Capítulo 74

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📍𝑳𝒖𝒏𝒂 𝑫𝒖𝒂𝒓𝒕𝒆


— Eu sei, mas não tem como remarcar? — andava de um lado pro outro na cozinha.

—  Eu já dei um jeito, relaxa. — ouvia a Duda pela ligação. — Vai aproveitar sua lua de mel porque quando essa mini férias acabar a gente tá cheia de trabalho. 

— Com certeza eu vou. — falo sabendo que ia aproveitar muito aquele homem gostoso.

Tchau e juízo. — ela fala antes de desligar.

Enfim casada.

Com a camisa do João Pedro passeio na cozinha apreciando a vista incrível que essa casa tinha, não sei quando íamos voltar então aproveito o máximo, pego uma maçã e vou caminhando até a varanda abrindo a mensagem dele dizendo que já estava chegando.

Esperava o dia todo depois do FP chamar ele pra alguma coisa lá no morro, não gostava nem um pouco disso, acabou de ganhar liberdade e fica desfilando por ai.

Aproveito pra tirar uma selfie com a mão do lado do meu rosto mostrando minha aliança, era perfeita. Mando no grupo das meninas com a legenda "bom dia" e um emoji sorrindo, não demora pra todas visualizarem e mandar várias figurinhas e áudios.

— Amor? — ouço a voz dele ecoar pela casa.

— Na varanda. — falo ainda mexendo no celular.

— Boa tarde. — me dá um selinho rápido.

— Boa tarde marido. — digo puxando ele e beijando de verdade.

— Tá animadinha. — tira a camisa e eu já molho os lábios com aquele gostoso na minha frente. — Bora ali?

— Ali? — não entendo, achei que ia usufruir desse corpinho.

— Vai colocar um biquini que a gente vai nadar.

— Sério? — chego mais perto envolvendo as duas mãos pela cintura dele. — A gente não pode só deitar e assistir série? — ele nega.

Subo até o quarto com ele e tiro a camisa, sentindo o olhar atento em cada movimento meu. Procuro rápido nas bolsas que minha vó trouxe e fico alguns segundos encarando as opções.

— Branco liso ou laranja estampado? — pergunto mostrando pra ele.

— Qualquer um. — ele dá de ombros. — Vai ficar gostosa de qualquer jeito mermo. 

Acabo escolhendo o laranja, coloco a calcinha primeiro e depois a parte de cima. Ele chega por trás, me ajuda a amarrar, os dedos firmes na minha pele, ele deixa um beijo lento no meu pescoço, arrepio na hora, incrível como meu corpo reage muito bem á ele.

— Vamos antes que eu mude de ideia. — digo, rindo baixo.

Descemos juntos e caminhamos até o píer, que ficava praticamente em frente à casa. O sol já tava mais baixo, refletindo na água, e ali, parado, o jetski parecia chamar a gente.

Olho pra ele e nego com a cabeça.

— Fala sério.

Ele ri, já entendendo tudo.

— Qual foi pô? — diz enquanto veste um colete. — Vem cá, tu vai pilotar.

— Tu é maluco garoto? — ele vem colocando o colete em mim também.

— Confio em tu amor.

— Se a gente morrer a culpa é sua. — rio, subindo.

— Dá nada não nós já casou mermo.  

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⏰ Última atualização: Jan 12 ⏰

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DOSE DUPLAOnde histórias criam vida. Descubra agora