Capítulo 71 [+18]

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𝙅𝙤ã𝙤 𝙋𝙚𝙙𝙧𝙤 | 𝙐𝙢𝙖 𝙨𝙚𝙢𝙖𝙣𝙖 𝙙𝙚𝙥𝙤𝙞𝙨...   📍 𝐁𝐚𝐧𝐠𝐮



Uma semana depois, eu esperava no quarto, encarando o teto descascado como se ele fosse me responder alguma coisa. Pô, eu sempre odiei visita nesse lugar tá ligado, nunca quis ninguém aqui dentro, muito menos a Luna.

Ou pelo menos era isso que eu achava... porque depois que vi a garota, tudo mudou.

Era foda, eu fechava os olhos e não vinha grade, não vinha cela, não vinha barulho de cadeia, só vinha ela na minha mente. O jeito que me olhava, a boca carnuda, o corpo encaixando no meu, caralho de mulher gostosa. 

Eu precisava sentir ela... tinha voltando a ser virgem de novo tomar no cu.

Então depois do Marcelo entrar com o pedido não achei que fosse rolar tão rápido, mas agradeço ao universo por isso, agora eu esperava a Luna chegar porque ia matar pelo menos um pouco da saudade que tô de sentir ela.

— Vocês tem trinta minutos. — O merdinha de farda fala e sai.

Tá de sacanagem? isso dá pra porra nenhuma. Observo a Luna entrar com a cabeça baixa e duas sacolas em mãos, com o mesmo estilo de roupa que tinha usado da outra vez, logo a porta é fechada nos deixando sozinhos. 

— Que isso, vai abrir um restaurante na cadeia? — gasto ela.

— Cala a boca garoto. — dá risada. — Não tá com saudade de comer comida de verdade? — fala colocando as sacolas em cima da mesa.

— To com saudade é de tu... não vai me dá um beijo não? — A garota tava mais preocupada em tirar vários bagulho da sacola. — Luna? — chamo sua atenção.

— Espera amor, tô só tirando a comid... — não deixo ela terminar quando puxo sua cintura fazendo nossos corpos se chocarem. — Ai garoto. — fala e dá risada.

— Tira a blusa. — digo e ela faz revelando a lingerie branca.

Nem raciocino direito quando ela expõe os peitos pra mim, o piercing continuava lá, e eu me amarrava pra caralho.

— Não tirou o piercing. — comento baixo e ela nega sorrindo.

Sento na beira da cama e trago ela pro meu colo, ela se encaixa perfeitamente quando coloca cada perna de um lado fazendo nossas intimidades se esfregarem, levo a mão na sua nunca segurando o cabelo e passo a língua devagar no lóbulo da orelha até o pescoço enquanto massageava um dos seus seios, vejo sua cara cheia de tesão enquanto seus dedos passeavam pelas minhas tatuagens depois de retirar minha camisa.

— Que saudade de você... — fala no meu ouvido me instigando. 

Trago ela pra perto fazendo nossas testas se encostarem, em seguida mordisco seus lábios carnudos, e logo aprofundo um beijo, mas beijo com gosto mermo, ela deixa eu conduzir sua língua devagar, o calor já invade o ambiente.

Jogo ela na cama ajudando a retirar o resto da sua roupa, trato de guardar bem a imagem dela assim porque não sabia quando caralho eu ia ver ela desse jeito de novo. Faço questão de distribuir beijo por todo seu corpo, começo pelo pescoço e vou descendo pra barriga até sua calcinha, afasto a renda branca me dando visão daquela buceta molhada.

— Você maltrata muito. — sussurra.

— Shh... quietinha... — falo.

Fico no meio das suas pernas e levo dois dedos na boca dela fazendo ela chupar, desço até sua buceta estimulando o clitóris e logo depois introduzo um dedo, logo em seguida o outro, permaneço ali caindo de boca naquela buceta gostosa. Giro a língua em toda região fazendo ela soltar gemidos, sinto sua mão parar na minha nuca me incentivando a não parar.

DOSE DUPLAOnde histórias criam vida. Descubra agora