei que não deveria ter mais de trinta anos. Seus olhos… Verdes. Profundos. E havia nele um vigor que meu marido já não possuía. — Deus me perdoe… — murmurei, quase sem perceber. — Perdão, duquesa, mas o Duque Jean de Leroy ordenou que eu me certificasse de que a senhora não sairia durante sua ausência. Ergui o queixo, irritada. — Quanta audácia. Nem você, nem o senhor meu marido, são capazes de me impedir de sair deste palácio se assim eu desejar. Girei o cavalo com firmeza e parti em disparada, em direção ao pomar — que, naquela época do ano, encontrava-se seco e silencioso. Ao chegar, olhei para trás. Ninguém. Continuei. Segui até o bosque. Pelo caminho, vi restos de neve e placas de gelo, o que me causou um leve receio… mas, antes que pudesse reconsiderar, meu cavalo escorregou. A queda foi brusca. O ar me faltou por um instante. Quando me levantei, o animal já havia disparado, desaparecendo entre as árvores. Pensei em voltar sozinha ao castelo… Mas então senti os primeiros flocos de neve tocarem meu rosto. Gelados. Delicados. Enganosos. Por sorte, eu conhecia aquelas terras como a palma da minha mão. Sabia exatamente o que fazer. Não demorei para encontrar abrigo. Uma gruta. Um refúgio que havia descoberto meses antes, durante uma chuva na época da colheita. Entrei. E esperei. Mas o que antes eram apenas flocos suaves… transformou-se em uma nevasca. O frio começou a se infiltrar pelas roupas. Pela pele. Pelos ossos. Eu tremia. Mesmo com as luvas, sentia os dedos endurecendo, perdendo a sensibilidade. A dúvida me consumia: Ficar ali… e morrer de frio? Ou tentar voltar… e morrer no caminho? O tempo passou arrastado. Pesado. Comecei a aceitar, aos poucos, a possibilidade da morte. Então vi algo. Ao longe. Um movimento. Pensei em gritar. Em correr. Mas minhas pernas não obedeciam. Meu corpo já não era totalmente meu. A figura se aproximou. Era ele. O guarda. Forcei meu corpo, quase me arrastando até ele. Quando se aproximou o suficiente, perguntou se eu estava bem. Minha resposta foi um tapa. — Por que demorou tanto? Minha voz saiu fraca… mas carregada. Ele segurou minha mão com firmeza. Seus olhos encontraram os meus. E, sem aviso… Ele me beijou. Um beijo quente. Intenso. Quase urgente. E eu… Eu não recuei. Pelo contrário. Correspondi. Por tempo demais. Quando recobrei parte da razão, ergui a mão para esbofeteá-lo novamente. Mas ele a segurou. — Precisamos ir. A neve não vai parar tão cedo. Sua voz era firme. Segura. Ele me colocou sobre o cavalo e montou logo em seguida. Atrás de mim. Próximo demais. Sua respiração quente tocava meu pescoço a todo instante, fazendo meu corpo arrepiar… de uma forma que nada tinha a ver com o frio. O cavalo avançava lentamente. E ele permanecia em silêncio. Mas, vez ou outra, aproximava-se ainda mais… quase me envolvendo em seu corpo. Era claro que tentava me aquecer. Mas ele não fazia ideia… Do quanto eu já estava quente. Quente demais. Desde aquele momento… não consegui mais parar de pensar nele. Descobri, através de meu marido, que seu nome era Pierre Durand. E que havia sido repudiado por sua família. Lohan falou com admiração sobre suas habilidades — caçar, pescar, lutar… E aquilo me fez pensar… Se ele era realmente bom em tudo o que fazia. … … Dias atuais… — Vai dar merda… vai dar merda… vai dar muita merda… não tem como isso dar certo. Falei, arrancando as luvas e jogando-as sobre a mesa. Caminhei até a janela do quarto e a abri. Precisava de ar. Urgentemente. Mas, no fundo… Não era o ar que me faltava. Era controle. E eu já estava começando a perder completamente.
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