LEIAM AS NOTAS FINAIS, PLEASEE GIRLS!!
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Jack levou Alex para Florianópolis e ficaram lá por duas semanas. Mal pudemos nos falar. Nosso aniversário chegou e ela ainda estava viajando. Jack organizou uma festança na praia da Joaquina, como um luau, e morri de ciúmes pensando nos caras que deveriam estar rondando minha mulher. "Minha mulher! É diferente pensar nisso!"
As aulas recomeçaram e tudo foi voltando ao normal: muito estudo, muito trabalho.
Minha avó mudou muito comigo; para melhor. Contei a ela sobre o sonho no hospital e ela achou que bem poderia ser verdade. Disse que realmente havia rumores de uns parentes nossos no Recife, em uma favela chamada Alagados. Talvez minha mãe tivesse ido para lá posteriormente.
O ano de 95 trouxe uma novidade para a Escola de Engenharia. Agora o aluno já entrava em uma carreira definida, desde o primeiro período, sem ter de disputar vagas nos departamentos ao final do ciclo básico. E com isso os calouros não só entravam no começo do ano, como foi conosco. Poderiam iniciar no segundo semestre também. Alunos como Taís, que nunca saíam do ciclo básico, viraram um problema para a Escola, e foram encaminhados para os departamentos com menor procura no vestibular. Ela caiu no Departamento de Engenharia Naval. Alex, Soninha e Aline continuavam indo bem em suas respectivas engenharias.
Robert deu um Tempra para Alex de presente de aniversário, e, apesar de seus protestos, ela dispensou qualquer motorista e queria dirigir seu próprio carro. Fez curso em uma auto-escola no Leblon e pagou para que eu também fizesse. Aceitei mediante a condição de pagar a ela, em prestações, o que estava gastando comigo. Fizemos as provas, exames de direção e tiramos carteira juntas. Alex e eu continuamos saindo sempre que possível e voltei com todas as atividades físicas que gostava de fazer.
Nossa amizade continuava inabalável e a intimidade evoluía pouco a pouco.
Dificilmente fazíamos amor e isso me incomodava. Jack inventou uma moda de dar festa em casa todo sábado e isso acabou com nossa privacidade. Às vezes tentava algo dentro do carro, que tinha vidros filmados, mas Alex era muito medrosa e sempre acabava cortando.
Em um certo sábado, Jack decidiu comparecer a uma festa em Brasília com o marido.
— Vem aqui deliciosa! – agarrei-a por trás e a deitei na cama.
Havia pego nosso brinquedo no armário.
— Você só pensa nisso Sammy...
— Querida, a gente raramente tem chance de se curtir... Vamos aproveitar que hoje é um sábado que milagrosamente não tem festa nessa casa... – beijei seu pescoço.
— Eu chamei você aqui para ver o filme comigo... – tentava se desvencilhar de mim
— E a gente vai ver, linda – beijei sua boca — depois...
Comecei a beijá-la com paixão e tirei toda sua roupa. Eu já estava semi nua e foi só jogar duas peças para o alto. Minhas mãos vagaram seu corpo inteiro e minha boca explorou-lhe com fome.
— Ai Sammy... You are so... oh... oh... God!
Devorei-a com tesão e ao mesmo tempo com cuidado para não machucar. Ela gemia e me arranhava contorcendo o corpo com prazer.
— You are like... a... wild animal... oh... oh... oh... yes...
Gozamos perdidas em meio a gemidos que tomavam o quarto.
— Eu já não aguentava mais, sabia? – acariciava sua testa — Tava doida pra fazer amor com você.
— Também senti falta... – acarciava meu braço.
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TUDO MUDA, TUDO PASSA
RomantikaProntos(as) pra conhecer um AMOR que ultrapassou barreiras? Leia até o fim. Sem julgamentos.
