* O livro é fantasia, bastante cenas de sexo, bruxas, sexo, romance, ...
Eu já falei que o livro tem muito sexo?
É a história de uma escritora que sem ideias para um novo livro começa a estudar uma lenda de um gárgula escondido dentro da catedr...
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- Louise, é o padre Carlos.
- Claro que é, eu salvei seu número. Não precisa se apresentar toda vez que me liga.
- A ruiva do curso de restauração acabou de sair da catedral. Achei que você ia querer saber.
- Ai, que merda! Como ela saiu de lá? Deve ter tirado uma cópia da chave, só pode. Muito obrigada, padre. Como quer que eu te pague? Com dinheiro ou dando uma sentadinha de leve no coroinha? Não vai dar nem pra tirar o cabaço, prometo. - A historiadora falou antes de desligar.
"Eu acho que vou dar mais uma olhadinha no sótão. Tenho que saber como aquela enxerida conseguiu sair de lá."
Uma hora depois...
Louise estava na porta dos fundos da catedral. Mandou uma mensagem e o padre Carlos veio até lá.
- A sua bênção, padre. Trouxe o pagamento pela informação e preciso dar uma olhadinha no sótão.
Padre Carlos olhou o dinheiro na mão da morena e sussurrou:
- Se não se importar, hoje eu prefiro outro modo de pagamento.
- Puta que pariu, por essa eu não esperava...
- É... foi você que ofereceu.
- Vamos ali no meu carro, rapidinho...
- Espera, tenho que mudar a roupa. - Padre Carlos fez menção de entrar, mas Louise o segurou pela mão e disse:
- Não mesmo, vem logo. Vamos pro meu carro enquanto a rua está vazia.
Louise abriu o vestido de botão e mandou o padre mamar, enfiando seu seio farto na boca do sacerdote no banco de trás do carro. Carlos chupava o seio da historiadora enquanto sua intimidade dava sinal de vida.
- Deixa eu ver o tamanho do coroinha que você tem aqui. - Louise levantou a batina e falou: - Nossa, mas que coroão! Quem diria, hein?
Louise pegou um preservativo do porta-luvas, colocou no membro rígido do sacerdote e começou a sentar como se não tivesse amanhã. Carlos estava meio apreensivo, pois o carro balançava e poderia chamar atenção. O nervosismo fez com que ele gozasse rápido.
Depois que terminaram, o padre Carlos comentou com Louise:
- Sabe, eu acho que essa coisa de celibato não é pra mim. Acho melhor largar a batina.
- Nada disso de largar batina. Eu preciso muito de você na catedral - disse Louise, enquanto abotoava o vestido.
- Não vou conseguir fazer muita coisa por você. O arcebispo já está em casa e deve voltar pra cá semana que vem.
- Ai, que merda! E você não vem com essa de largar a batina agora, achando que só porque eu brinquei com o coroinha terei alguma coisa com você. Minha cabeça está focada em outra coisa agora: eu trabalho de professora, e com esses passeios mais o meu dinheiro, mesmo vem de passar informações pra um amigo jornalista e outro que é ladrão de relíquias. Se eu falar que não tem nada no sótão, nossa fonte vai secar. Vamos, ajeite essa batina e vem comigo pro sótão.
- Não posso. O arcebispo nos proibiu. A desobediência é pecado.
- E eu sentar no coroinha não é?
- Vem logo, poço de virtude.
Dessa vez, a historiadora usou um sapato menos barulhento, pois sabia que ainda havia alguns padres na catedral àquela hora e não queria chamar atenção.
- Há, padre Carlos, eu queria me confessar depois, se tiver tempo - falou Louise, com sarcasmo.
O padre respondeu:
- Qual o seu problema?
Quando chegaram ao sótão, a historiadora abriu a porta rápido e desceu as escadas correndo. Ao chegar no solo, começou a olhar com cuidado pra saber se achava algo importante.
- A capa do celular estava aqui e não está mais. Isso quer dizer que ela levou... e esses pedaços de celular...
Quando Louise chegou em casa, foi correndo até o armário, pegou um celular velho e o apertou com toda a sua força.
"Como eu estava desconfiando, mesmo que ela quisesse, não conseguiria quebrar o celular daquela maneira. Então, o que aconteceu? Será que ela levou um homem extremamente forte pro sótão? E por que ele ficaria com raiva dela ao ponto de destruir o celular? Cadê o resto dos destroços do telefone? O que será que realmente aconteceu?"
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